Os 10 melhores pilotos dos anos 2000.

Publicado: 30/11/2010 por Allan Wiese em Artigos, Formula1, História da F1

Seguindo com a série “os 10 mais”, o meu post vai tratar dos anos 2000, já que é essa a época que eu tenho memória.

Rubens e Kubica: duas diferentes gerações na mesma época.

Rubens Barrichello. Símbolo da persistência, disputou nada menos do que  306 GPs. Foi vice campeão da categoria em 2 ocasiões e 3º colocado em outras duas. Piloto rápido e talentoso no molhado, além de ser conhecido como alguém que entende e capta como poucos os sinais que o carro envia, sendo de grande auxílio para o acerto do bólido. Infelizmente muitas vezes Rubens é mais lembrado pelo que ele fala fora das pistas do que pelo que ele faz dentro delas, mas eu achei que ele merecia um lugar nessa lista dos anos 2000.

Robert Kubica. Mais um piloto da nova geração de muito talento. Não foi campeão ainda, mas já deu diversas mostras de sua capacidade, disputando o título até quase o final da temporada de 2008 e fazendo apresentações memoráveis diversas vezes com carros inferiores, principalmente em circuitos travados. É também um dos grandes ultrapassadores da atual F1, efetuando manobras com muita frieza e em lugares muitas vezes improváveis.

Sebastian Vettel. Ícone da nova geração, Sebastian Vettel é  o primeiro fruto bem sucedido do programa de desenvolvimento de pilotos da Red Bull. Acompanhado e patrocinado pela empresa desde muito cedo, é dono de muito talento e de uma velocidade realmente incrível. Em 2010, ano de seu primeiro título – quebrando a marca de campeão mais jovem da F1 que era de Hamilton – marcou 10 pole positions de 19 possíveis, mostrando que sabe voar em uma única volta. Ainda tem muito o que aprender,  mas merece destaque pela precocidade de suas conquistas.

Schumacher sofreu com o ímpeto do Colombiano Montoya

Juan Pablo Montoya. O Colombiano que ganhou o campeonato da Champ Car (um dos antigos campeonatos que hoje compõe a Indy) no seu ano de estréia, por não haver cockpit vago na Williams que o tinha contratado, chegou à F1 como uma grande surpresa e promessa. Protagonizou ultrapassagens belíssimas sobre o dominante Schumacher e acabou deixando a categoria sem resultados expressivos em meio à polêmicas envolvendo desinteresse dele e da McLaren, à época. Hoje corre na Nascar, mas é dono de um talento incrrível e possui marcas expressivas: vencendor das 500 milhas de Indianápolis e das 24 horas de Daytona por dois anos consecutivos e é apenas o segundo piloto não americano a vencer uma corrida de Nascar.

Mika Hakkinen. Hakkinen foi o último campeão antes da era Schumacher (1998 e 1999) e se aposentou em 2001, mas foi vice em 2000, além de protagonizar uma belíssima manobra de ultrapassagem sobre Michael Schumacher e Ricardo Zonta. Era também um piloto extremamente rápido e constante, mas sofreu com a falta de confiabilidade nos carros de Woking ao final de sua carreira na F1.

Kimi Raikkonen. Um piloto no sentido puro da palavra. Interessado apenas em sentar no cockpit e “descer a lenha”, Kimi foi coroado em 2007, na Ferrari, com o título que ele já merecia ter ganho na McLaren, principalmente em 2005, mas o perdeu por falta de confiabilidade dos carros. Pouco interessado nas questões extra-pista, fazia muito bem o seu trabalho dentro dela. Incrível número de voltas mais rápidas em corrida, mostra que seu ponto forte é realmente a velocidade.

A cara dos 3 é porque eles só querem saber de correr. Sobra talento nessa mesa.

Lewis Hamilton. É o exemplo claro de um investimento que valeu a pena. Talento nato unido à uma sede por vitórias e uma agressividade incríveis, proporcionou uma das grandes surpresas da F1 ao emplacar 9 podiums em 9 provas em sua primeira temporada na categoria. Perdeu o título naquele ano por um ponto mas ganhou no segundo por um ponto, em uma das temporadas com o desfecho mais emocionante dos últimos tempos, tirando de Alonso o posto de mais jovem campeão da Formula 1. Ainda tem muito a crescer, principalmente no que se refere à estabilidade mental e olhar mais para o campeonato do que para a prova em si nos momentos chave da temporada. Mas, sem sombra de dúvidas, é um dos pilotos que mais desperta paixão pelo seu estilo agressivo de pilotagem.

Fernando Alonso. Fernando Alonso foi o cara responsável por acabar com um domínio que já durava 5 anos. Desbancou Michael Schumacher e o império italiano para quebrar o recorde de piloto mais jovem a ser campeão que perdurava desde a década de 1970. Aproveitou a incrível força da Renault de 2005 e 2006 para vencer esses dois campeonatos e mostrar que a geração pós Schumacher tinha tudo para ser promissora. Dos pilotos que compoem o grid atual é o mais completo, sendo rápido e constante e muitas vezes tirando mais do que o carro é capaz de dar – vide Renault 2008 e 2009 e a própria Ferrari de 2010.

Domínio de meia década: não é pra qualquer um

Michael Schumacher. Schumacher, sem sombra de dúvidas, dominou essa década. Detentor dos mais importantes recordes da categoria, venceu 5 campeonatos em sequência – totalizando 7. Contou com carros fora de série e não tão fora de série assim, mostrando que fora de série mesmo era ele. Incrivelmente e “chatamente” rápido – em classificação e em corrida – e constante, atribui-se à ele a mudança da pontuação para os pilotos, passando de 6 para 8 os pilotos que pontuavam por corrida. Mesmo assim Schumacher continuou ganhando. Diz-se que ele não teve adversários à altura nessa época, mas não se pode negar que Michael é um dos grandes da F1.

comentários
  1. Anselmo Coyote disse:

    Kobayashi e outros 9.

    • Allan Wiese disse:

      Haha, isso que você nem reclamou da presença do seu “amado” Rubens na minha lista.

      Pensei nele, mas ainda é cedo. E teria que tirar outros nomes que acho que merecem menção.

      • Anselmo Coyote disse:

        Fala sério… eu gosto do Barriquelo sim (de costas pra mim e andando pra frente).
        Abs.

  2. Daniel Machado disse:

    Boa lista cara. PRa mim, Kimi e Schumi são os melhores que vi correrem na F1 desde que eu nasci. Não peguei a época de Stewart, Fittipaldi, Lauda, Keke Rosberg, Gilles Villeneuve, Didier Pironi, mas pude ver sim pilotos sensacionais como os que citei. Fernando Alonso também é, uma pena que o seu “gênio” seja tão ruim, e por isso seja tão odiado. Abraços!

    • Allan Wiese disse:

      Eu também não vi esses caras que você citou correrem. Ver alguns vídeos no youtube não me dão gabarito suficiente para tentar criar uma lista de uma época que eu não vivi. Sendo assim, fiz minha lista dos anos 2000.

      • Daniel Machado disse:

        Não sei se você entendeu, ou expliquei mal (como é comum), mas quando eu falava pilotos que citei, quis dizer Kimi e Schumi mesmo. E não é discordando, pelo contratario, sua lista esta otima.

      • Allan Wiese disse:

        Lendo novamente entendi seu ponto, hehehe.

  3. Luiz disse:

    Lista justa. Só colocaria outro no lugar de Rubens, talvez.

    • Allan Wiese disse:

      Quem você colocaria?
      Eu pensei em Button. Ele ficou de fora, mesmo tendo um título. Mas o Button precisa de um carro redondo pra vencer. Esse ano, quando a McLaren estava mais equilibrada, ele conseguiu estar mais perto dos pontas da tabela. Mas ao longo do ano quando o 25 foi perdendo rendimento, Button foi caindo junto.
      Já Rubens consegue resultados expressivos mesmo com um carro não tão bom. Por isso o coloquei.

  4. Mari Espada disse:

    Pro meu coração McLarista, depois de Senna veio Mika Häkkinen, Kimi Räikkönen e agora o meu amado Lewis Hamilton (ou Miltinho, para os íntimos). =D

    PS. Agora vou me embora pra “terra offline” do meu apartamento novo… quando der eu volto!

    Beijos!!!!!

  5. Anselmo Coyote disse:

    “Lista justa. Só colocaria outro no lugar de Rubens, talvez.”

    Por quê a lista tem de ser de 10?

    Abs.

    • Allan Wiese disse:

      Essa é uma boa pergunta… Talvez porque muito mais de 10 é fácil entrar e diminui o “mérito” dos que lá estão. Além de ser mais difícil puxar mais pilotos da memória, hahaha…

  6. Anselmo Coyote disse:

    Bom, entendi.
    So, what about uma lista dos 10 piores. É uma boa forma de manter determinado piloto aí na mídia… rsrs. By the way, há o ditado “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”, não é mesmo?
    Abs.

  7. Perfeita a lista.

    Há algumas inversões com a que fiz ontem abrangendo a década de 80 até hoje, mas está coesa com o que vimos até hoje nessa década.

    Só tenho dúvidas quanto ao Kubica, mas pe apenas dúvida mesmo, porque não vejo nada melhor que ele pra colocar, Button, talvez, mas ainda acho que ele foi o cara certo, na hora certa, com o carro certo e com uma puta sorte.

    • Allan Wiese disse:

      As inversões são opinião minha e sua que divergem, hehehe.

      Como falei pro Luiz acima, pensei no Button. Era a dúvida entre os 3: Rubens, Jenson e Robert. Optei pelo primeiro e pelo terceiro.
      Button tem o seu valor, na minha opinião. Ser constante é muito válido. Mas pra ser diferenciado tem que ser mais que constante.

  8. Trindade disse:

    Rs… Olha, eu nem gosto de fazer esses Tops de Pilotos, equipes e nada. Não tenho cabeça pra isso; admiro que consiga elaborar os fatos igual a você. rs
    Ai, dá uma olhada no blog, podemos ser parceiros http://f1trindade.wordpress.com/

  9. fernando-ric disse:

    Barrichello não pode constar de nenhuma lista de “melhores pilotos”, no máximo de “funcionários do mês”…….

  10. Tomás Motta disse:

    Ótima lista Allan. Juan Pablo Montoya realmente é nome indispensável. Já eu tiraria Robert Kubica, pois ainda o polonês precisa mostrar mais, (claro que está limitado pela falta de um bom carro), por isso acho exagero ele estar no Top 10 da década.

    Também não concordo como o excepcional Haikkinen na lista, pois acredito que seu ápice foi o final da década de 90, onde venceu seus dois campeonatos, e não a de 2000, apesar de nesse ano ter sido vice. Enfim.

    Eu me tomei o trabalho de recuperar os resultados das 11 temporadas de 2000 à 2010, fazendo uma lista exclusivamente estatística e baseada em resultados. Na primeira linha estão os campeões, depois os vices. São contados aqui as posições dentro dos 5 primeiros nos campeonatos. Aqui está:

    1. Michael Schumacher- 5 títulos, 1 vice-campeonato e 1 terceiro lugar.
    2. Fernando Alonso: 2 títulos, 1 vice-campeonato, 1 terceiro lugar, 1 quarto lugar e 1 quinto lugar.
    3. Kimi Raikkonen- 1 título, 2 vice-campeonatos, 1 terceiro lugar e 1 quinto lugar.
    4. Lewis Hamilton- 1 título, 1 vice-campeonato, 1 quarto lugar e 1 quinto lugar..
    5. Sebastian Vettel- 1 título, 1 vice-campeonato.
    6. Jenson Button- 1 título, 1 terceiro lugar e 1 quinto lugar.
    7. Rubens Barrichello- 2 vice-campeonatos, 2 terceiros lugares e 2 quartos lugares.
    8. Felipe Massa- 1 vice-campeonato, 1 terceiro lugar e 1 quarto lugar.
    9. David Coulthard- 1 vice-campeonato, 1 terceiro lugar e 1 quinto lugar.
    10. Mika Hakkinen- 1 vice-campeonato e 1 quinto lugar.

  11. Anselmo Coyote disse:

    Se o Kubica está na lista por ter feito muito (eu não vi, sinceramente) com carros ruins, o raciocínio inverso é um imperativo, ou seja, quem fez pouco com carro bom merece sair da lista. Isso é lógica formal.

    Agora eu pergunto: quem andou a metade da década nos melhores carros e não fez p.rra nenhuma? Todos sabemos. Então eu pergunto: qual a lógica para esse cara estar entre os 10 melhores? persistência? malhar em ferro frio? repetir sistematicamente um método que não deu certo acreditando que por milagre dará?

    Ok… Procurem a definição de insanidade mental e verão que a primeira é exatamente essa: repetir o caminho (método) errado e esperar chegar destino certo.

    Abs.

  12. Ffigueiredo disse:

    Na verdade eu não gosto muito desse lance de lista. Fica um troço muito reduzido, com altas doses de subjetivismo.
    No fim das contas, a única lista que “vale”, é a lista do Tomás….que é quem ganhou alguma coisa. O Resto é uma deliciosa “conversa fiada”.

    É a mesma coisa de falar que a seleção de 82 foi melhor que a de 94…. Se olharmos pelos aspectos subjetivos e emocionais….ficaríamos com a de 82.
    Mas se observarmos com aquele pragmatismo chato do Sheldon, mas que vai ficar registrado depois nas próximas gerações, é a de 94.

    Fernando

    • Allan Wiese disse:

      Hehe, interessante sua citação ao Sheldon.

      Essas listas sempre serão polêmicas. Porque, por mais que seus autores tentem considerar o maior número de critérios possível, a opinião deste sempre vai estar expressa ali como “desempate”. E opiniões sempre divergirão.

  13. Anselmo Coyote disse:

    João fez 29 gols.
    José fez 30 gols.

    Quem é o artilheiiro? José.

    Detalhe: João jogou 25 partidas.
    Detalhe: José jogou 32 partidas.

    Detalhe2: João: 10 de fora da área e 19 de dentro (fez um com la mano de Diós e 7 de cabeça).
    Detalhe2: José: 10 de fora da área e 20 de penalty – 10 sofridos por ele e 10 pelos amigos.

    Qual deles você gostaria de ver em seu time?

    Eu preferiria o que não foi artilheiro, óbvio. Mas nos anais do futebol quem aparecerá será o José.

    Abs.

  14. Will disse:

    O melhor critério (objetivo) que já vi e concordei foi o do William Ceolin – do ótimo Corrida de Formula 1 – que possui uma fórmula que leva em conta a quantidade de GPs, os pódios, as poles, as voltas mais rápidas e os pontos conquistados:

    1 Michael Schumacher 2507.4 pontos
    2 Alain Prost 1317.8 pontos
    3 Ayrton Senna 1055.3 pontos
    4 Juan Manuel Fangio 885 pontos
    5 Jackie Stewart 701.9 pontos
    6 Jim Clark 672.9 pontos
    7 Nigel Mansell 634.1 pontos
    8 Fernando Alonso 595.4 pontos
    9 Niki Lauda 525.7 pontos
    10 Nelson Piquet 495.4 pontos

    • Anselmo Coyote disse:

      Nussassinhoradaconceiçãoaparecidaqueficanaviadutraentretaubatéecruzeiropertinhodaentradaparaparaty…

      Vou jogar uma praga de padre (são as piores) em quem fez esta lista. Quando eu rezo o Padre Nosso eu costumo dizer: asim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e livrai-nos do mal (e das pragas de padre) amém.

      Um coleguinha meu dizia que a coisa mais terrível que havia no mundo era o malamém. Por muito tempo eu pensei que se tratar de alguma figura de nome híbrido, talvez o mala-man, embora nem desconfiasse o seria isso. Depois de muito tempo descobri que a avó dele rezava o Padre Nosso em tom muitíssimo grave e dizia: … assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e livrainos do malamém.

      Nelson Piquet (que ganhou 3 campeonatos com carros e motores diferentes) atrás de Senna (que ganhou 3 campeonatos com o melhor carro), do Nigel Mansell (o idiota veloz que foi batido sistematica e horrorosamente pelo Piquet), de Fernando Alonso (piloto que ganhou pontos no cingapuragate) ??????? Não digo que essa lista é uma gozação porque realmente não existem critérios justos para análise.

      O negócio é cada uma na sua e todo mundo numa boa.

      Abs.

      PS. E para quem não concordar comigo, pode escolher entre uma praga de padre ou um encontro com o mala-man.

      • Vitor, o de Recife disse:

        Concordo com o Coyote quanto ao uso cru dos números como critérios de mensuração da qualidade de um piloto. Piquet em décimo, atrás de Nigel Mansell – que também está longe de ser “um idiota veloz que foi batido sistematica e horrorosamente pelo Piquet” – é um insanidade.

        Há de se analisar o contexto em que cada um competiu. Por exemplo: Schumacher simplesmente não teve concorrência em 2002 e 2004; na conquista de seus títulos, Piquet teve rivais duríssimos, correndo em uma época em que não havia equipes dominantes. Senna, por sua vez, correu em um carro que competia sozinho, só que tinha ao seu lado um dos melhores pilotos da categoria – e lembrando, em 1991, já não tinha o melhor carro.

        E outra: quem pode dizer o quão bom era Juan Manuel Fangio, um piloto que conquistou nada menos que cinco títulos em uma época em que a F1 engatinhava e havia uma cobertura precária?

      • Anselmo Coyote disse:

        Repetindo, caríssimo Vítor,

        Não digo que essa lista (ou qualquer outra) é uma gozação porque realmente não existem critérios justos para análise.

        Abs.

      • Will disse:

        Rsrsrsrsrsrs, Coyote, quase morro de rir da história do ‘mala-man’!

        Eu, como ‘sennista’, não iria deixar de dar crédito a uma lista com Piquet atrás do Mansell!!!

        Rsrsrsrsrs

  15. Will disse:

    Pelo mesmo autor, a lista dos anos 2000, seria:

    1 Michael Schumacher
    2 Fernando Alonso
    3 Mika Häkkinen
    4 Kimi Räikkönen
    5 Lewis Hamilton
    6 Rubens Barrichello
    7 Sebastian Vettel
    8 Felipe Massa
    9 Jenson Button
    10 Juan Pablo Montoya

    Massa, Button e Montoya já fizeram mais na F1 do que eu imaginava…

  16. Vitor, o de Recife disse:

    Apesar de ver em Kubica um piloto com grande potencial de ser campeão, não o colocaria nesta lista. Jenson Button, que conta com bons campeonatos na BAR/Honda, um título mundial e belas provas pela McLaren, mereceria estar na lista. Também não o acho um piloto excepcional, mas seu título não caiu no colo.

    No mais, concordo com os demais pilotos mencionados.

  17. Fernando Kesnault disse:

    Tá dificil achar “10 MELHORES” tem 10 bons pilotos às vezes, mas…

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