Os dois filhos de Francisco na F1.

Publicado: 02/09/2010 por Claudemir Freire em Artigos, Formula1
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Após 13 etapas do mundial 2010 temos um panorama do que nos espera nas últimas 6 corridas dessa temporada, serão Red Bulls contra Mclarens e Ferraris e os 6 pilotos das respectivas equipes brigando para saber que terá a glória de ostentar o título de campeão de 2010. Quando chegar ao deserto no circuito de Abu Dhabi um desses será aclamado campeão mas para os outros pilotos será à hora de pensar em 2011, que devem estar a algumas corridas procurando se reafirmar na equipe ou atrás de outros ares, essas próximas etapas não serão apenas corridas dentro das pistas, mas também nos bastidores, e se há algo que pode dar uma ajuda aos pilotos é o ranking anunciado há alguns dias pela Autosport inglesa.

Confira as médias obtidas pelos pilotos no ranking:

1-  Lewis Hamilton – 8,67
2- Robert Kubica – 8,33
3- Mark Webber – 7,75
4- Fernando Alonso – 7,75
5- Nico Rosberg – 7,75
6- Sebastian Vettel – 7,58
7- Jenson Button – 7,30
8- Rubens Barrichello – 7,30
9- Adrian Sutil – 7,16
10- Heikki Kovalainen – 7,00
11- Pedro de la Rosa – 6,83
12- Lucas Di Grassi – 6,83
13- Jarno Trulli – 6,66
14- Karun Chandhok – 6,60
15- Felipe Massa – 6,42
16- Kamui Kobayashi – 6,42
17- Bruno Senna – 6,33
18- Timo Glock – 6,33
19- Sebastien Buemi – 6,25
20- Vitaly Petrov – 6,16
21- Nico Hulkenberg – 6,00
22- Jaime Alquersuari – 5,83
23- Michael Schumacher – 5,66
24- Vitantonio Liuzzi – 5,66
25- Sakon Yamamoto – 4,00

E aí começa a saga dos dois filhos de Francisco.

Lucas di Grassi tem no seu currículo anos de experiência no RDD da Renault, testes com a mesma e na finada Honda e mais 4 temporadas de GP2 e consigo carregou o azar de ser o cara errado na hora errada até 2009. Não conseguiu ter acesso a F1 por equipes melhores e já estruturadas, e nesse ano fez sua estréia na categoria pela Virgin, que da mesma forma estreou no mundial e é uma equipe claudicante, mas o piloto figura em 12º no ranking, a frente de pilotos conceituados e mais experientes do que ele, como Trulli, Massa e o estreante Kobayashi e também do já experiente companheiro de equipe Timo Glock, que sempre tem a preferência nas atualizações da pobre equipe Virgin e não consegue reverter isso em melhores resultados.

E por mais que em largadas o brasileiro perca feio para seu companheiro, em ritmo de corrida ele está muito a frente do alemão.

Um dos grandes problemas de Lucas em relação ao seu companheiro são seu tamanho e peso, com 1,79 e 73 quilos, quase 10 a mais que o alemão, ele já entra em desvantagem de 3 décimos de segundos  em relação ao Glock, seja na colocação de lastro no carro ou gasolina a mais na corrida, mas em contrapartida tem se destacado como um dos melhores “largadores” do grid, sempre ganhando de 3 a 6 posições e na maioria das vezes já figurando a frente do Glock na primeira volta, porém, essa superioridade em corridas é jogada no lixo em razão de muitas quebras de seu Virgin.

Mas isso não impediu que os vários jornalistas do site e revista Autosport que acompanham a F1 o colocasse em posição de destaque, e isso vem contando a seu favor na renovação de contrato com a equipe, o que parece o mais viável para ambos os lados, já que o brasileiro não teria nenhum carro mais competitivo em 2011, e sua chance seria uma possível saída de Timo Glock para a Renault o que o alçaria a posto de 1º piloto e teria as regalias todas para si.

Para isso ele já tem o apoio de algumas empresas que o colocaram no carro da Virgin esse ano e sua batalha para estar no grid só terminará em 2011, um pouco antes da pré-temporada de inverno, porque mesmo estando em situação confortável, ele sabe que pilotos pagantes do naipe de Petrov podem assegurar uma vaga na categoria com gordas quantias de dinheiro.

Lucas di Grassi merece por enquanto ter mais uma oportunidade para demonstrar o que pode fazer em 2011 e mesmo numa equipe tão pouco estruturada continue a mostrar que tem lugar em uma equipe melhor em 2012.

Bruno Senna é o mais injustiçado até agora na temporada por conta de seu péssimo equipamento e de acordo com ranking da Autosport, ele se coloca a frente de carros mais rápidos e pilotos mais experientes como Glock, Schumacher e a dupla da Toro Rosso, mostrando que para os jornalistas ingleses ele tem tido apresentações a contento, porém, a crítica sobre ele aqui no Brasil não diz a mesma coisa, o exemplo é o diminuto jornalista Flávio Gomes, que sempre que pode diz algumas bobagens sobre o que o rapaz fez ou venha fazer, e ele não é a exceção outros fazem isso.

Mesmo que não seja desculpa, sua curta carreira com apenas 5 anos de automobilismo, passando 2 anos de F3 inglesa, 2 anos de GP2 e mais 1 ano de AMLS, na equipe Oreca, não dão credenciais de piloto super preparado como são Hamilton, Vettel, Glock e Hulkenberg, sim de inexperiente e com muito a aprender na F1 e em comparação com os que já correram  nas categorias de base e a experiência desses, vê-se que ele tem muito a percorrer para chegar a um nível e carro melhor para que possamos julgar com mais dados o seu real desempenho.

Mesmo assim vem sendo mais rápido que seus parceiros de equipe durante os treinos livres e classificatórios e esse é seu único e verdadeiro parâmetro de desempenho, porque em corridas o carro tem muitos problemas mecânicos, e para os céticos lembrem que nos dias de hoje com a F1 baseada em aerodinâmica é impossível fazer o que seu tio fez com a Toleman de 84, que diga-se, era um carro melhor que a Sauber de hoje em dia, sofria apenas com o motor aspirado ante aos turbos e com os problemas de fiabilidade.

O seu futuro para 2011 é mais incerto do que o de seu compatriota di Grassi, mesmo tendo o apoio financeiro das empresass de Carlos Slim, dono da Embratel e Claro no Brasil, que é o grupo especulado como title sponsor da Sauber em 2011, isso abriria uma vaga para ele na equipe suíça, porém ha dois agravantes nesse caso, a Ferrari quer colocar nessa vaga o jovem francês Jules Bianchi que corre atualmente na GP2 por conta do fornecimento de motores, e os mexicanos sonham com a entrada do jovem Sergio Perez na F1 em 2011, pois a outra vaga está quase certa para o japonês Kamui Kobayashi.

E não há vagas em aberto até o memento que ele se encaixe, há apenas, vagas na nova equipe que surgirá ainda essa semana e mais uma se vir a acontecer saída de um dos pilotos da Virgin ou Force India com a possível transferência de Glock ou Sutil respectivamente para a Renault. Mas na equipe de Richard Branson é quase impossível entrar sem levar um caminhão de dinheiro e na indiana teria que ter o apoio de alguma empresa que tenha grande apelo dentro da equipe sediada em Silverstone, como a Mercedes, que já o quis antes e acertadamente o brasileiro recusou e os casos dos bons ingleses Paffet e di Resta, ambos apadrinhados até certo tempo pela montadora alemã, que hoje são eternos pilotos reservas.

Sua maior oportunidade de ficar na F1 em 2011 é permanecer na Hispania que também pode não estar em 2011 para a primeira prova do ano, e se isso acontecer, ainda rezar para que o carro melhore e a saúde financeira da equipe seja equilibrada, vale ressaltar no caso dele com a Hispania, que um dia foi Campos, o contrato com a primeira dona da vaga era de 2 anos e tinha cláusula que o garantia na equipe, até onde isso vale para a atual dona da vaga não sabemos, nem mesmo se assinou um novo contrato.

Resumindo, mesmo não sendo tão ruins como lemos em muitos portais e blogs por aí, não sabemos seus reais potenciais de crescimento e aprendizagem, como foi o caso de Alonso, esse passou um ano penando na Minardi em 2001 e mais um ano de piloto de testes da Renault em 2002 sem se quer ser notado para ser campeão em 2005.

E assim como no filme, um deles poderá ficar pelo caminho, então qual dos dois pode dizer adeus a categoria em 2011?

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comentários
  1. Acho que ambos são bons pilotos, o Senna eu acho que para continuar ele tinha que ser muito superior aos seus companheiros, no caso de Lucas, como a equipe joga a favor de Glock, ele esta se saindo bem.

  2. Will disse:

    Os dois têm se apresentado bem, dentro do que se pode avaliar.

    Acho (isso é chute) que o Lucas tem mais preparo técnico e penso que ele deveria sacrificar um pouco a vida de playboy e emagrecer uns belos 4 Kg (o Kubica já mostrou que é possível).

    A grande (?) carta na manga do Bruno, a meu ver é que o Bernie ‘quer’ ele na F-1.

    Temos que ver até onde isso vai.

  3. Will disse:

    Ah, Claudemir, belo post! Muito bem feito!!!

  4. Fernando Kesnault disse:

    De verdade, verdadeira…qual a diferença sem este dois por lá??? Nenhuma, o Di Grassi talvez até mereça mais uma chance mas o Bruno é horrível e só está onde está devido ao sobrenome e aí é pegar pesado demais da conta, chega de pachecada, este moleque é fraco de braço não merece estar em categoria Top e muito menos na f-1…se bem que por lá já está uma baderna mesmo,, aceita cada um…

    • Fernando, Fernando.

      Já não temos pilotos brasileiros a altura de um campeão a mais de 16 anos, e limar esses dois fará diferença sim para nós fãs de F1, eles mantém a lenda de que brasileiros chegam lá. Cada um por seu mérito, claro, mas chegam.

      Imagina um jovem francês o que pensa, porque desde de Prost não tem pilotos decentes, nem corrida tem por lá e na última temporada importaram um suíço do cantão francês para ser piloto do país.

      Então é sempre bom ter 3 ou 4 até 5 pilotos do Brasil por lá, porque pelo andar da carruagem apenas o Felipe Nars tem alguma chance, os demais vão penar muito.

      • Fernando Kesnault disse:

        Sabe Claudemir, tão cedo teremos pilotos competitivos a disputar um título na f-1 e sabe por quê?? Porque aqui não tem mais categorias base de monopostos como tínhamos até uns…(uau)..15 anos qdo. vivenciamos a F-Ford, F-Chevrolet, e uma f-3 supercompetitiva que dava maturidade, experiência e vivência a um piloto que ambicionava chegar lá.
        Hoje se queres correr de monoposto tem que sair para outro país, então….o que acontece?? Só filhinho de papai que na grande maioria não tem o talento natural de uma pilotagem e sim um talento forçado em base na grana. Ok, ok, vcs. me diram que no automobilismo só sobrevive quem tem dinheiro..Concordo e assino embaixo, mas aquele (antes) que não tinha muito dinheiro poderia arriscar em alguma prova por aqui e se tivesse oportunidade de mostrar o seu talento e fosse observado por algum chefe de equipe, passava a ter uma chance…e diante disto…com o seu talento e consequente popularidade arrumava um patrocinio para ir de etapa em etapa até chegar a um nível internacional. Agora, para sair daqui e correr lá fora, tem que ter grana para se sustentar numa boa equipe (que nada conhece de ti) e para se sustentar de maneira básica (alimentação, moradia, transportes, etc.).
        E quem pode fazer isto?? Só quem tem grana e neste seleto grupo nem sempre temos um talento puro…

      • Tirando o Piquet que foi muito sortudo e trabalhador. O cara certo na hora certa. Aponte um piloto brasileiro que chegou a F1 que não tinha dinheiro, muito dinheiro.

        Então dinheiro não é a questão, a questão e ter pilotos que chegam lá, veja que os franceses devem ter mais dinheiros e formulas para adentrar com uma esquadra francesa na F1, mas não é isso que acontece. Antes do fenômeno Schumacher não se via alemão pipocando a torto e a direita como hoje, é uma esquadra de verdade.

        Então o que será quando os dois brasileiros mais prestigiados na atualidade parar de correr na F1, não teremos mais ninguem por lá, já que como disse, com cara de chegar lá só o Nasr.

      • Vitor, o de Recife disse:

        “Tirando o Piquet que foi muito sortudo e trabalhador.”

        Reitero os adjetivos, mas mesmo o Piquet estava bem longe de ser um pé rapado. Digamos que ele era o mais pobre dentre os nossos três campeões. E ele só teve que ralar mais do que os outros por seguir seu sonho sem o apoio do pai.

        Automobilismo no Brasil SEMPRE foi esporte de rico. Gente humilde entrando na brincadeira, só na Finlândia (Raikkonen) ou Alemanha (Schumacher).

      • claudio cardoso disse:

        Vitor, o Piquet explica bem a vida dele numa entrevistas dessas por ai.

        Ele diz que o Pai dele era Ministro, e que nem de longe ganhava-se o que se ganha hoje.

        Independente de qualquer coisa, a Familia nao tinha dinheiro para banca-lo, e fora isso a familia tb era contra ele correr.

        Ele conta que algumas coisas ele so tinha dinheiro para ida, ele contava com o dinheiro ganho na prova para poder voltar para casa.

        Claudemir, o Rubinho tb nao tinha dinheiro para bancar a F1, e ele foi para fora precisando de patrocinio.

        Alias os unicos Brasileiros que COMPRARAM O COCKPIT na F1, foram Diniz e o Bruno Senna.

    • Edgard disse:

      Parabéns, Fernando, penso igual a você…não pelo fato de estar em uma equipe ruim, ou melhor, um arremedo de equipe, mas sim por ter ficado pra trás do indiano (treino não vale pra nada, em corridas perdeu feio) e, agora, vê o japonês do dinheiro chegando mais perto…na Belgica exaltaram que ele teve a melhor largada, mas antes do final da reta já estava em ultimo e levou um coro do companheiro…então…

  5. Vitor, o de Recife disse:

    Que os dois rezem para que suas carroças melhorem em 2011… no caso do Bruno, que a carroça ainda corra no ano que vem. Até porque são as únicas opções que ambos tem.

    Sobre a vaga da Renault, é tanto nome sendo especulado que não não dá pra imaginar nem quem vai pairar naquelas bandas. Ora se fala em Petrov na Lotus (junto com os motores Renault); ora se fala na permanência do russo; já se especulou Heidfeld voltando a fazer dupla com Kubica, mas esperem! A Mercedes não vai querer liberá-lo, não com a experiência adquirida com os Pirelli; então ele vai pra Force India!

    Ah, essa silly season…

  6. Mari Espada disse:

    Coitadinho do Bruninho, fadado a viver para sempre à sombra do tio…
    Acho que ele jamais teria chegado à F1 sem a força de seu sobrenome!

    • Advogado do Diabo.

      Sem o sobrenome ele poderia ter chegado a F1 mais preparado que com o sobrenome e a tragédia familiar.

      Ele só andou de formula aos 21 anos, nessa idade Vettel estava na F1 e já tinha rodado todas as formulas de base da Europa, Hamilton já era campeão de GP2, Piquet vice, Hulkenberg campeão.

      Disputou o título de 2008 da GP2 com o veterano Pantano com um carro claramente superior ao seu, isso no seu 4º ano de automobilismo, qual piloto teria essa capacidade apenas pelo nome, qual teria uma ascenção tão rápida se fosse braço duro.

      Na F3 inglesa foi 3º colocado no ano de estréia andando pela inferior equipe da RR-Raikkonen, quando todos sabemos que quem manda no campeonato é a Carlin e no ano seguinte vice com o mesmo carro. Esse ano a Carlin fez o campeão com 6 rodadas de antecendência e os outros 3 melhores colocados são da equipe.

      Então analisar o piloto pelo seu nome e não pelo carro e desempenho é vil, não é honesto.

      • Fernando Kesnault disse:

        O companheiro do Senna na equipe do Kimi conjutamente com Robertson (Mike Conway) foi o campeão do torneio de f-3 naquele ano de 2006…

      • My bad.

        Esqueci do Mike Conway, que está no estaleiro da Indy e que foi um fiasco na Gp2, mesmo correndo em equipes boas.

  7. iDavid disse:

    Alguem confirme pra mim, eu li em algum lugar que a Toleman do Senna tinha motor turbo. Se não me engano foi num comparativo do Ayrton Senna com o Stefan Bellof.

  8. Fernando Kesnault disse:

    Sim era um Hart turbo L4 que equipava os Tolemans

    • Chassi: TG183B Motor: Hart 415T 1.4L L4 Turbo Pneu: Pirelli

      As demais equipes que corriam de turbo, corriam de 1.5L ou 1.6L, isso eram, motores Ferraris, Renaults, Porsches e BMW, quem não podia ia de Hart (que era muito fraco) ou de Cosworth aspirado.

  9. Eduardo De Campos disse:

    O melhor do texto foi o adjetivo “diminuto” dado ao babaca do Flávio Gomes.Um porqueira que se acha o dono da verdade.

  10. claudio cardoso disse:

    Concordo plenamente FERNANDO.

    o BRUNO é muito ruim.

    Na parte que fala, que ele tem so 5 anos de experiencia no automobilismo, para mim denigre mais ainda. Afinal F1 é categoria top, e nao escola.

    E comparar que ele esta sendo mais rapido que os companheiros de equipes é até sacangem, afinal seus compaheiros sao o que ha de mais mediocre, alias nao sao mediocres, afinal mediocre é médio. ELE tem compaheiros horriveis.

    Essa tabela nao reflete absolutamente nada. Bruno Senna melhor que Schumacher so pode ser piada. O Schumacher tem como companheiro o Rosberg, um bom piloto, ja Bruno Senna um piloto ridiculo como companheiro.

    A Tabela tb mostra outras coisas absurdas, como o Massa atras de pilotos que nunca conseguiram nada na vida, como Kovalain, De la Rosa, Trulli e Sutil.

  11. Daniel Machado disse:

    Eles não podem fazer mais do que querem por causa do carro que tem. Mas acho que eles são dois pilotos de bom futuro, mas acho o Di Grassi um pouco melhor. Está enfrentando bem a preferência da equipe dada para o Glock que é bem experiente na Fórmula 1. Espero ver os dois brasukas ainda em um carro de ponta.

  12. Eu acho que o Brunno é um talento natural, mas que passou do ponto, se ele tivesse feito a base seria bem melhor, agora não podemos dizer que ele é ruim, tentem começar uma atividade esportiva aos 20 anos e vão competir com adversários que começaram aos 7 anos, é uma dificuldade a mais, acho que ele tem talento sim, o problema é que a gente vê ele e inevitavelmente tem um fundo de comparação com Ayrton.

    • Claudio CArdoso disse:

      o Rodrigo eu comecei com 20

      fui campeao Regional, carioca, estadual, vice brasileiro e algumas outras coisas.

    • Claudio CArdoso disse:

      Foi so um exemplo.

      Isso ai nao quer dizer nada.

      So para ilustrar que 20 anos nao quer dizer nada. Agora dizer que alguem é bom, alguem que nao conseguiu nada na carreira é no minimo estranho para mim.

      Chega numa Multinacional e fala OLHA eu tenho capacidade para ser presidente, acredita em mim, eu nao tenho historia nenhuma, mas acredita eu sou bom.

      Para mim é o caso dele.

  13. Allan Wiese disse:

    Quem sabe a compra da Addax pelo Lucas di Grassi não pode dar uma mãozinha aos brasileiros? Essa é a intenção dele…

  14. celso gomes disse:

    Senninha. Não me convence como um provável grande piloto. Se tiver alguma $orte poderá ficar entre os do pelotão intermediário, durante uns 2 ou 3 anos, no máximo.

    O outro filho de Francisco, vai virar um bom dono de equipe daqui mais um ou dois anos. Também não tem pinta de pilotar num nível muito melhor do que o S. Sobrinho.

    Brasileiro tá mais desvalorizado na F1 do que cachorro viralata.

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