Lewis Hamilton.

Publicado: 18/08/2010 por Mari Espada em Artigos
Tags:, ,

Em 07 de janeiro de 1985 nasceu Lewis Hamilton, e apenas 8 meses e 2 dias depois nasceu uma de suas maiores fãs, essa que vos escreve!

Mas as semelhanças param por aí, pois aos 6 anos, enquanto eu ficava orgulhosa de escrever meu próprio nome com letras tortas e desalinhadas, o prodígio Lewis já participava de corridas de carros de controle remoto, provando o sabor da vitória, mesmo contra adultos.

Foi nesta mesma época que Lewis ganhou de natal seu primeiro kart, junto com a promessa de seu pai Anthony de que iria manter sua carreira no automobilismo. E ele chegou a ter três empregos para honrar sua palavra com o filho.

Um diamante bruto.

Lewis iniciou sua carreira no Kart aos 8 anos, e rapidamente começou a destacar-se entre os demais. Com apenas 10 anos já se sentia tão seguro de seu talento que abordou Ron Dennis para um autógrafo e lhe disse:

“Oi. Eu sou Lewis Hamilton. Eu venci o Campeonato Britânico e um dia eu quero correr em seus carros.” e o chefão da McLaren respondeu em seu autógrafo: “Me telefone em nove anos, até lá a gente pensa em alguma coisa.”

Mas ao observar o talento do menino, Ron Dennis não aguentou esperar tanto, e entrou em contato com Lewis após três anos do seu autógrafo.

Muitos Super One Series vencidos e dois campeonatos britânicos o convenceram mais do que o fator tempo e ele convidou aquele diamante bruto a ser lapidado no programa de desenvolvimento de pilotos da McLaren. Isso tornou Lewis o piloto mais jovem a conseguir um contrato, com apenas 13 anos.

Lewis continuou seu progresso na Intercontinental A (1999), Formula A (2000) e Formula Super A (2001), tornando-se com 15 anos o campeão europeu com o máximo de pontos.

Neste período em que correu pela Team MBM, Lewis teve como parceiro Nico Rosberg, superando qualquer estatística que envolve o grande número de garotos que iniciam no kart com o restrito grupo que chega à Fórmula 1.

Em 2001 Michael Schumacher fez um retorno pontual aos karts e correu contra Lewis Hamilton, Vitantonio Liuzzi e Nico Rosberg. Nesta época o alemão fez uma citação sobre o jovem inglês:

“Ele é um piloto de qualidade, muito forte e com apenas 16 anos. Se ele se mantiver assim tenho certeza que chegará à Fórmula 1. Existe algo especial em ver uma criança dessa idade no circuito. Com certeza ele possui uma mentalidade de piloto.”

Ainda neste ano Lewis começou sua carreira na Fórmula Renault, na qual terminou em quinto lugar pela Manor Motorsport. Já em 2002 conseguiu o terceiro lugar no campeonato, com três vitórias e três pole positions.

Ele permaneceu na Manor por mais um ano em 2003, e aos 18 anos foi campeão com dez vitórias e 419 pontos, um espetáculo se comparado ao seu rival mais próximo, Alex Lloyd, com apenas duas vitórias e 377 pontos.

Tendo conquistado a Fórmula Renault de 2003, Lewis se deu ao luxo de perder as duas últimas corridas para participar da Fórmula 3 Britânica, onde sofreu um pouco no início devido à uma colisão com seu parceiro Tor Graves, mas recuperou-se rapidamente para conquistar a pole position em sua quarta corrida na categoria. Já em 2004, renovou seu contrato com a McLaren, para estrear com a Manor na Fórmula 3 Euroseries, onde venceu uma corrida e terminou em quinto lugar no campeonato.

Neste ano ele também correu no campeonato Bahrain F3 Superprix, no Macau F3 Grand Prix, e fez seu primeiro teste para a equipe McLaren em Silverstone, aos 19 anos, exatamente nove anos após sua primeira conversa com Ron Dennis.

Então com 20 anos, Lewis dominou o Euroseries com a equipe ASM, vencendo 15 de 20 corridas, que poderiam ser 16 se ele não houvesse sido desclassificado em Spa-Francorchamps, devido a uma violação técnica de ultrapassagem, sempre oferecendo muitas emoções aos seus torcedores.

Após essa temporada Lewis Hamilton foi eleito o 24° colocado no ranking de pilotos da Autosport britânica.

Devido ao seu sucesso na Fórmula 3, Lewis foi convidado em 2006 para participar da GP2 pela ART Grand Prix, onde venceu o campeonato batendo Nico Rosberg, Timo Glock e Nelson Piquet Jr.

Sua performance nesta temporada incluiu uma vitória dominante em Nürburgring, apesar de uma punição por excesso de velocidade no pit lane; uma ultrapassagem  em Silverstone na Becketts, uma série de alta velocidade (até 150 Km/h em um carro de GP2) onde as ultrapassagens são raras; e uma corrida de recuperação em Istambul, onde recuperou-se do décimo oitavo para a segunda posição nas últimas curvas, já demonstrando seu maravilhoso estilo de pilotagem.

Uma joia rara.

Sua vitória na GP2 em 2006 coincidiu com a abertura de uma vaga na McLaren após a saída de Juan Pablo Montoya para a NASCAR e Kimi Raikkonen para a Ferrari. Era a oportunidade de ouro que ele tanto esperava!

Então em 24 de novembro de 2006 tornou-se pública a confirmação de Lewis Hamilton ao lado de Fernando Alonso na equipe da McLaren para o ano seguinte. E foi aí que começou a história de admiração de muitos fãs por este incrível piloto.

Quando eu o vi na terceira colocação do podium em sua estréia na Fórmula 1, no GP da Austrália de 2007, eu soube que a minha vida jamais seria a mesma novamente. Afinal, quem esperaria um podium em sua corrida de estreia?

E aos poucos Lewis despertou em mim a mesma paixão que tive por Ayrton, claro que ver novamente o capacete amarelo em uma McLaren influenciou os meus sentimentos, mas o fator decisivo para fazer meu coração bater mais forte foi o seu estilo agressivo e emocionante!

E então no GP do Canadá deste mesmo ano, Lewis alcançou sua primeira pole e primeira vitória na Fórmula 1, onde liderou a maior parte da corrida, mesmo após o safety car entrar quatro vezes, aumentando as chances de ele ser ultrapassado.

Essa atuação no Canadá atraiu os olhares para o novato Lewis, que conquistou muitos corações naquele dia, incluindo o meu!

Na semana seguinte, no GP dos Estados Unidos, Lewis fez a pole position e ganhou novamente, tornando-se o segundo piloto, depois de Jacques Villeneuve, a ganhar mais de uma corrida em sua temporada de estreia na Fórmula 1.

Tudo corria muito bem para Lewis Hamilton em seu primeiro ano na Fórmula 1, não fosse um bicampeão exigindo os seus direitos e impondo deveres de “segundo piloto” ao estreante.

Como ocorreu no GP da Hungria, onde Lewis foi atrasado por Fernando nos boxes durante o Q3, impedindo-o de abrir a última volta para melhorar seu tempo.

Porém quando essa história chegou ao seu fim, a FIA puniu a McLaren pelo jogo de equipe, perdendo pontos no campeonato de construtores e punindo Fernando em 6 colocações no grid, deixando o primeiro lugar para Lewis, que havia classificado em segundo.

Como resultado deste e outros eventos desagradáveis, a relação de Lewis e Fernando entrou em colapso! Mas quem mais sofreu com essa guerra foram os torcedores McLaristas que, assim como eu, viram o título de 2007 escapar de nossas mãos e cair no colo de Kimi Räikkönen por apenas um ponto.

Mas a tensão sofrida pela equipe neste ano de 2007 serviu de lição, pois em 14 de dezembro de 2007 foi anunciado que Heikki Kovalainen seria o novo parceiro de Lewis Hamilton nas temporadas de 2008 e 2009. Confirmando o que só não parecia óbvio para Fernando Alonso, que após a poeira abaixar o piloto que se manteria na McLaren seria Lewis, nascido e criado com apadrinhamento de Ron Dennis. E assim seu contrato foi renovado com a McLaren até o final da temporada de 2012.

Após ver o título de campeão mundial de Fórmula 1 escapar por entre seus dedos, a temporada de 2008 começou com outro foco para Lewis: vencer!

Mas aos 23 anos, sua imaturidade somada ao seu estilo agressivo de pilotagem, deixou seus fãs sufocados em uma montanha-russa de emoções.

Lewis começou o ano com o pé direito, fez a pole position e venceu a primeira corrida da temporada, na Austrália.

Porém na segunda corrida, o GP da Malásia, ele foi rebaixado de quarto para nono na classificação, por impedir uma volta rápida de Nick Heidfeld, terminando a corrida em quinto.

No GP do Bahrein as coisas continuaram mal. Após um acidente que destruiu seu carro, Lewis precisou utilizar um chassi de reposição e ficou em terceiro na classificação. Na corrida ele colidiu com Fernando Alonso, e assim foi ultrapassado no campeonato de pilotos por Kimi Räikkönen e Nick Heidfeld.

Ele voltou ao podium no GP da Espanha, onde largou em quinto e terminou em terceiro. E no GP da Turquia manteve-se no podium, dessa vez em segundo. Mas a sua consagração veio em Mônaco, onde venceu e colocou-se na liderança do campeonato. Um alívio para todos os fãs!

No GP do Canadá, Lewis conquistou mais uma pole position, mas bateu na traseira de Kimi Räikkönen no final do pit lane. Um desastre! Ambos os carros foram obrigados a recolher e Lewis recebeu uma penalidade de 10 posições no grid da próxima corrida, o GP da França, onde terminou em décimo terceiro.

Já no GP da Inglaterra Lewis trouxe uma bela vitória em pista molhada, enchendo de entusiasmo o coração dos fãs! Assim como no GP da Alemanha, onde venceu com uma vantagem de 9 segundos.

Apesar de vencer o GP da Bélgica, Lewis recebeu uma punição de 25 segundos por ter cortado uma chicane para evitar bater em Kimi Räikkönen, caindo para a terceira colocação, deixando a vitória para Felipe Massa, seu maior rival naquele momento.

O GP da Itália não foi bom para nenhum dos dois, a vitória ficou com Sebastian Vettel, sendo que Felipe ficou em sexto e Lewis em sétimo. Este resultado reduziu a vantagem de Lewis sobre Felipe para um ponto. Na corrida seguinte, o GP de Cingapura, Lewis terminou em terceiro, enquanto Felipe não pontuou, permitindo abrir sete pontos de vantagem em sua liderança.

No GP do Japão Lewis estava na pole e Felipe em quinto, porém após colidirem em uma ultrapassagem na chicane da curva 10, Lewis caiu para a última colocação, e fazendo uma emocionante corrida de recuperação conseguiu terminar em décimo segundo.

Já na penúltima corrida da temporada, o GP da China, Lewis levou a pole e a vitória, abrindo vantagem de sete pontos no campeonato de pilotos.

Com isso Lewis precisava terminar pelo menos em quinto no GP do Brasil para garantir o título. E, após deixar seus fãs com o coração na mão até a última volta, ultrapassou Timo Glock, que havia permanecido com pneus de pista seca apesar da chuva, garantindo assim a quinta colocação e a vitória do campeonato!

Eu me lembro de segurar a respiração durante os longos 15 segundos em que Felipe Massa consagrava-se campeão, para respirar aliviada somente após Lewis Hamilton cruzar a linha de chegada!

E dessa forma Lewis terminou a temporada um ponto à frente de Felipe, conquistando o título mundial de 2008 como o piloto mais jovem a vencer, com apenas 23 anos.

Mas como nem tudo são flores, a temporada de 2009 seria bem espinhosa para o nosso campeão…

Um ano após vencer o GP da Austrália de 2008 na pole position, Hamilton começou a temporada 2009 na mesma pista, mas em 18° lugar no grid, após a McLaren sofrer penalização por trocar sua caixa de câmbio durante a classificação.

Porém não seria este o maior transtorno envolvendo Lewis e sua equipe, pois foi nesta corrida que Lewis se beneficiou da colisão de Sebastian Vettel e Robert Kubica para conseguir a quarta colocação, subindo para a terceira após uma punição ao Jarno Trulli por uma ultrapassagem em Lewis durante o safety car.

No entanto, após investigação deste episódio, confirmaram as suspeitas de que Lewis havia recebido ordens para facilitar a ultrapassagem de Jarno, e foi punido por omitir a verdade aos comissários.

Um início conturbado para um ano complicado…

Apenas na décima rodada da temporada, Lewis conseguiu se reestabelecer, vencendo o GP da Hungria com mais de 11 segundos sobre Kimi Räikkönen, o segundo colocado.

Mas a sorte voltou a brincar com o nosso campeão. No GP da Europa ele fez a pole position, mas com um pit stop demorado, perdeu a liderança para Rubens Barrichello, terminando em segundo.

Lewis só viu a vitória novamente no GP de Cingapura, o que trouxe muita alegria aos fãs, apesar de estar longe de competir pelo título de 2009.

Depois dessa difícil temporada iniciou-se 2010, com as inovações aerodinâmicas trazendo esperança aos carros da McLaren, e oferecendo uma nova oportunidade de vitória para Lewis e seus fãs.

Mas essa parte da história eu só vou contar quando Lewis Hamilton erguer a taça do seu bicampeonato no final dessa temporada! Porque a esperança de um fã é a última que morre, não é mesmo?

A admiração de fã é assim: enquanto muitas pessoas o acham inconstante, eu o acho emocionante! Principalmente quando faz uma corrida de recuperação, mostrando o que ele sabe fazer de melhor: ultrapassar sem se importar em deixar riscos no capacete do adversário.

A cada corrida, seus altos e baixos me faz senti-lo humano, um herói feito de carne e osso como todos nós. E isso só aumenta a minha admiração por Lewis, pois sinto que se ele pode superar os seus limites, eu também posso!

E é isso que um herói deve fazer: motivar seus admiradores!

E você, o que acha de Lewis Hamilton e sua história no automobilismo?

Porque não aproveita para nos contar a história do seu piloto favorito também?

Anúncios
comentários
  1. Mari Espada disse:

    Antes que me condenem, lembrem-se que eu NUNCA tive a pretensão de ser parcial em qualquer texto ou comentário que eu tenha feito ou venha a fazer! Hehehe. =)

  2. Bom texto Mari, sem contar que paixão e parcialidade normalmente não andam juntos.

    Ontem foi aniversário de Nelson Piquet, pensei que teria algo…

  3. Lucas Túlio disse:

    Piloto de F-1 é isso!! Lewis é disparado o melhor piloto do grid, eu não descarto a Mclarem brigando pelo titulo com Hamilton!

    Se a equipe deixar a desejar por algum momento, o braço do piloto pode compensar isso, Lewis Hamilton ja provou varias veses que pode!!

    Go Lewis, go!!

    “A admiração de fã é assim: enquanto muitas pessoas o acham inconstante, eu o acho emocionante! Principalmente quando faz uma corrida de recuperação, mostrando o que ele sabe fazer de melhor: ultrapassar sem se importar em deixar riscos no capacete do adversário.”

    • Lucas Túlio disse:

      Faltou elogiar o texto por completo…

      Excelente Mari!

      • Mari Espada disse:

        Obrigada Lucas!
        Com certeza Lewis já provou várias vezes tem o domínio do carro. E é isso que faz a diferença entre um piloto mediano (que se dá bem, mas apenas se o carro estiver realmente bom) e um piloto excepcional!
        O “Miltinho” é excepcional! =)

  4. Anselmo Coyote disse:

    “Devido ao seu sucesso na Fórmula 3, Lewis foi convidado em 2006 para participar da GP2 pela ART Grand Prix, onde venceu o campeonato batendo Nico Rosberg, Timo Glock e Nelson Piquet Jr.”

    Isso é provocação ao velho Coyote do que uma verdade propriamente dita (mas é verdade…rsrs).
    Belo texto Mari.
    Bendito seja todo blog que tem uma musa e se for talentosa como essa, então bendito seja duas vezes.
    Ab.
    s.

    • Mari Espada disse:

      Não foi provocação não, Coyote! São apenas os fatos… hehehe.
      E obrigada pelos elogios! =)

  5. Allan Wiese disse:

    Parabéns Mari. Um belo resumo da história do nosso Lewis.

    Hamilton é diferenciado, sem sombra de dúvida. Muitos dizem que ele só chegou fazendo o que fez na F1 porque entrou logo em uma equipe de ponta. Mas esquecem de ver que ele fez por merecer esse cockpit. Se ele, mesmo com contrato assinado com a McLaren como parte do seu programa de desenvolvimento de pilotos, não correspondesse às expectativas na pista, Dennis chamaria outro piloto para 2007. Mas, como você bem falou no post, sua carreira nas formulas pelas quais passou mostra que ele é alguém extremamente capaz.
    Hoje mesmo estava vendo um vídeo com uma compilação das ultrapassagens dele nas “low formulas” e fiquei de cara, além de todas as outras, com uma ultrapassagem por fora na Eau Rouge. Não são todos que tem coragem de fazer isso.
    E como eu falei no post de avaliação dos pilotos, tem evoluído muito esse ano. Segue firme para se tornar um piloto completo e com muitos títulos. A começar pelo bi em 2010 (estou contigo Mari!).

    • Lucas Túlio disse:

      Não adianta tentar desmerecer o Piloto, ele mostrou desde sempre que merecia chegar a F-1!

      “não correspondesse às expectativas na pista, Dennis chamaria outro piloto para 2007”

      • Allan Wiese disse:

        É isso aí.

        Na frase que você destacou tem um “se” no começo.

        O cara é fera!

    • Mari Espada disse:

      Allan, assisti o vídeo, impressionante!
      Lewis Hamilton faz juz ao nome desse blog, não?

      E obrigada por apreciar o resumão!

  6. Alex-Ctba disse:

    Belíssimo Post Mari. Parabéns pelo resumo da carreira desse fantástico piloto. Hamilton perdeu o título “mais ganho” da história da F1 em 2007, q seria um feito no seu ano de estréia e depois ganhou o mais dramático na última curva em 2008. Parece q superlativos irão acompanhar esse piloto sempre, para o bem ou para o mal. Em 2009, demonstrou maturidade e levou a McLaren de um início vacilante, para um final de temporada em grande forma. Este é o tipo de piloto q a maioria gosta de assistir, pq sempre garante o espetáculo. Nunca se contenta com menos, como no GP da Itália em 2009, onde partiu pra cima do 2º colocado mesmo com um pódio garantido. Não fôsse seus adversários tão talentosos, como Kimi, Alonso, Vettel e o Massa de 2008 rsrs etc não teria pra ninguém. Trava uma interessante disputa com o mineirinho Button, onde apesar do seu imenso talento, abre apenas 10 pontos para o cerebral companheiro.

    E a combinação: Lewis Hamilton + Chuva = Espetáculo. Lembra até um certo piloto q lançou essa moda de casco amarelo…

    Bj

    • Lucas Túlio disse:

      Alex,

      “E a combinação: Lewis Hamilton + Chuva = Espetáculo. Lembra até um certo piloto que lançou essa moda de casco amarelo…”

      Os videos promocionais da Vodafone com Lewis guiando o carro so Senna são fantasticos! Quem não viu ainda, corra pra ver!!

      Go Lewis, Go!

    • Mari Espada disse:

      Muito obrigada Alex! =)

      Realmente o meu querido “Miltinho” é um piloto de superlativos. E é assim que eu gosto!!! Uma montanha-russa de emoções!!!
      Eu amo vê-lo fazendo uma corrida de recuperação, e tenho certeza que ele também ama essa situação! Principalmente se chover!

      Certa vez vi um vídeo com uma espécie de Quizz onde alguém dizia uma palavra e o Jenson e o Lewis respondiam…
      E a pergunta foi: perseguir ou ser perseguido?
      Jenson respondeu ser perseguido, correr de cara pro vento, liderando.
      Lewis respondeu perseguir e ultrapassar!
      Para mim isso demonstra muito bem o perfil de cada um deles…

      Beijos!

  7. Fernando Kesnault disse:

    Parabens de novo né Mari, tá ficando chato…só te elogiar mas é isso aí, narrou bem a trajetoria de um piloto combativo e merecedor de elogios. Sim e inclusive tem uma história de um garoto que concorria com o L.H. qdo. jovens e depois que ele foi digamos, descartado, passou e vem a passar por uma profunda depressão e vem desde então estado em tratamento. Foi uma reportagem que sensibilizou bastante os aficcionados britanicos que não conheciam esta história. Quando foi que passou??? Acho que foi há uns 3 ou 4 anos na BBC…
    Valeu Mari, vc. é bem interessada e continue assim.

    • Mari Espada disse:

      Obrigada pelos elogios, Fernando! =)
      Eu não conheço esse documentário que você citou… mas realmente fico pensando em quantos aspirantes à piloto não ficam nas categorias de acesso. Pouquíssimos chegam a F1. Por isso que citei no texto o caso do Lewis ter corrido com o Nico Rosberg no kart, pois é uma probabilidade bem rara…

  8. Marco disse:

    Mari , não vejo outra coisa senão virtude , somente vietude .
    Chegar para o grande R. Dennis e dizer : ” Eu quero correr pra vocês um dia ” , era a primeira demonstração de um carater forte , envolvente e , principalmente cheio de segurança .
    A história de Hamilton , é uma história do esforço , da determinação , da coragem e do triunfo .
    Há algumas características nesse cara que acho muito especiais : uma é a cor da pele (o primeiro piloto negro da categoria ) , a outra , é a doença do irmão .
    Devido a sua limitação , deve passar uma força e , uma grande influência na maneira de atuar e pensar desse formidável piloto .
    Outro ponto que eu vi no Hamilton , foi sua tranqüilidade quando o Alonso andou por lá , em nenhum momento foi ameaçada sua tranqüilidade , tirou de letra , como também tirou Alonso da equipe .
    A verdade , é que sempre o Hamilton vai ser o piloto do momento , pois esse piloto negro que um dia , vestindo uma roupa emprestada , disse a R. Dennis que queria correr na Mclaren , ali ,nesse momento , começou a construir a sua própria lenda : a de um dos melhores , senão o melhor piloto ( também ) negro da F1 .
    Mari , seu post realmente está muito bom , parabéns e , um grande abraço .

    • Marco disse:

      Só complementado Mari , certa vez o Willian Ceolin no seu blog Corridas de F1 disse : ” A História do Hamilton é fantástica . Daquelas para virar best-seller ” .
      E é uma verdade Mari .

    • Mari Espada disse:

      Marco, fico feliz em saber que gostou do meu post! =)
      Eu não quis citar neste texto a história pessoal do Lewis, como o fato de ser negro ou possuir um irmão doente ou ser filho de pais separados desde os 2 anos de idade. Eu quis manter o foco em seu desenvolvimento profissional, mas sem dúvida tudo o que ele passou em sua vida serviram para construir o seu carater e personalidade… serviram para construir um campeão!

  9. Anselmo Coyote disse:

    Realmente, pilotos na F1 atual com atributos pessoais para ganhar títulos são Schumacher, Hamilton, Kobayashi e o safado do Nada Sei (rsrs). Estes últimos estão nesta briga mas, os primeiros, coitados estão penando com os Flintstones-race-car. But, let it be – 2011 está próximo.

    A Mercedes não correrá com sobras de 2009 ou 2010 e, acredito (pero no mucho), que alguém enxergará o japinha-voador (quem dera se fosse a Red Bul).

    Eu imagino o que seriam as disputas ao longo da temporada entre Kobayashi (na Red Bull) e Hamilton (na Mc Laren).

    Mas tudo são especulações. A F1 (e não o futebol) é uma caixinha de surpresas. O carro vencedor de um ano é o mico do ano seguinte e vice-versa.

    Abs.

  10. celso gomes disse:

    Mari,

    Texto de muito bom gosto e que demonstra, de uma maneira singela e ao mesmo tempo sem deixar de nos brindar com seu ótimo conhecimento, a sua visão do seu querido Miltinho.

    Gosto dele também, e muito! Apesar de achar que o Kobayote vai dar trabalho prá ele daqui a algum tempo… ;-)

    • Mari Espada disse:

      Obrigada pelos elogios Celso! Fico feliz de tê-lo agradado com o meu texto! =)

      E sobre o Kobayote… quanto mais trabalho ele der, melhor!
      É assim que o Miltinho se diverte! (e eu também!)

  11. […] Hamilton foi o que podemos chamar de uma ascensão meteórica. Como muito bem tratado pela Mari aqui, Hamilton fez por merecer o lugar que recebeu na McLaren em 2007 e o defendeu com maestria contra o […]

  12. […] são positivas, outras vezes são negativas, mas sempre tem emoção. A Mari já falou sobre isso por aqui. E quem sabe, na mais remota das possibilidades, Hamilton não proporciona fortes emoções ao […]

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s