Identidade visual: McLaren

Publicado: 20/08/2010 por Mari Espada em História da F1
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Desde a sua criação em 1963 por Bruce McLaren, os carros da McLaren passaram por diversos looks, em sua maioria incorporando alguma cor de seu patrocinador.

Mas a única e verdadeira cor dessa escuderia, aquela que corre nas veias de todo McLarista, sempre será o laranja conhecido por Papaya Orange.

Com isso, a minha abordagem neste texto tem a simples intenção de apresentar as cores predominantes em cada período dessa escuderia de Woking, que é a segunda mais antiga da Fórmula 1 (depois da Ferrari) e uma das mais bem sucedidas com 168 vitórias em corridas, 8 campeonatos de construtores e 12 campeonatos de pilotos, entre eles os dos brasileiros Emerson Fittipaldi, em 1974, o primeiro da história da equipe, sob direção do americano Teddy Mayer, e os três de Ayrton Senna, em 1988, 90 e 91, já na era Ron Dennis.

Anos 60

Bruce McLaren fez a sua estreia em 1966 no GP de Mônaco, com o carro M2B desenhado por Robin Herd. E, para a minha surpresa, seus três primeiros carros não eram laranja!

Somente em 1968 Bruce começou a utilizar o Papaya Orange em seus carros. A intenção era homenagear o seu país de origem, a Nova Zelândia, que possui o laranja como cor oficial (apesar de não estar representada em sua bandeira), pois representa a coloração do nascer e pôr do sol refletida nas montanhas do país.

Ano: 1966 Carro: McLaren-Ford M2B Cores: Branco e Azul Escuro

Ano: 1967 Carro: McLaren-BRM M5A Cores: Vermelho e Branco

Ano: 1967 - Carro: McLaren-BRM M4B - Cores: Vermelho e Azul Escuro

Ano: 1968 - Carro: McLaren-Ford M7A - Cores: Laranja

Ano: 1969 - Carro: McLaren-Ford M9A - Cores: Laranja

Anos 70

Este período foi duramente marcado pela morte de Bruce McLaren em 2 de junho de 1970 em um acidente quando testava um carro que estava sendo preparado para competir na Cam-Am, em Goodwood, na Inglaterra.

A partir de 1974, a pintura dos carros da McLaren foi marcada pelo patrocínio de Phillip Morris, com a marca Marlboro. Dessa forma o laranja, que já estava perdendo espaço para o branco, sumiu definitivamente. E, em minha opinião, fez com que a escuderia perdesse sua identidade visual.

Ano: 1970 - Carro: McLaren-Ford M7C - Cores: Laranja

Ano: 1971 Carro: McLaren-Ford M19A Cores: Laranja

Ano: 1972 e 73 - Carro: McLaren-Ford M19C - Cores: Branco e Laranja

Ano: 1974 e 75 - Carro: McLaren-Ford M23 - Cores: Branco e Laranja

Ano: 1976, 77 e 78 - Carro: McLaren-Ford M26 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1979 - Carro: McLaren-Ford M28 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1979 - Carro: McLaren-Ford M29 - Cores: Branco e Vermelho

Anos 80

Este período é marcado por três grandes heróis na história da McLaren: Ayrton Senna, Alan Prost e o MP4/4. Mas apesar destes mitos esbanjarem personalidade, os carros da McLaren continuaram se escondendo atrás das cores de seu patrocinador.

Ano: 1980 - Carro: McLaren-Ford M30 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1981, 82 e 83 - Carro: McLaren-TAG MP4/1 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1984, 85 e 86 - Carro: McLaren-TAG MP4/2 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1987 - Carro: McLaren-TAG MP4/3 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1988 - Carro: McLaren-Honda MP4/4 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1989 e 90 - Carro: McLaren-Honda MP4/5 - Cores: Branco e Vermelho

Anos 90

Para a surpresa e entusiasmo de muitos fãs, a McLaren fez uma aparição nos testes da pré-temporada de 1997 com uma pintura laranja, mas que infelizmente não se manteve durante a temporada. Seria uma tentativa de resgatar a identidade perdida?

De toda forma prevaleceram novamente as cores dos principais patrocinadores, que no final dessa década foram a West, marcando os carros da McLaren com sua cor preta, e o motor Mercedes, trazendo detalhes em prateado.

Ano: 1991 - Carro: McLaren-Honda MP4/6 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1992 - Carro: McLaren-Honda MP4/7 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1993 - Carro: McLaren-Ford MP4/8 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1994 - Carro: McLaren-Peugeot MP4/9 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1995 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/10 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1996 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/11 - Cores: Branco e Vermelho

Ano: 1997 - Carro: McLaren-Mercedes (testes da pré-temporada) - Cores: Laranja

Ano: 1997 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/12 - Cores: Branco e Preto

Ano: 1998 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/13 - Cores: Branco e Preto

Ano: 1999 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/14 - Cores: Branco e Preto

Anos 2000

Esse novo milênio marca o final da era negra e início da era prateada da McLaren. Mas claro (e infelizmente!), sempre por influência dos patrocinadores.

Em 2006 vemos outra tentativa de retorno ao nosso saudoso laranja, mas novamente não passou de um blefe em período de indecisão das cores da pintura durante a troca de patrocinadores.

Ano: 2000 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/15 - Cores: Branco e Preto

Ano: 2001 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/16 - Cores: Branco e Preto

Ano: 2002 e 03 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/17 - Cores: Branco e Preto

Ano: 2004 Carro: McLaren-Mercedes MP4/19 Cores: Branco e Preto

Ano: 2005 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/20 - Cores: Branco e Preto

Ano: 2006 - Carro: McLaren-Mercedes (testes da pré-temporada) - Cores: Laranja

Ano: 2006 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/21 - Cores: Prata e Vermelho

Ano: 2007 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/22 - Cores: Prata e Vermelho

Ano: 2008 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/23 - Cores: Prata e Vermelho

Ano: 2009 - Carro: McLaren-Mercedes MP4/24 - Cores: Prata e Vermelho

Ano: 2010 Carro: McLaren-Mercedes MP4/25 Cores: Prata e Vermelho .

Particularmente, eu adoro o dramático contraste do laranja Papaya Orange contra o asfalto das pistas.

Atualmente a escuderia que consegue o mesmo destaque com a sua pintura é a Renault, com aquele belo amarelo com detalhes e patrocínios em preto.

E a escuderia mais infeliz na escolha de cores é a Red Bull, com aquele azul escuro que fica camuflado contra o cinza chumbo do asfalto, afinal um carro campeão tem que ter o devido destaque!

E apesar da beleza dos carros não influenciar em sua eficiência, sua cor cria fascinação em atuais e futuros torcedores. Basta observar como as crianças logo se interessam pelo “carro vermelho”, também conhecido como Ferrari.

Por isso esse assunto pode parecer fútil, mas não é! Pois ao discutir o design da pintura do carro estamos falando na conquista de novos admiradores, no marketing da marca, e no investimento de novos patrocinadores!

Então eu peço encarecidamente: McLaren, volte a ser Papaya Orange!!!

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comentários
  1. Fernando Kesnault disse:

    Beleza Mari, beleza mesmo deve ter dado um trabalhão hein??? Depois mando umas pinturas diferente pro Claudemir publicar das McLarens com um Marlboro amarelo e uma azul de uma cervejaria norte-americana usadas em Watkins Glenn, Mosport Park 77 e Long Beach 78 ..acho que é da Lowenbrau salvo engano,, vou verificar..

    • Mari Espada disse:

      É Fernando, deu um trabalhão mesmo…
      E só para tentar convencer todo mundo que a cor da McLaren deveria voltar a ser Papaya Orange! Hehehe. =)

      Envie essas fotos para o Claudemir, assim ele pode incluir como revisão no post, seria ótimo esse complemento de informações. Obrigada!

      • Fernando Kesnault disse:

        Mari do jeito que a coisa anda lá em Woking não tá longe disso não viu?? Creio que o Claudemir até deva fazer um post comentando que a McLaren pode ter o “efeito Orloff” ao se deparar com a Williams nos boxes. Por quê?? Porque perdeu o patrocinio do Santander, da Mercedes e vai ter que trabalhar com um orçamento mais enxuto, algo que não faz há muito tempo atrás (30 anos) não sei não, e depois perde o motor Mercedes conforme está em contrato…vai ficar pequena já que o Tio Ron não conta mais com a ajuda do mecenas arabe também…

      • Creio que o Claudemir até deva fazer um post comentando que a McLaren pode ter o “efeito Orloff” ao se deparar com a Williams nos boxes.

        Já é muito comentado nos boxes da F1 que a Mclaren perdeu o bonde assim como a Williams, e esse bonde chama-se “petro-dolares”.

        Ferrari = Mubadala
        Mercedes = Aabar

        E ambas ainda tem condições de fazer um trocado vendendo seus motores, o que faz com que a equipe de Woking tenha que trabalhar muito nos próximos anos para conseguir substituir o motor Mercedes_Free que só vai até 2015, até lá tem que arrumar um árabe disposto a colocar dinheiro na equipe (Mansour Ojjeh não é mais visto naquelas bandas, como antes era, apesar de ainda ser um dos donos) como fazem as duas acima para pagar futuros motores ou a compra de uma fábrica que estão a dar sopa por aí diga-se Toyota e BMW, se até lá não derem um jeitinho, o Frank Williams vai rir muito do impafioso Dennis.

        Sobre o Santander, foi diminuido a cota de patrocínio, mas eles permanecem em Woking estranhamente com o nome da citada e não com o nome do banco Abbey de propriedade deles, e suas aparições são feitas nos macações dos pilotos.

      • Allan Wiese disse:

        Fernando: essa é uma realidade que deve se desenhar dessa forma mesmo, mas creio que há uma luz no fim do túnel para todos os torcedores de Woking. São apenas suposições, mas podem se tornar realidade.
        Todos os fatos que vou colocar giram em torno do carro esportivo de rua que teve seu protótipo lançado esse ano (Vídeo com Lewis e Jenson guiando em Goodwood) e será lançado no mercado no ano que vem: o MP4-12C. A intenção de Dennis ao deixar o comando da equipe era se concentrar na coordenação desse projeto. Suas intenções são pretenciosas em números, o que poderia sustentar a equipe em caso de sucesso. E quanto ao término do contrato de motores com a Mercedes em 2014, a esperança também reside no 12C: o motor desse carro é de fabricação da própria McLaren, feito do zero.
        Lógico, não é um caminho fácil. Mas também não é impossível.
        Imagine só Mari: carros McLaren laranja papaya com motores McLaren. Praticamente como nos tempos de Bruce: independência!

      • E quanto ao término do contrato de motores com a Mercedes em 2014, a esperança também reside no 12C: o motor desse carro é de fabricação da própria McLaren, feito do zero.

        Errado, o motor até agora usado no modelo 12c é chamado Ricardo, isso mesmo, Ricardo, e parece que são eles que vão fornecer o motor para a empresa, porém, isso se o projeto sair do papel, porque a Mclaren está sem dinheiro para financiar o projeto e corre desesperadamente atrás de um sócio capitalista para dar proseguimento no negócio, assim como disse antes, esse sócio está nas arabias, mas ainda não conseguiram o tal, por isso vimos Ron Dennis de volta aos boxes em Abu Dhabi, e por isso ele foi ver uns carrinos de Nascar uma semanas atrás.

        Dinheiro, está faltando dinheiro para eles tocarem o projeto.

        E mais, como o acordo com os motores Mercedes_Free só vai até 2015, é ficar de olho no que eles vão fazer até lá com a F1, porque outro empresa de motores não é esperada por agora, e se a VW entrar para tal, será com sua parceira de longa data Red Bull. Fica a dica da compra das duas fábricas paradas, ou a tentativa de trazer a Honda de volta através da Ilmor (mesma fabricante dos motores Mercedes até hoje) que fabrica os V8 japoneses para a Indy.

      • Allan Wiese disse:

        Com certeza você tem mais informações do que eu nessa história Claudemir, mas no site da McLaren, na descrição do MP4-12C, mais especificamente na área do motor, fala-se bem claro que o motor é McLaren. Lá no around o Alexandre Pires e eu já discutimos um pouco essa questão e a Ricardo provavelmente prestou consultoria à McLaren no projeto do motor.
        Mas é como eu disse acima: tudo isso que eu sonho para a McLaren está longe de acontecer e depende do sucesso do 12C. Mas se as coisas estão feias desse jeito, é esperar pra que não fiquemos tão mal das pernas quanto a Williams, com todo o respeito.

      • Allan Wiese disse:

        Pra quem quiser ver a descrição do carro, e do motor, pode olhar aqui:
        http://www.mclarenautomotive.com/uk/default.aspx#/p11/explore/

        Destaque para a parte que fala:

        … combination of pure performance and efficiency could only be achieved by designing our own M838T engine from scratch.

      • A nomenclatura do motor pode até ser essa, mas o desenvolvimento foi em parceria com a Ricardo e a contrução está a cabo da empresa de motores com nome de gente.

        http://www.automobilemag.com/features/news/1003_2011_mclaren_mp4_12c_supercar/index.html

        “Home-grown mechanicals
        The mid-engine 2-seater will use a compact, twin-turbo V-8 that McLaren designed together with Ricardo; it will be built by Ricardo in England.”

        Não é querendo colocar água no refrigerante de vocês, mas nesse exato momento o que mais preocupa a Mclaren é a vida financeira desse projeto, por não haver ainda um local para a produção em série e capital para tirar da planta.

        Lembrando que Woking não tem estrutura para fabricar um carro de rua em série, precisariam de muito mais espaço, mas para fazer 10 carros para demonstração dá.

  2. André Távora disse:

    Caramba Mari, arrebentou no post, parabéns!!

    A Mclaren ficaria show de laranja, apesar de já achá-la linda Prata.

  3. Eduardo De Campos disse:

    Acho que o laranja só volta na era pós Mercedes…

  4. antizyklon disse:

    Belo post! Adorei o nome “Papaya Orange”, mas continuo a ter gravadas as cores vermelha e branca de Marlboro. Na minha cabeça se fechar os olhos e pensar Mclaren vejo esse carro branco e vermelho, o mais bonito de todo o grid. Abraços desde Espanha :)

    • Mari Espada disse:

      Eu confesso que também tenho essa referência da McLaren vermelha e branca na memória… mas não conta pra ninguém, tá? =)

  5. Lucas Túlio disse:

    Parabens pelo post Mari,

    Grande passada pela historia visual da Mclaren! A vermelha e branca com capacete amarelo é pra se ter guardada na memoria pra sempre!

    Gosto muito da Mclaren laranja e essa que esta na capa do post é maravilhosa! O pessoal de Working poderia aderir nestes moldes já pra 2011!

    Go Mclaren, Go!

  6. Alex-Ctba disse:

    Muito legal o post Mari, sensacional. Muito interessante acompanhar a evolução dos carros desde os 60’s até hj. Ficou show de bola mesmo. A asa dianteira é uma peça q a partir dos 2000’s teve uma mudança incrível, como acompanhamos acima.

    Bjus

    • Mari Espada disse:

      Valeu Alex! =)

      A asa dianteira tem uma evolução fantástica, né?
      É aí que a gente percebe bem a vitória da aerodinâmica sobre a mecânica…
      Hoje em dia os carros são verdadeiros aviões!

  7. Ron Groo disse:

    Há um site italiano chamado Tutto McLaren que tem até os carros de Indy, Can Am e outras categorias onde os Mclatas já mostraram sua cara.

    Se continuassem com esta cor laranja dos primeiros anos, acho que seria dificil para mim escolher entre eles e minha amada Willliams.

    • Mari Espada disse:

      Tá vendo, a minha teoria se confirma!
      A cor dos carros influencia absurdamente os novos torcedores!

  8. celso gomes disse:

    Maricota (desculpe-me se lhe chamo de Maricota, mas é absolutamente carinhoso, viu! E se você não gostar me diga) querida,

    Pesquisa histórica sobre as cores da McLaren do Bruce, simplesmente irrepreensível. Você me surpreende, cada dia mais e sempre positivamente, pelo seus excelentes conhecimentos sobre o nosso querido esporte.

    Os “monstros” Papaya Orange de Bruce McLaren, com seus motores de 7 litros, que corriam na famosa (na época) CanAm series foram dos carros mais bonitos que já ví competir e que até hoje, possuem um design atualíssimo. Inesquecíveis.

    Ai vão aí umas “fotinhas” da lindeza Papaya Orange para o seu deleite:




    Me lembro de ter escrito uma carta (naquela época, só por carta mesmo) para a McLaren do Bruce, me dizendo fã e solicitando uma lembrança qualquer. Quase morrí de alegria quando me enviaram lindos adesivos do logo original (foto 4) e também um sticker daqueles de pano bordado com o mesmo logo e que eu, imediatamente, mandei costurar na minha jaqueta Lee (Viche, tô velho mesmo hahaha).

    Repare também no pássaro símbolo do logo, o Kiwi, que está por cima da palavra Mc, em preto, no M8A da foto 1. Seria uma homenagem belíssima da atual McLaren se eles adotassem, além da cor do seu esmalte, o bichinho também, como uma homenagem ao seu ilustre fundador.

    • Mari Espada disse:

      Celso, obrigada pelos elogios e pelo carinho de sempre! =)

      Adorei as fotos do carro da Cam-Am, é mesmo muito lindo!!!
      E foi em um desse tipo que Bruce McLaren deixou este mundo, não é? Vamos ser sinceros, a morte é triste, mas pelo menos ele morreu com estilo!

      E esse fofo do pássaro Kiwi seria muito bem vindo no carro com certeza, uma homenagem ao fundador e seu país de origem… e um mascote engraçado!
      Só me preocupa as piadas de mal gosto que poderiam surgir, no caso da McLaren não “decolar” na temporada, já que o Kiwi é um pássaro “sem asa”.

      Olha, e pode parar de fazer inveja com essa história dos adesivos, viu? Vou ignorar essa parte do seu comentário! =)

      Beijos da Maricota!

  9. Anselmo Coyote disse:

    O mais bonito desta temporada é o Lótus. Coisa mais linda aquilo.

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