Franchitti é pole em Homestead.

Publicado: 02/10/2010 por Vitor, o de Recife em Notícias
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Dario Franchitti deu o primeiro passo para superar a vantagem de Will Power e conquistar seu terceiro título na Indy ao fazer a pole na decisão deste sábado em Homestead.  Com o feito, a diferença que separa os dois pilotos caiu para 11 pontos.

Largar na pole em um oval não faz tanta diferença em relação à corrida. Mas conquistar a primeira colocação no grid garante ao autor do feito um ponto de bonificação. Não deixa de ser uma vantagem para Franchitti, em uma prova que promete ser bastante disputada. O companheiro do escocês, Scott Dixon, larga em segundo, à frente de Will Power.

Franchitti pode somar, além da pontuação obtida pela colocação que conquistar, mais dois pontos, caso lidere o maior número de voltas. A Power, cabe marcar de perto o rival. Caso Franchitti se mantenha na liderança, um ator importante que pode fazer a diferença é Scott Dixon. Isso porque a diferença do primeiro para oo segundo colocado é de dez pontos. Veja a tabela abaixo.

Pos. Pontos
50
40
35
32
30
28
26
24
22
10º 20
11º 19
12º 18
13º 17
14º 16
15º 15
16º 14
17º 13
18º 12
19º 12
20º 12
21º 12
22º 12
23º 12
24º 12
25º 10
26º 10
27º 10
28º 10
29º 10
30º 10
31º 10
32º 10
33º 10

A largada da prova acontecerá às 20h, horário de Brasília, com transmissão ao vivo os canais Band e Bandsports (canal por assinatura). Também é possível acompanhar a corrida pelo site oficial da categoria, o Indycar.com. É só se cadastrar no site e entrar na opção Multimedia/Live Video Streaming.

Confira o grid completo abaixo.

Pos. Piloto Equipe Velocidade média
Dario Franchitti Ganassi 213.187mph
Scott Dixon Ganassi 212.908mph
Will Power Penske 212.580mph
Ryan Briscoe Penske 212.158mph
Dan Wheldon Panther 211.933mph
Justin Wilson Dreyer & Reinbold 211.630mph
Ed Carpenter Panther/Vision 211.444mph
Tony Kanaan Andretti 211.392mph
Takuma Sato KV 211.355mph
10º Helio Castroneves Penske 211.240mph
11º Danica Patrick Andretti 211.013mph
12º EJ Viso KV 210.928mph
13º Mario Moraes KV 210.741mph
14º Bertrand Baguette Conquest 210.738mph
15º Ana Beatriz Dreyer & Reinbold 210.715mph
16º Marco Andretti Andretti 210.698mph
17º Sarah Fisher Sarah Fisher 210.671mph
18º Graham Rahal Newman/Haas 210.629mph
19º Alex Tagliani FAZZT 210.520mph
20º Ryan Hunter-Reay Andretti 210.030mph
21º Vitor Meira Foyt 210.017mph
22º Alex Lloyd Dale Coyne 209.433mph
23º Raphael Matos De Ferran Dragon 209.311mph
24º Sebastian Saavedra Conquest 209.308mph
25º Simona de Silvestro HVM 208.986mph
26º Hideki Mutoh Newman/Haas 208.579mph
27º Milka Duno Dale Coyne 207.961mph
Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33
Pontos 50 40 35 32 30 28 26 24 22 20 19 18 17 16 15 14 13 12 12 12 12 12 12 12 10 10 10 10 10 10 10 10 10
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comentários
  1. Daniel Lima disse:

    Vitor,

    Confesso que acho a F Indy uma zona,é safety car de 1 em 1 minuto na pista.Nos boxes é um deus nos acuda,o mecanico de tira o pneu é o mesmo que coloca,au mentando o risco de acidentes.

    Mas como a velocidade tá no sangue,te confesso tb que assisto sempre.Nada comparado a F1 que fico contando as horas entre uma etapa e outra e naquele intervalo do verão europeu,1 mês sem F1,me da febre,dor de cabeça,insonia ((:

    A Indy ameniza um pouco os intervalos entre uma corrida e outra,na Indy prefiro os circuitos ovais que o mistos.Vou assistir a corrida e torcer pra que o Tony ou o Helio Castroneves vençam e pelo menos coloquem agua no chop do Franchitti ou Power.Já que não tem mais chances de conquistar o titulo.

    • Sirlan Pedrosa disse:

      Daniel,

      A questão da Indy e de outras categorias como a Stock Car é que sempre comparamos com a F1, que além de ser o topo do automobilismo é a raiz da nossa cultura desse esporte na TV.

      Inclusive na Indy somos estimulados a essa comparação pela forma como a Band transmite, sempre destacando a categoria em comparação com a F1. O que acho um grande erro deles.

      Quando tentamos assistir as outras categorias do automobilismo aceitando que elas tem caracteristicas e dinâmicas próprias, acabamos por aproveitar o que tem de melhor sem compararmos com o padrão que estamos acostumados.

      Afinal, como você bem falou a paixão pela velocidade tá no sangue…

      Um forte abraço,

      Sirlan Pedrosa

      • Vitor, o de Recife disse:

        Sirlan, é por aí mesmo. Quando comecei a acompanhar a Indy, a alguns anos, tinha a mesma visão do Daniel. É inevitável fazer uma comparação com o que você ja está acostumado, mas depois de um tempo a gente se adapta à cultura da categoria.

        Aliás, uma categooria que não consigo apreciar ainda é a Nascar. Talvez um dia me adapte.

      • Daniel Lima disse:

        Sirlan,

        Embora não tenho sido essa minha intenção,acabei fazendo uma comparação com a F1 mesmo.

        Sei que cada categoria tem suas particularidades,gosto da Indy,mas nada comparado a F1,prefiro a dinamica F1,a rapidez na troca de pneus,a diferença entre os carros,motores,a organização das provas.

        O que na minha opinião poderia melhorar mais ainda,seria a volta do reabastecimento,ter 2 fabricantes de pneus e sei que parece loucura mas a inclusão de 2 ou 3 circuitos ovais seria interessante ((:

        Abraço

    • Vitor, o de Recife disse:

      Torcerei pela segunda vitória do Kanaan. Helio já ganhou três esse ano, a Andretti tá precisando recuperar o fôlego. ;)

      Pelo título, torço pelo Power, um piloto que só não tem um sobrenome mais sugetivo que o de Sott Speed. Aliás, acho que a Red Bull só escolheu o americano para a F1 pelo sobrenome…

  2. Alex-Ctba disse:

    Valeu Vítor pelas informações, inclusive eu desconhecia o sistema de pontuação. Vou assistir a corrida. O Terra tb estava passando as corridas. Será q eles não vão transmitir tb?

    Esse decisão, pela diferença de pontos, tem td para ser bem emocionante.

    A conferir…

    • Vitor, o de Recife disse:

      Valeu Alex. Nunca assiti as corridas pelo Terra, passa o video ao vivo? Já assisti várias corridas pelo site da categoria, isso numa conexão GVT 10MB. Dá para assistir, mas claro que pela tv é bem melhor… desde que não seja com o malado Luciano do Valle, cujo grande mérito é nos lembrar que há coisa pior que o Galvão…

      • Alex-Ctba disse:

        Realmente o Luciano do Valle consegue ser MUITO pior do q o GB. Tanto narrando corridas como futebol.

        O Terra tem transmitido as corridas da Indy ao vivo sim, e o legal é o chat q vc manda perguntas e os caras procuram responder no ar.

        Minha internet é da Oi de 4MB e funciona bem, nunca trava, por isso gosto de assistir a Indy pelo Terra.

        Abs

      • Vitor, o de Recife disse:

        Boa dica Alex. Quem transmitiu a corrida na Band foi o Teo José, com comentários do Giaffone, que já correu na IRL. Gosto dos dois, no geral fazem um trabalho equilibrado.

        Infelizmente, na corrida de São Paulo deve voltar o do Valle. Deus me livre…

        Mais o pior da transmissão da Indy neste ano foi o que fizeram nas 500 milhas. Um absurdo: qem narrou foi o Teo, tava tudo ótimo, até CORTAREM a transmissão na parte final da corrida para transmitir uma pelada sem importância do campeonato brasileiro. COm todo respeito aos torcedores dos times em questão (que nem me lembro quais eram), mas convenhamos: 500 milhas só ocorrem uma vez no no; o Brasileirão tem trocentas partidas ao ano e o início é bem morno… custava deixar de transmitir uma partidaziha? Não poderiam botar um maldito VT depois?

        É por isso que, apesar dos pesares, a transmissão da Globo tem algumas vantagens.

  3. Mari Espada disse:

    Então agora o Vitor será o nosso correspondente oficial da Fórmula Indy? Hehehe. =D
    Estou adorando me atualizar sobre essa categoria por aqui… apesar de ser apaixonada mesmo, de verdade, apenas pela Fórmula 1.

    • Vitor, o de Recife disse:

      “Então agora o Vitor será o nosso correspondente oficial da Fórmula Indy?”

      KKKKKKKKKKKKKK, quem sabe…

  4. wilson disse:

    gostaria de ver o power campeão, mas o franchiti eh meio marra. se não der nenhum problema mecanico ou estrategia diferenciada de alguem, o franchiti leva o título.
    mas sinceramente gostaria de ver o helio vencendo mais uma.

    Na formula indy tivemos excelentes pilotos, com corridas emocionantes, títulos.
    Acompanhei muitas delas e continuo acompanhando.
    Eis alguns pilotos com muito bom retrospecto:

    Andre Ribeiro (hoje empresario e gerenciando carreira da bia figueiredo),
    Gil de Ferran (atualmente só dono de equipe) vencedor da mais famosa corrida por lá, as 500milhas de indianapolis, dois títulos na categoria
    Emerson fittipaldi, bi-campeão na f1, vitória nas 500 milhas de indianapolis, um titulo na indy
    Tony kanaa, campeão da indy e sempre com boas corridas
    Helio Castroneves, tricampeão das 500 milhas
    Cristiano da Mata, que fez boas participações, no entanto apos um grande acidente e um bom periodo de recuperação vindo a correr na nossa stock car e formula truck

    No site blog da indy, dos aproximadamente 500 votantes quanto a quem leva o título, a maioria vota no power: 62%

  5. wilson disse:

    sobre a formula indy

    Melhor período da história do automobilismo Americano! Uma fase em que a Indy esteve muito internacionalizada, a CART de então fazia corridas em 5 países no final da década, tinha pilotos internacionais aos montes, ótimos carros, motores turbos, 4 fabricantes de motores, 4 fabricantes de chassis, alto nível, patrocinadores de peso, transmissão de ótima qualidade na TV, enfim, quem viu, sabe do que estou falando. Só lembrar dos feitos de Alessandro Zanardi, Greg Moore, Paul Tracy, Emerson Fittipaldi, Michael Andretti, Al Unser Jr, dentre outros, e as meteóricas passagens de Nigel Mansell, Jacques Villeneuve, André Ribeiro e Juan Pablo Montoya também marcaram. O único ponto negativo foi que nesta mesma época aconteceu a Cisão de 1996, onde se separaram a CART e a IRL, mas nos primeiros anos após o fato o prejuízo não foi muito sentido, a coisa só pegou mesmo após 2001.

    Segunda melhor fase da indy/cart

    Segunda melhor década da história centenária da F-Indy, só foi superado pelos anos 90 que nada mais foi do que a continuação e evolução da década de 80. Neste período a Indy, sancionada pela CART, começou a fazer corridas em circuitos de rua, que rapidamente se tornaram populares. Surgiram grandes e renomados pilotos, como Bobby Rahal, Emerson Fittipaldi, Danny Sullivan, Michael Andretti, Al Unser Jr, além do retorno de Mario Andretti. A televisão começou a ter maior presença na categoria nesta década, e a fórmula do calendário alternar circuitos mistos e ovais ganhou força. E os carros? Já eram fortes, robustos e potentes, com motores turbos, embora com menor número de fabricantes do que viria a ter futuramente, nos anos 90. Lembrar que nesta década a Indy não saía da América do Norte, mas estava pavimentando o caminho da internacionalização. Foi uma década segura, com apenas 3 acidentes fatais em todo o período.

    E que dizer dos ultimos anos? bem perdem para outras epocas, como decadas de 1960, 1950, e outros períodos.
    Decada de 2000. Houveram fatores positivos nesta década, que tem de ser lembrados. A internacionalização iniciada nos anos 80, aprofundada nos anos 90, se manteve na década de 2000, principalmente no número de pilotos. A maioria dos vencedores de corridas de Indycars nos anos 2000, seja pela CART ou IRL, nasceram fora dos EUA. Eventos fora da América do Norte prosseguiram, como os eventos em Motegi no Japão e Surfers Paradise na Austrália. A CART fez corridas na Europa, local onde a Indy tinha estado somente em 1978, dessa vez com novos eventos na Inglaterra e Alemanha entre 2001 e 2003, e nos “países baixos” em 2007, com corridas em Zolder e Assen. As corridas em ovais, principalmente as da IRL, se tornaram mais emocionantes, com várias chegadas lado a lado entre 2002 e 2006, e a mais recente delas em Chicago 2008, provas onde o vencedor era conhecido nos centésimos de segundo, e em várias delas houveram as mais apertadas chegadas da história do automobilismo mundial em todos os tempos. Pilotos de bom nível continuaram a aparecer, e foram a renovação da Indy após a saída dos grandes campeões dos anos 80 e 90, e apesar da resistência de alguns, devemos reconhecer o valor de Sebastien Bourdais, Paul Tracy, Sam Hornish, Scott Dixon, Tony Kanaan, Dario Franchitti, Dan Wheldon e Helio Castroneves.Porém, os fatores positivos acabam por aí. A década de 2000 foi marcada pelo aprofundamento da cisão entre a CART e a IRL, ocorrida ainda em meados dos anos 90. Quando a CART começou sua decadência, em fins de 2001, não houve outro campeonato de igual nível técnico, os que mais se aproximaram foram os da IRL de 2005 e 2008, sendo neste último ano o da Fórmula Indy já reunificada, terminando 12 anos de cisão.Mas como a reunificação só ocorreu já no final da década de 2000, a maior parte da década conta a história de duas fórmulas Indys, cada uma tirando forças da outra, e ambas dando espaço para outras categorias crescerem e tomarem parte de seu público dentro e fora dos EUA, como é o caso da NASCAR e da Fórmula 1, respectivamente.A alternância de circuitos esteve em baixa em alguns campeonatos, principalmente os da IRL entre 1996 e 2004, e os da CART, já rebatizada de “ChampCar” entre 2004 e 2007. Enquanto que a primeira, comandada por Tony George, neto de Tony Hulman, só realizava corridas em circuitos ovais pavimentados, a segunda, já em sua fase controlada pelo aventureiro Kevin Kalkhoven, estava abolindo corridas em ovais, promovendo um calendário com predomínio de pistas de rua e circuitos mistos, sendo a última temporada da história da CART/ChampCar, em 2007, totalmente realizada sem os ovais, fugindo da essência da Indy.Com a introdução de circuitos mistos na IRL, a partir de 2005, e a fusão das Indys em 2008, o futuro aponta uma boa e ideal alternância entre ovais em mistos. 2009 teve 10 corridas em ovais e 8 em mistos, uma boa proporção.Os acidentes fatais continuaram a acontecer na Indy, em um período onde se erradicou as mortes da Fórmula 1 e da NASCAR, que um dia já foram verdadeiros “açougues”. Dois pilotos, Tony Renna em 2003 e Paul Dana em 2006 foram as vítimas, na IRL, e por muito pouco o mineiro Cristiano da Matta não foi outra vítima, na CART/ChampCar em 2006, o mesmo ocorrendo com o legendário Alessandro Zanardi na primeira corrida da CART em território europeu, Lausitzring 2001, tendo sobrevivido a uma dupla amputação das pernas devido a um terrível acidente.Os patrocinadores de peso do passado, já não tem mais a mesma presença de peso nos dias atuais, tendo restado algumas nas principais equipes, enquanto que em todo o mundo a erradicação da publicidade do tabaco entre 2003 e 2005 também influenciou na perda de fortes patrocínios de outrora.Os carros, que nos anos 90 eram robustos, potentes e com diversas marcas de chassis e pneus, passou por um processo de padronização e saída de fabricantes na década de 2000, por conseqüência da cisão. Enquanto que Toyota e Honda migraram da CART para a IRL entre 2002 e 2003, levando consigo várias equipes da ChampCar para usarem propulsores na categoria dos ovais, a categoria que tinha acabado de entrar em decadência passou vários anos usando o mesmo conjunto chassi-pneu, com o mesmo projeto de 2002. Um Lola-Cosworth. O mesmo acabou ocorrendo na IRL a partir de 2006, pois no final de 2005 a Toyota e a Chevrolet abandonaram a Indy Racing League, deixando a Honda sozinha como única fornecedora de motores, que se mantém até os dias atuais, enquanto que os chassis passaram a ser somente os Dallaras de 2003 (muito criticados pelos fãs, por sua falta de estética). Em 2007 a ChampCar estreou novos chassis, os Panoz, criticado por alguns por se parecer demais com um Fórmula 1, e não com um IndyCar, porém durou somente 1 ano pois o campeonato não tinha mais fôlego financeiro para continuar a existir e aceitou a sua incorporação pela ex-rival IRL.Com vários aspectos negativos, a década de 2000 deu aos fãs da Fórmula Indy uma sensação de desgosto e apatia com tanta confusão e divisão. Confusão com os nomes das categorias, confusão sobre qual categoria é aquela onde está correndo determinado piloto famoso. Confusão que afastou torcedores, patrocinadores e espaço na mídia, fazendo-os migrarem para as mais estáveis Fórmula 1 e NASCAR.Mas o futuro acena melhores dias.Com a recente fusão da CART com a IRL, bons campeonatos a frente, com novos vencedores (alguns deles com bom apelo popular, como o “teen” Graham Rahal, filho do tricampeão da CART Bobby Rahal, e a primeira mulher a vencer no automobilismo de ponta, Danica Patrick) a atenção da mídia para a Fórmula Indy aumentou, o campeonato voltou a crescer no último ano, e está em um processo de reabilitação, em recuperar a sua credibilidade do passado. Para 2011, ano do centenário das 500 Milhas de Indianápolis, base de criação da Fórmula Indy ao longo da história, um novo regulamento técnico deve entrar em vigor, com a volta dos motores turbos, e o projeto de um novo chassi. Se a crise financeira internacional não atrapalhar, a Indy de hoje tem tudo para voltar a seus grandes dias em breve, e colocar a década de 2010 certamente entre as melhores de toda a história da categoria.

    • Daniel Lima disse:

      Wilson meu “arqui-rival”(brincadeira)
      Detesto admitir!Mas mandou bem hehe

    • Vitor, o de Recife disse:

      Wilson, os anos de ouro da Cart eram sensacionais… fora aquela diversidade proporcionada pelos diferentes chassis Reynard, Lola, Swift, Penske (a única que fazia os próprios carros); os pneus Goodyear vs. Firestone; motores Hond, Ford, Toyota, Mercedes (!)… bons tempos.

      Depois teve o intercâmbio entre pilotos da F1; Mansell, Blundell, Villeneuve, Zanardi (um dia faço um post sobre este cidadão: um verdadeiro exemplo de vida)…

      Fora os brasileiros: o que você citou, como o De Ferran (grande piloto), Christian Fittipaldi, Cristiano da Matta, Roberto Moreno (o Supersub… reencontrou as vitórias e a competitividade lá), Tony Kanaan, Hélio (um grande nome do nosso atomobilismo graças às suas conquistas em Indianápolis) entre outros. Mas sem dúvidas, a categoria foi marcada pela presença do, na minha modesta opinião, maior nome do nosso automobilismo, em todos os tempos: Emmerson Fittipaldi.

      Guardo muita expectativa para 2012. Espera-se que mais motores venham e mesmo com a manutenção do chassi monomarca, haverá uma flexibilidade para que as equipes o modifiquem.

  6. wilson disse:

    Sobre os brasileiros

    Melhor ano: 2000
    em dezesseis corridas os brasileiros subiram ao pódio em dez

    No Grande Prêmio de Portland, em junho, e no de Mid-Ohio, em agosto, eles simplesmente dominaram o primeiro, o segundo e o terceiro lugar. O feito era até então inusitado na Championship Auto Racing Teams, a Cart – o nome oficial da modalidade. Não faltaram também as dobradinhas, com brasileiros em primeiro e segundo lugares. Ocorreram no circuito oval de Nazareth, em maio, e na pista mista de Laguna Seca, no começo do mês daquele ano.

    Os quatro brasileiros que inclusive disputavam o título naquele ano
    Gil de Ferran (campeão)
    Cristiano da Mata (10º lugar)
    roberto pupo moreno (3º lugar)
    helio castroneves (7º lugar)

  7. Alex-Ctba disse:

    Parabéns pelas informações Wilson. Nota-se q vc conhece e gosta muito da Indy.

  8. wilson disse:

    quer o campeão do btcc (campeonato britanico de turismo?) de 2010?
    colin turkington (nao sei se escreve assim) mas e´assim que parece a pronuncia.

    do dtm? 2008 e 2009 Timo Scheider da audi
    e por aí vai.

    gosto muito campeonatos de rally, gt (da fia) gt brasileiro, antigo trofeu maserati aqui no brasil, formula truck, campeonatos europeus como o britanico, o dtm, o australiano e até aqui na america do sul.

    sou apaixonado por automobilismo.

  9. wilson disse:

    e deu aquele que no momento é rei dos ovais, como eu imaginava: franchiti.
    torcia pelo power, mas ele ainda tem que crescer naquilo que os americanos são apaixonados: ovais.
    power dominou muita coisa esse ano, especialmente mistos, mas nao foi suficiente.
    Vamos ver se ele ano que vem melhora nesse aspecto, daí aliado a suas boas perfomances nos mistos poderá tentar levar o título.

  10. Alex-Ctba disse:

    É, o escocês voador levou o caneco. Só uma dúvida…na Indy não tem campeonato de construtores né? Por isso algumas equipes com três carros e outras com um somente.

    • Vitor, o de Recife disse:

      Alex, a Andretti tem 4 carros. Em algumas corridas, correu com um quinto, com um piloto britânico, Adam Carroll.

      A Penske correu este ano com três, mas deve vir em 2011 com apenas dois. Deve sobrar o Briscoe…

  11. wilson disse:

    não tem oficialmente, mas lá entre eles é uma guerra.
    chip ganassi, mister penske, bob rahal, os andretti, enfim a galera deles equivalente ao luca de montezemolo, bernie eclestone, ron denis, só que bem mais sociaveis.
    Na indy não business, tem também o lado romantico da coisa ainda, lado amador, lado da diversão

  12. wilson disse:

    tem nada de zona não mari.
    questão de parar para conhecer o regulamento, a cultura deles.
    por ex. questão de entrada de safety car eles são mais profissionais do que a f1.
    não dá aquele bafafa que a gente viu algumas corridas atras na formula um onde o pace car entrou apos uma redbull (nao lembro quem no momento) daí vinha o miltinhu que desacelerou fazendo as ferrari perderemo o ritmo e então ele acelerou de novo e inclusive foi penalizado, mas somente já ter ganho tempo suficiente. Quem se deu mal foi as ferraris. E lá na formula não acontece isso, safety car entra na frente, ou entao deixa alinhar todo mundo como tava na hora que ele entrou, fecha os boxes, depois de todos alinhados, abre e funciona faz anos.

    Isso não é balburdia, não é zona. |è profissionalismo. Agora quanto aos boxes realmente a história é diferente. Trabalham menos pessoas (mecanicos), param dois ou tres carros da mesma equipe juntos, não pode passar em cima de mangueiras, e mais algumas coisas se não leva drive trough e ali nos boxes se ganha posições, justamente aquilo que muita gente da formula gostaria de ver, mais emoção, então não é zona definitivamente.
    tenho certeza que se pudesse ter o mesmo conceito na formula um, ainda mais que é dificil de ultrapassar nas pistas então haveria mais emoção.

    E lá tem ultrapassagens a beça, os carros são padronizados.
    E já foram muito competitivos mais do que a formula um anos atras, essa é que a verdade. Tivemos uma epoca quatro brasileiros disputando o título. Temos brasileiros campeos por lá.

    La eles correm em Laguna Seca, que é um espetaculo, curvas, descidas, subidas. O cara que é endiabrado faz a festa por lá. O miltinhu por ex. ia nos deliciar se corresse nessa corrida.

    Formula um a maioria acha the best, na verdade pra quem gosta de automobilismo mesmo é apenas mais uma categoria. Tem coisa boa, mas tem coisa ruim. E tem vida fora dela.

    • Vitor, o de Recife disse:

      Laguna Seca é difícil de passar… mas teve uma do Zanardi lá, na marra, qe foi sensacional!

      Vou lá “exercer minha cidadania”…

  13. wilson disse:

    uma corrida memoravel, bons tempos do zanardi. vale a pena ver de novo.

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