Refrescando a memória.

Publicado: 28/10/2010 por Allan Wiese em Formula1, Variedades
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Os melhores dos dias atuais

Flávio Gomes publicou em sua coluna no Grande Prêmio, na semana passada, um texto um tanto quanto polêmico, falando que não há diferenças fundamentais na forma como a Formula Um era nas décadas de 60, 70, 80 e início dos 90 e como ela o é nos dias de hoje.

Eu, tendo nascido no fim dos anos 80 e tendo apenas começado a  acompanhar a categoria no fim da era Schumacher e fazê-lo com mais empenho a partir de 2007, pergunto aos amigos blogueiros que tem mais tempo de F1: quais são as diferenças fundamentais entre a categoria nos seus “anos dourados” e nos dias atuais? Um regulamento aero-dinâmico dependente que não dá muitas chances para inovação? Pilotos que tem medo de correr? O business predominante sobre a esportividade?

Os melhores do final dos 80 e início dos 90

E quais eram os pontos negativos da categoria dos velhos tempos? Com certeza eles existiram. Colocando na balança, quem ganha? São perguntas interessantes de serem discutidas…

comentários
  1. Alex-Ctba disse:

    Allan, vou ponderar e fazer um comentário mais tarde. Existem muitas diferenças entre algumas épocas. Eu acompanho F1 desde os 80’s e posso afirmar que sempre achei interessante a F1 por diversos motivos. Gostava mais da F1 dos tempos de Piquet e Senna, por razões obvias, mas a atual tb é muito boa e continuo apaixonado por esse esporte.

  2. Mari Espada disse:

    Allan, grande tema! Mais tarde volto aqui para ver o andamento da discussão.

    Mas eu, pessoalmente, concordo com a opinião do Flavio Gomes.

    Quando se trata dos “tempos áureos” da F1, a nostalgia é grande pois só ficaram as lembranças boas em nossa memória.
    Já o presente está muito vivo em nós, com suas vantagens e desvantagens, alegrias e tristezas.
    Por isso é injusto comparar o passado com o presente.

    Sem contar que o esporte de antes é muito diferente do atual…
    E cada grupo de pilotos foi o melhor em sua época. O que não quer dizer que um é melhor ou pior do que o outro.

    Enfim, acredito que daqui uns bons anos nós vamos olhar para traz e pensar:
    Ah, bom mesmo foi aquela temporada de 2010, com a disputa acirrada entre 5 pilotos até a última corrida!
    Nunca mais se viu um campeonato como aquele… surpreendente!

    Quando olhamos de longe, tudo parece mais belo!

    Beijos!!!

    • Allan Wiese disse:

      Com certeza Mari. Daqui a uns 10, 15 anos, olhar pra trás e lembrar de 2007, onde o campeão tinha um ponto a mais que o segundo e o terceiro, que terminaram empatados; ou lembrar de 2008, que o campeão teve um ponto a mais do que o segundo e esse ponto foi conquistado na última curva da última volta da última corrida do ano; ou lembrar de 2010, em que faltando 2 etapas para o fim da temporada 5 pilotos de 3 equipes diferentes tinham chances matemáticas de título.

      Em todas as épocas existem pontos negativos e positivos e aprender a equilibrar e curtir tudo isso em cada período é a chave.

  3. wilson disse:

    o flavio se equivocou
    eu vi (pouco é verdade em relação a hoje em dia, em relação a como temos informações a disposição atualmente) mas vi emerson, ronnie peterson e outros pilotos da geração de 70.
    Depois acompanhei vividamente pilotos geração 80, idem 90 e 2000 pra cá.

    Dizer que não existem dificuldades em relação aos carros de outros períodos é exagero, é mentira. No entanto, me desculpem os mais novos, até porque lhes falta a vivência, ter estado presente e acompanho outras épocas e períodos.

    O fato é que a década de 80 para 90 tivemos a maior safra de pilotos excepcionais na história da f1.

    Prost, Lauda, Mansell, Senna, Piquet

    anos 90 maior vencedor schumacher e com certeza parte seu sucesso a morte prematura de senna, qualquer coisa, qualquer hipotese desconsiderando-se isso é sandice.

    fins de decada 90 e decada de 2000 os unicos realmente acima do comum
    mika hakkinen, kimi raikonen e alonso

    Mas os carros e regulament tecnico muito diferentes.

    decada de 80 voce poderia no braço levar o carro ao fim da prova, as vezes meio sem freio, sem alguma marcha (s)
    HOje o carro dá um problema, como é tudo eletrônico… bau bau, foi-se sua corrida.

    decada de 80 e parte de 90 o piloto achava pontos ultrapassagem na marra como faz o kobayashi, o hamilton não ponho nesse lugar por que ele sempre teve uma mclaren, no minimo sempre competitiva

    • Allan Wiese disse:

      Wilson, obrigado pela sua opinião.

      Concordo que os pilotos da década de 80 eram realmente excepcionais. Mas não creio que se possa desmerecer tanto assim os pilotos atuais. Eles são os melhores para guiar os carros atuais. Conseguem extrair o máximo dos bólidos assim como o faziam os pilotos da década de 80. E como estes não guiaram os carros daqueles, nunca saberemos de fato quem é melhor. Hoje pilotar é mais fácil? Pode até ser que sim. Mas eu não tenho dúvidas de que, se não houvesse tanta tecnologia, os pilotos de hoje seriam tão competitivos quanto o são com o auxílio da tecnologia.

      E quanto a você desconsiderar o talento de ultrapassar do Hamilton, deixa eu defender um pouco o meu piloto favorito: ele sempre teve uma McLaren, sim. Mas ela nem sempre esteve competitiva (primeira metade de 2009). Mas quando ela esteve competitiva, ele não ultrapassava apenas aqueles que ele tinha obrigação de ultrapassar – os carros dos pelotões intermediário e final – mas também, e com muita autoridade, os carros do pelotão da frente. É só olhar as estatísticas: Hamilton não toma conhecimento de quem está à frente dele, se dá pra colocar do lado e passar ele o faz.

  4. Will disse:

    Eu sigo a linha do Alex.

    Nasci em 1980 e lembro que comecei a ver F-1 quando o carro do Senna era preto e o do Piquet amarelo (kekeke, lembranças de infância). Enfim, comecei a entender o esporte a partir do campeonato de 1990 e, para mim, a F1 sempre foi um esporte. Havia algumas coisas que me chamavam a atenção: os inúmeros patrocinadores, nessa época quase a totalidade dos times de futebol daqui eram patrocinados pela Coca-cola (!), os pilotos malucos (Senna e Mansell, eram loucos!) e a tecnologia.

    Pontos negativos: a Ferrari era muito fraca – então a disputa, muitas vezes se limitou a 1 equipe (McLaren no final dos anos 80 e Williams, no início dos anos 90) e éramos reféns da Globo (mas na época isso não incomodava tanto).

    Desde então, mesmo com tudo que a F1 passou, em termos de mudança de regras e etc, para mim ela só perdeu um pouco do brilho após A1Ring – não que o jogo de equipe não existisse nos anos 80 (mas é que a Globo não dava ênfase, já que ocorria a favor de um brasileiro – Senna x Berger).

    Vejo F1 com interesse renovado desde 2007, graças ao Hamilton. Mas Hakkinen, Montoya, Raikkonen e Alonso não deixaram a chama apagar após a morte do Senna.

    Colocando na balança, eu ficaria com a temporada 2010, mas gostaria de ver um Senna (ou Piquet) na McLaren.

    • Allan Wiese disse:

      Valeu Will.

      É, essa é uma questão interessante: as fotos dos carros de antigamente tinham bastante patrocínios. Anos dourados na economia? Talvez. Mas talvez também falta de confiança de uma companhia para bancar uma equipe sozinha (ou quase) sozinha. Creio que o montante total dos orçamentos das equipes de hoje é bem maior do que o das equipes cheias de patrocínios de antigamente.

      Esse é um ponto bacana de se notar: a Ferrari, em meio à toda a sua tradição, ficou mais de 20 anos (me confirmem) sem títulos. Não tenho certeza, mas acho que foi no momento em que a Marlboro trocou a McLaren pela Ferrari que Maranello começou a trilhar os caminhos da vitória novamente.

      Como eu não tenho o ponto de comparação, estou adorando a F-1 desde a época que eu acompanho valendo: 2007 em diante.

  5. fernando-ric disse:

    Acho que a diferença fundamental é a forma como tratam primeiro e segundo pilotos.

    Sempre existiu isso? É claro que sim. Não consigo imaginar a McLaren liberando um componente novo primeiro pro Berger e não pro Senna.

    Mas hoje o que vemos é “Hoje Não, Hoje Não, Hoje simmmmm”, “Alonso is faster than you” e “tragam as crianças pra casa…..

    Tudo muito cerebral…. eu quero mesmo é ver o circo pegar fogo até as últimas curvas, e não pilotos tomando cuidado na pista e caindo na escada.

    • Allan Wiese disse:

      Hehehe, a queda do Massa foi engraçada.

      De fato, as disputas estão muito mais estratégicas do que no braço. Isso está um pouco menos evidente agora que não há mais reabastecimento. Mas o objetivo de deixar mais disputas pra pista não foi alcançado com muito êxito, já que se tem a obrigatoriedade de usar os dois compostos ao menos por uma volta.
      Mas mesmo assim ainda se vê uma ou outra disputa interessante a poucas voltas do fim. Mas é muito mais pela coragem dos pilotos que o fazem do que por incentivo. O “tragam as crianças” é bem mais comum. Uma pena porque assim se deixa de correr pela essência do automobilismo: chegar em primeiro a qualquer custo.

      Quanto à prioridade dos pilotos, uma pena mesmo. Algumas equipes o fazem descaradamente, outras disfarçadamente, mas isso está mesmo presente…

  6. Vitor, o de Recife disse:

    Uma coisa que incomoda na F1 atual é a flexibilidade do regulamento técnico, que engessa a criatividade. Veja a regra atual dos pneus: é ridícula! Antigamente, tinha aqueles corajosos que se arriscavam na estratégia, tentando uma parada só. Às vezes dava certou, em outras…

    Também tinham as soluções mecânicas e aerodinâmicas arriscadas. Vejam os carros dos anos 80-início dos 90. Eram facilmente distinguíveis. Quem não se lembra da lendária Tyrrell de 6 rodas? A Brabham sem aerofólio dianteiro? A McLaren revolucionária de 1995, que na verdade foi um fiasco, mas antecipou as atuais barbatanas?

    Outra era a diferença dos motores: Ferrari V12, Ford V8 e Renault V10, competindo juntos!

    Os pilotos ralmente eram diferenciados. Mas na verdade, durante a era Schumacher, tivemos uma “safra” pobre, o que possibilitou que o alemão – com todos os méritos – brilhasse só. Mas a geração atual é muito boa; só poderia ter vindo mais cedo…

    Hoje também existe uma preocupação muito grande com a segurança. Acho isso positivo; aposto que ninguém aqui gostaria de rever aquelas tristes mortes que aconteciam com a maior naturalidade do mundo como antigamente. Mas a segurança também cobrou um preço: os circuitos atuais perderam muito do charme das pistas antigas, mas o certo “baixinho de peruca” (essa foi genial, infelizmente esqueci o autor) junto com o seu capacho da FIA tem muita culpa neste quesito.

    Enfim: a memória afetiva acha que aquela época era de ouro; e talvez esteja certa. Mas eu me divirto com a F1 atual, embora ache que ela poderia ser melhor.

    • Vitor, o de Recife disse:

      Ah meu Deus, lá vem as correções de prache:

      “Uma coisa que incomoda na F1 atual é a INflexibilidade do regulamento técnico”

    • Allan Wiese disse:

      Vitor, grato pela contribuição.

      Eu também acho uma pena que o regulamento seja tão rígido. Mas ainda assim eu acho incrível que os engenheiros e projetistas conseguem encontrar soluções criativas para aumentar o desempenho dos carros. Um novo desenho de asa que dá 0,2s, um assoalho diferente, um apêndice novo, mudar a posição dos freios ou da caixa de câmbio ou a saída dos escapamentos. São exemplos assim que me fazem admirar essas mentes pensantes. É uma pena que a criatividade seja limitada porque seria demais poder ver o que eles fariam com um pouco mais de flexibilidade.

      Quantos aos circuitos, pelo que eu li dos tempos antigos, acho que esse é uma das maiores mudanças na categoria. Antigamente se tinha circuitos de verdade onde a diferença de uma pole-lap estava na coragem do piloto em fazer uma curva em flat-out ou aliviar, em andar no limite ou tirar um pouco o pé. Com os circuitos atuais essa preocupação não está mais tão presente e o piloto acaba não fazendo mais tanta diferença assim. Ele ainda faz diferença, com certeza. Mas em meio a tantos tilkódromos, infelizmente é o carro que ganha as corridas mais do que o piloto que o guia.

      • Vitor, o de Recife disse:

        “a diferença de uma pole-lap estava na coragem do piloto em fazer uma curva em flat-out ou aliviar, em andar no limite ou tirar um pouco o pé.”

        Os motores também fazem esta diferença. A Eau Rouge hoje é feita com o pé no acelerador porque os motores V8 possibilitam isso. Na era dos V10 (ou V12), o piloto era obrigado a tirar o pé para não sair voando.

        Lembro-me de uma entrevista coletiva em que o Mika Hakkinen ficou impressionado com o Jarno Trulli – se não me engano, ainda na Prost – após o italiano declarar ter feito a Eau Rouge com o pé embaixo. Vai ver que era cascata do Trulli… :p

      • Allan Wiese disse:

        É Vitor. Um pouco mais de liberdade mecânica não faria mal nenhum. Inverter um pouco: liberar um pouco mais de motor e limitar um pouco mais de aerodinâmica.

        Escutar os roncos dos V10 já era demais, imagina na época dos V12? Rapaz, isso deve ser uma loucura…!

  7. wilson disse:

    tanto que a f1 é chata atualmente que quem gosta mesmo de automobilismo se diverte vendo outras categorias, como eu:
    fia gt
    lemans
    rally
    australiano v8
    o britanico
    dtm (com retorno bmw e possivelmente a volvo)
    indy nos circuitos mistos
    gt brasil

    e assim vai

    a maioria aqui acha a f1 o supra sumo do automobilismo, dependendo da forma de encarar, dos parametros sim, mas não é a realidade no contexto geral.
    Não gosto de desequilibrio, duas, tres equipes forte, meia duzia mais ou menos e o restante lutando para não ser vendida rapidamente.

    Tem que ter igualdade entre as equipes:
    combustivel
    pneus
    cambio
    freios
    motor
    o piloto, a equipe tem que mostrar na raça, na competência, na tática que é melhor que as outras, não dinheiro, não prestigio, não nome do fulano ou ciclano.

    f1 por ex. ainda tá aprendendo a implantar safety car decentemente.

    vocês acham que os australianos acham a f1 o máximo? na ni nãum
    ultimo fim de semana corridaça deles, com alguns pilotos estrangeiros, inclusive o helio castro neves

    Nos estados unidos mesma coisa. Os caras amam nascar, indy e outras categorias. Não tão nem aí pra f1.

    A f1 ou libera duma vez tudo que é possivel (dois, tres tipos de fornecedor pneus – regulamento prevendo parada boxes liberada seja pra pneu ou combustivel) etc…

    F1 eu gosto, amo como todos aqui e acompanho a muito tempo, mas não acho
    the best, é só mais uma categoria.

    • Vitor, o de Recife disse:

      Ventilou-se que a Citröen também entraria no DTM. COmo foi antes da crise, não sei se eles recuaram.

      De qualquer forma, há um projeto revolucionário que deve mexer com as categorias de turismo a partir de 2012. Com um novo carro deve entrar nos EUA e já se fala em uma integração com a V8 australiana. Deve ser uma vingança pela lambrança que a FIA fez com aquele ITC…

      Bernie que não deve estar gostando muito dessa movimentação.

  8. wilson disse:

    a melhor coisa pro automobilismo mundial é esse gaga ir pro andar de baixo, porque no de cima não tem o que ele comandar.
    coitado do diabo

  9. Anselmo Coyote disse:

    Para mim é tudo a mesma coisa, exceto o lado comercial que, extremamente agressivo, pasteurizou a competição. Eu a preferia mais crua.

    Segurança… tema complicado. Quais dos pilotos atuais entrariam numa banheira de gasolina de chapa fina com um motor à explosão a ela acoplado e aceleraria a 300 km/h ao lado de outras banheiras? Muitos sequer teriam a coragem de entrar num carro carro do passado.

    Não quero ver morte de ninguém. Mas também não sou cego.
    Ela prejudicou a seleção natural, permitindo a motoristas de taxi dar voltas e voltas num circuito, muitas vezes fazendo m.rda, sem qualquer medo ou receio. No passado isso não aconteceria. O sujeito não aspiraria correr e as equipes hesitariam encontratá-lo, por medo.

    Muita gente morreu num F1. Uns por serem taxistas e outros por resvalarem a excelência – Senna e Gilles Vileneuve, por exemplo.

    O não-me-toque das bonequinhas de hoje realmente é decepcionante.

    Mas não se iludam. Quem é bom hoje seria (e será) bom em qualquer tempo e lugar.

    Abs.

    PS. Alô dirigentes cabeças-de-bagre de equipes de F1,
    Querem ganhar dinheiro rápido e fácil? Contratem um piloto excelente e que ainda é barato. Invistam nele e façam um carro decente, minimamente competitivo. Depois joguem na mão, recolham-se às suas orgias ou ao balanço de suas redes e só aguardem os dividendos.

    Sabem de quem eu falo, né? Pois é. Todo mundo sabe. É o predador natural que enxerga de olhos fechados e que no Japão deu novamente as mostras de suas garras. É baixinho e se fosse mulher teria a boca-do-gato na horizontal.

    Abs (outra vez).

    • Allan Wiese disse:

      Thanks Coyote!

      É como eu tinha falado para o Vitor. Na hora de acelerar o piloto não faz mais tanta diferença por causa dos carros aerodinâmico-dependentes e das pistas mais seguras…

      Mas eu concordo com você quando diz que quem é bom hoje seria e será em qualquer época. Acho um engano dizer que os pilotos da foto de 1986 são mais talentosos do que os da foto de 2010. Cada um deles tem o seu valor guiando os carros de suas respectivas épocas. E eu aposto que Alonso, Button, Hamilton, Webber e Vettel seriam tão bons quanto foram Senna, Prost, Piquet e Mansell naqueles anos, assim como Senna, Prost, Piquet e Mansell seriam tão bons quanto são Alonso, Button, Hamilton, Webber e Vettel hoje.

  10. Off.

    http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2010/10/apos-ano-dificil-bruno-senna-negocia-com-lotus-para-temporada-2011.html

    Será…

    Se for seria uma boa para o rapaz, já que ninguém merece sair da F1 sem ter andado num carro de F1.

    • Allan Wiese disse:

      Interensting!

    • Will disse:

      Eu já tava trazendo esse link para cá. Se for verdade (um SE bem maiúsculo aí) é excelente para ele:

      – motor decente;
      – caixa de câmbio decente;
      – apelo emocional imenso (que traz junto cargas de patrocínio);

      Se for verdade vamos ter parâmetros para atirar tijolos ou rosas no 1º sobrinho.

      • Tem ainda o rumor que a HRT comprou o espólio da Toyota, se ele se manter por lá poderia colher também melhores frutos.

      • Vitor, o de Recife disse:

        Pois é, agora eu queria saber com que dinheiro teriam comprado o tal espólio.
        Pra quem permanecer na Hispania, tem que rezar pra equipe ser vendida o mais breve possível.

        Quanto ao Bruno/Lotus isso é que é promoção. Como o Will disse, finalmente vamos poder avaliar se ele tem talento ou não.

  11. Anselmo Coyote disse:

    O pior da F1 é a silly session! Esse exercício de adivinhação é como o Nelsão falou no vídeo acima, postado pelo Vitor… um nojo.
    Abs.

    • Vitor, o de Recife disse:

      Coyote, confesso que atéme divirto com a silly season. É como se fosse um joquempô: pedra, papel, tesoura…

  12. Vitor, o de Recife disse:

    Falando em joquempô..

    HAHAHAHAHAHAHAHA…

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