A história da Porsche no automobilismo.

Publicado: 17/10/2010 por Mari Espada em Artigos, História da F1
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A história da Porsche no automobilismo é mais abrangente e fascinante do que qualquer um de nós possa imaginar, ou do que qualquer texto possa relatar.

Portanto, neste meu humilde artigo, eu pretendo abordar os principais marcos dessa veterana no esporte à motor, servindo de introdução à futuros textos mais específicos sobre seus carros, suas histórias e suas conquistas nas pistas.

A origem dessa marca alemã inicia-se em 1931, quando Ferdinand Porsche fundou sua companhia em Stuttgart. Porém inicialmente a empresa limitou-se ao desenvolvimento de motores, não construindo automóveis em seu próprio nome.

 

LOGOTIPO DA PORSCHE: união do brasão de armas do Estado Livre de Württemberg com o brasão da cidade de Stuttgart

 

Um dos primeiros projetos da nova empresa foi o desenvolvimento de um carro para o povo alemão, por solicitação do governo. Isso resultou no conhecido Fusca, da Volkswagen, um dos carros mais bem sucedidos de todos os tempos.

Dessa forma, quando a Porsche decidiu desenvolver seu primeiro carro em 1939, o Porsche 64 reaproveitou muitos componentes do Fusca, resultando em uma aparência muito próxima entre eles. Mas este foi criado especialmente para competições de resistência, e com isso o Berlin-Rom-Wagen representa o ancestral de todos os carros esportivos da Porsche.

 

Berlin–Rom-Wagen (Porsche 64)

 

Porém, durante a Segunda Guerra Mundial, a Porsche desviou-se de seus objetivos no automobilismo e focou-se em produzir a versão militar do Fusca, o Kübelwagen e o anfíbio Schwimmwagen.

 

Kübelwagen e Schwimmwagen (Porsche Militar)

 

Já no final da Segunda Guerra em 1945, o filho de Ferdinand Porsche, Ferry Porsche, assumiu a empresa, devido à prisão política de seu pai e seu posterior falecimento. E a partir deste fatídico acontecimento, a Porsche que conhecemos hoje começou a tomar forma.

 

LOGOTIPO DA PORSCHE

 

E tudo começou porque Ferry Porsche estava com problemas para encontrar um modelo de carro no mercado o qual gostaria de comprar, e assim resolveu construir seu próprio carro.

Dessa forma nasceu, em Junho de 1948, o conhecido 356 Roadster (o Porsche Nr.1), com um design elegante assinado por Erwin Komenda, também responsável pelo design do Fusca.

 

Porsche 356 Roadster (o Porsche Nr.1)

 

E com a evolução deste carro, a Porsche deixaria seu passado bélico para assumir um futuro esportista.

Dessa forma a marca iniciou sua participação no automobilismo com o 356 Aluminium Coupé no final dos anos 40. Sendo que em 1951 o fabricante de carros esportivos Porsche ganhou fama internacional, devido à vitória de seu 356 SL na competição 24 horas de Le Mans.

 

356 SL Aluminium Coupé

 

A velocidade e a confiabilidade do coupé de alumínio também foi demonstrada durante uma competição com 72 horas de duração em 1951, em Monthéry. Durante a corrida o carro cobriu quase 11.000 quilômetros, com uma média de 152,35 km/h.

Em meados da década de 1950, o coupé de alumínio com motor de 1.500 cc e com o pára-brisa em peça única, foi bem sucedido em toda a Europa, principalmente em eventos de Rally.

E graças ao contínuo desenvolvimento da Porsche para as corridas, em 1954 a empresa lançou o bem sucedido 550 Spyder, que registrou sua primeira vitíoria em 1956 na corrida italiana Targa Florio.

 

Porsche 550 RS Spyder

 

E 10 anos após este carro vencedor, em 1964 a Porsche lançou o 911, que tornou-se o símbolo máximo da marca, após representar total sucesso desde as pistas de corrida até a garagem do cidadão europeu.

Atualmente o modelo 911 continua a ser produzido, porém diversas releituras de seu design já foram propostas, mas sempre respeitando as características e a qualidade de um Porsche, sendo que na Alemanha o 911 claramente supera os novos modelos da marca: Boxster, o Cayman e o Cayenne.

 

Porsche 911 Carrera RSR

 

Com derivações deste modelo 911, a Porche ganhou diversas corridas no final dos anos 60, dentre elas: as 12 horas de Sebring, as 150 milhas de Aintree, os 1.000 km de Nürburgring, as 24 horas de Daytona e o Rally de Monte Carlo.

Dentre as vitórias dessa época uma merece destaque: pois em 1962, o modelo Porsche 804 venceu o Grande Prêmio da França de Fórmula 1, marcando a participação da Porsche na categoria mais importante do automobilismo.

 

Porsche 804

 

A década de 70 veio para consolidar o caminho que a Porsche começou a trilhar nos anos anteriores, com as diversas conquistas do Mundial de Marcas e das 24 horas de Le Mans, tornando-se um ícone desses campeonatos.

Na série de corridas Can-Am, a Porsche venceu com facilidade em 1973, com o seu novo modelo 917/30, derivado do famoso Porsche 917.

 

Porsche 917/30

 

E nas ruas a marca vinha conquistando o mercado com o 911 Carrera. Sendo que o seu modelo 4×4 tornou-se responsável pela primeira vitória da Porsche no Rally Paris-Dakar em 1984.

 

Porsche 911 Carrera 4x4

 

Porém nos anos seguintes, 1985 e 86, o modelo que conquistou as provas de Rally foi o Porsche 959, com sua alta performance e tecnologia.

 

Porsche 959 Paris-Dakar

 

Neste mesmo período, a Porsche retornou à Fórmula 1, mas dessa vez de uma forma mais discreta, como fornecedor de motores em parceria com a TAG. Assim os motores TAG-Porsche eram utilizados pela equipe McLaren, e juntos eles obtiveram a conquista de dois títulos de construtores (1984 e 1985) e de três títulos de pilotos (1984, 1985 e 1986).

Mas em 1987 a Porsche abandonou pela segunda vez a Fórmula 1.

 

McLaren - Motor TAG-Porsche

 

Voltando para a categoria em 1991, dessa vez para a equipe Footwork. Porém o motor Porsche não se mostrou competitivo, conseguindo apenas um ponto na temporada e decretando assim a terceira saída da Porsche na Fórmula 1.

 

Footwork - Motor Porsche

 

Os anos 90 marcaram o desenvolvimento do Porsche Boxter em 1996 e do do Porsche Cayenne, a primeira série desenvolvida após a morte de Ferry Porsche em 27 de março de 1998.

Porém são os modelos derivados do tradicional Porsche 911 que continuam a conquistar vitórias em Le Mans.

 

Porsche 911 Turbo S-LeMans GT

 

Sem dúvida alguma, a Porsche possui uma grande história no automobilismo. Sendo que atualmente possui um currículo de vitórias invejável:

Foram muitos quilômetros percorridos pela Porsche desde o primeiro 356, para que hoje as corridas de GT fossem prioridade zero na sede da empresa em Stuttgart.  Assim a Porsche tornou-se sinônimo de velocidade e confiabilidade na principais competições de resistência do automobilismo.

Por isso muitos admiradores apoiam seu retorno como fornecedora de motores para a Fórmula 1, a categoria top do esporte à motor. E outros ainda sonham com o dia em que a empresa alemã virá com sua própria equipe para o grid.

Eu confesso que, após conhecer melhor a fascinante história da Porsche, me tornei um desses admiradores e reconheço a importância de sua forte presença também na Fórmula 1. Mas se você ainda não está convencido disso, veja esse vídeo da Le Mans Series de 2009 em Lagunda Seca, onde um Porsche e um Corvette disputam ferozmente a última volta, e depois me conte se você já mudou de idéia…

Fonte de pesquisa: Porsche

comentários
  1. Vitor, o de Recife disse:

    Mari, isso que é um Artigo, com A maiúsculo mesmo! Parabéns, seus textos estão se aprimorando cada vez mais!

    E torçamos para que a Porsche retorne novamente.

    • Mari Espada disse:

      Obrigada Vitor!!! Mas o mérito é todo da Porsche e sua fantástica história. Afinal, se o assunto não fosse bom, por mais que eu tentasse não faria milagres. =)

      E olha, com tantas idas e vindas, espero que 2013 traga a Porsche denovo para o grid da F1. Mesmo que seja apenas como fornecedora de motores para a Willians, já é um começo.

      Vamos torcer!!!

      Beijos.

  2. Sirlan Pedrosa disse:

    Mari,

    Belo artigo. Como você colocou no início do post, a história da Porsche é muito rica, tanto no automobilismo quanto na produção de esportivos de rua.

    Eu acho o modelo 917 um dos maiores ícones do automobilismo mundial, um carro que de certa forma se tornou a “cara” do mundial de Endurance, que nos anos 60 e 70 rivalizava com a F1 em importância e prestígio. O 917 é o carro usado por Steve McQueen no filme as 24 Horas de Le Mans.

    Os Porsche 956/962 também foram grandes vencedores em Le Mans.

    Quanto a equipe de F1, foi uma grande pena que eles não tenham tido os recursos para desenvoler o time. O carro era de certa forma convencional quando comparado aos Lotus e BRM da época, mas o motor era o supra sumo da filosofia Porsche : um oito cilindros boxer refrigerado a ar. Tinham todos os ingredientes para vencer na F1, inclusive uma boa dupla de piltos.

    Um abração,

    Sirlan Pedrosa

    • Mari Espada disse:

      Mestre Sirlan, obrigada!!!

      Cada trecho da história da Porsche renderia lindos textos… Foi difícil filtrar tanta informação durante a minha pesquisa, e precisei me concetrar muito para manter o foco do texto, que pretendia ser um apanhado geral da história da marca no automobilismo, sem entrar em detalhes de seus feitos em uma ou outra competição.

      Futuramente eu pretendo escrever mais sobre a Porsche, com certeza! Sobre os detalhes de suas vitórias em Le Mans, por exemplo.
      Mas por enquanto peço licença para sugerir algo à você… Que tal escrever sobre sua paixão pelo 917, hein??? Eu adoraria saber mais sobre esse ícone do mundial de endurance.

      Beijos!

  3. Allan Wiese disse:

    Mari, parabéns pelo texto. Muito bom. Fez um ótimo apanhado sobre a história e trajetória dessa marca no automobilismo.

    Eu sempre gostava de brincar com um 911 de brinquedo que eu tinha. Mas depois do jogo Need for Speed 5, Porsche, passei a ser fã declarado dessa marca. No jogo você passa por toda a história da marca, desde o 356 até o 911 995, modelo do ano 2000. A partir de então passei a pesquisar mais a fundo a história da empresa e todas as suas conquistas.
    Sem dúvida nenhuma, o 911 é a referência da marca. Um carro com mais de 40 anos de história (o carro produzido em série por mais tempo no mundo) que, se colocados lado a lado o modelo de 1964 e a série 997, de 2009, vê-se claramente que se trata do mesmo modelo de carro. A fidelidade da marca às origens do modelo, mas ter evoluído o design ao longo dos anos é de uma felicidade ímpar.
    Uma empresa que foi pioneira em diversas tecnologias automotivas. Primeiro carro com motor turbo à gasolina produzido em série. Primeiro carro com motor turbo de geometria variável (duas características que colocam a Porsche como fortíssima candidata à motores eficientes caso ela entre a partir de 2013). Freios sempre tão eficientes quanto seus motores. Motores refrigerados à ar usados por muito tempo. Utilização do Kers em um carro GT para futuro uso em carros de rua. Preocupação com a eficiência ambiental de seus propulsores. São muitos os exemplos que podem ser dados. Mas o melhor de tudo isso: qualquer pessoa que avalia um Porsche diz que esse é um carro que você pode usar tanto nas pistas quanto no dia-a-dia com o maior conforto. Uma vez eu li alguém dizer que os tempos de aceleração 0-100 divulgados pela Porsche são possíveis de ser alcançados por qualquer pessoa, não sendo necessário que se seja um piloto profissional.
    Uma empresa de detalhes interessantes: a ignição do motor fica até hoje do lado esquerdo nos modelos 911. O motivo? Nos primórdios de Le Mans os pilotos ficavam do lado de fora dos carros na hora da largada. Ao entrar no carro os pilotos de Porsches poupavam um tempinho ao dar a partida com a mão esquerda e engrenar o carro em 1ª marcha com a mão direita. Outro detalhe interessante: até o início dos anos 90 os 911 ainda tinham o layout do câmbio com a primeira marcha em baixo, deixando o “H” para as marchas usadas em alta performance (li relatos de várias pessoas que deixaram seus 911 nas mãos de manobristas e esses arrancavam em 2ª se não eram avisados pelos proprietários de que a 1ª era em baixo). Só depois de um tempo é que os carros ficaram com a 5ª marcha externa ao “H” (até que vieram os carros com 6 marchas).

    Não sei se um dia terei condições de ter um Porsche. É meu sonho. Mas pretendo ainda poder guiar um. Ouvir o ronco do motor boxer berrando alto lá atrás enquanto se vê o ponteiro do conta-giros subir rapidamente bem ao centro do painel… Isso é, com certeza, uma das melhores sensações que um apaixonado por carros deve poder sentir…

    • Mari Espada disse:

      Obrigada Allan! Fico muito feliz (e aliviada) que meu texto agradou um grande fã da Porsche. =)

      Olha, meu marido leu seu comentário e me disse que também tinha um 911 de brinquedo, e que ele era o melhor carrinho de todos, o mais rápido e que andava mais retinho… era o carrinho preferido dele também! Hehehe.

      E você bem que poderia escrever um texto do 911, né? Só esse seu comentário já vale um destaque no blog! Que tal? Vou ficar esperando, hein… =)

      Beijos!

  4. Sirlan Pedrosa disse:

    Allan,

    Nos primeiros minutos do filme As 24 Horas de Le Mans, Steve McQueen dirige um 911 ainda com motor refrigerado a ar pelas ruas da cidadezinha, uma coisa linda…o ronco do motor…

    Ta aí um carro que eu desejaria ter. Um 911 dessa época…

    Um abração,

    Sirlan Pedrosa

    • Allan Wiese disse:

      Não vi esse filme ainda (não sei o que estou esperando). Mas esses roncos são demais…!

      A última geração de 911 refrigerados à ar foi a 993, até 1998. Depois disso vieram os refrigerados à agua…
      Quem sabe daqui a uns tempos esses 911 fiquem preços mais acessíveis à nós e não possamos realizar nossos sonhos Sirlan? Hehehe.

  5. Alex-Ctba disse:

    Mais um belíssimo texto com o PQM ( Padrão de Qualidade Mari ). Parabéns!

    O Ultrapassagem aos poucos está montando um grande acervo para pesquisa sobre automobilismo. Todo esse trabalho não pode ser desperdiçado e esquecido na web, por isso, vou tratar de imprimir todos esses belos artigos, para ficar fácil de consultar sobre história do automobilismo.

    Bjs Mari

    • Mari Espada disse:

      PQM, hahaha! Obrigada Alex! =D
      Fico honrada de poder fazer parte dessa “apostila” que você está montando…

      Sabia que já procurei algumas coisas no google e o Ultrapassagem apareceu entre os primeiros links? Realmente estamos construindo um belo acervo de informações! E isso é muito legal para o blog!
      Sinto-me orgulhosa por estar contribuindo com o desenvolvimento do Ultrapassagem! =)

      Beijos e boa semana!

  6. Belo texto Mari, é só o que posso dizer…

    Por outro lado fica a dica de fazer outros posts na mesma linha sobre algumas marcas que estão ou estiveram na F1, talvez seja a hora de você se encantar com uma certa marca de motores chamada Honda, com toda a certeza será um dos seus posts mais emotivos por toda a história que os “olhos rasgados” criaram na F1 até a saída humilhante.

    • Alex-Ctba disse:

      Boa dica Claudemir e o desfecho uma ironia do destino, já que o super-carro da Honda que vinha sendo concebido nos dois tuneis de vento, acabou conquistando os títulos de construtores e pilotos como Brawn GP.

      • Sobre esse assunto do carro da Brawn em 2009 durante a curta temporada de treinos livres no inverno europeu, uma entrevista que passou desapercebida no momento e depois não ganhou a repercussão que merecia.

        Foi uma do Barrichello, dizendo que os motores Honda eram um dos grandes problemas dos carros da equipe e que a curva de potência/torque/desempenho final dos Mercedes eram superiores.

        E na minha opinião talvez o carro da Honda 2009 mesmo tendo um grande chassis poderia ficar no meio do grid por sua deficiência no motor, assim como foram o Benetton 91 motor Ford era muito ruim, Mclaren 92 também de Ford, carros com ótimos chassis, mas com deficiencias grave no propulsor.

      • Vitor, o de Recife disse:

        Bem lembrado, Claudemir. A McLaren utilizava em 93 os motores Ford defasados; as versões mais atualizadas eram de direito da Benetton. O que agravava a situação é que naquela época os carros não eram tão dependentes da aerodinâmica como hoje; e mecânica e a eletrônica ainda eram os elementos que faziam a diferença.

        Falando em McLaren e motores, dia desses estava me recordando da curta aventura da Peugeot na F1 – com a própria McLaren, a Jordan e a Prost. Hoje eles fazem aqueles magníficos 908 que correm na Le Mans, mas passam longe da F1… uma pena, pois já tiveram um dos motores mais potentes da F1, apesar de deverem em resistência.

    • Mari Espada disse:

      Obrigada Boss!

      A dica sobre um texto da Honda está anotada e será desenvolvida em breve! =D
      Vamos ver se consigo fazer algo à altura doque você está esperando…

      Beijos.

  7. Allan Wiese disse:

    História engraçada envolvendo a Porsche em 2010:

    O diretor da Mini Cooper nos EUA, ex-funcionário da Porsche, decidiu chamar a Porsche para um desafio contra um Mini em um autódromo dos EUA. Inicialmente a Porsche pensou em aceitar, dizendo: “pra quem tem mais de 28000 vitórias no automobilismo, o que custa ter mais uma?”. Eis que a Mini divulga qual seria o traçado da corrida: ao invés de usarem a pista do autódromo, usariam um traçado criado entre partes da pista e do estacionamento central. Ou seja: queriam dar toda a vantagem ao tamanho reduzido do Mini. A resposta da Porsche?

    Um ótimo vídeo, além de uma carta ao seu ex-funcionário, dizendo os tipos de competições e os motivos da Porsche para entrar nessas competições. Destaque para o trecho onde diz: Vocês serão muito bem vindos em Sebring, Le Mans, Daytona ou qualquer outra corrida sancionada mostrando uma arrogância aceitável pelo currículo da marca.
    Mas os caras da Mini foram teimosos e resolveram levar o desafio a cabo. Alugaram um 911 e contrataram um piloto para guiá-lo. O resultado? A Mini perdeu. Foi se meter com gente grande e deu nisso, hehehe…

  8. Pedro Alves disse:

    Ótima materia, aprendi mais um pouco sobra a história da Porsche.
    Só acho que faltou uma parte reservada a talvez o maior carro de corrida de todos os tempos, o Porsche 917. mas valeu assim mesmo

    • Mari Espada disse:

      Oi Pedro, obrigada por apreciar a matéria! Fico muito feliz em contribuir com o conhecimento de todos! =)

      Como falei no início do meu texto, a história da Porsche é imensa, então optei por dedicar textos específicos aos seus principais marcos da montadora, como foi o 917, o 956 e o 911. Sendo que este último carro receberá um post do seu maior admirador Allan Wiese durante a pós-temporada. Então aguarde….

      Beijos!

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