Escandalo da FCA de acordo com Veja.

Publicado: 21/12/2010 por Claudemir Freire em Artigos, Notícias
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Deixo com vocês as considerações sobre a matéria, mas minhas aulas de matemática me ajudam muito nessas horas. Como os Piquet enviam 2,7 milhões de reais a Federação, tem 500 mil reais reembolsados e a dita ainda envia 5, 2 milhões de reais ao exterior. Essa conta não bate.

Sobre o resto da matéria, sem comentários, é o padrão Veja de jornalismo.

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comentários
  1. Alex-Ctba disse:

    Tirando os trocadilhos ridículos da reportagem, acho que a PF, Receita Federal e o Ministério Público tem competência suficientes para rastrear esse esquema e se se comprovar a lavagem, punir os responsáveis. Parece que o Piquet, caso esteja envolvido é um lambarizinho perto dos verdadeiros Tubarões, mas o que não o isenta da culpa. Deixa rolar e vamos ver o que vai dar isso. De qualquer forma, lavagem de dinheiro no Brasil é regra e não excessão e a corrupção é o que impede a melhora definitiva de vida da população em geral, na minha opinião.

    Os grandes empresários e suas falcatruas para tentar driblar a nossa carga tributária imoral.

    Distribuição ridícula de renda. Ricos cada vez mais ricos e os pobres sempre na mesma, na batalha, se equilibrando no dia a dia. A classe média melhor não comentar, já que esse é um blog de F1…

    • Será Alex que tem toda essa competência mesmo?

      As operações contra bandidos de armas na mão eles mandam bem, fazem o auê deles prendem meia dúzia de idiotas e pronto, mas quando o caso é colarinho branco e empresas pagadoras de propina eles sempre fazem bobagens.

      Lembra da operação Satiagraha, o que aconteceu? Nada, absolutamente nada.

      Reflita sobre o tráfico de drogas no Rio e me diga como a polícia apreende 1 toneladas de drogas no morro, como? Me diga, apreender 1 tonelada, ok, fez bonito, agora me responda, como essa droga chegou lá no morro, veio por paraquedas, túneis ou mágica.

      Ela subiu o morro com a anuência do poder público e polícias, todos devidamente bem pagos, então lhe pergunto novamente, porque a PF não investiga isso e prende os verdadeiros traficantes de drogas, aqueles que vivem no Aterro, Barra e Copacabana, aqueles que são políticos e empresários conceituados pela sociedade e ganham medalhas de honra.

      Porque a PF só prende bandidinho e faz muito barulho por nada.

  2. Will disse:

    Acho que o a conta não bate por erro de digitação (e revisão, obviamente) – o valor deve ser de R$ 5,7 mi, com remessa de 5,2 e devolução de R$ 500.000,00 ou 2,7 mi com remessa de 2,2 e devolução de R$ 500.000,00.

    O esquema em si, é clássico – famoso dá com uma mão e recebe com a outra – muito usado com empresas de fachada (além de sindicatos e associações – que também podem receber doações isentas de imposto).

    Com relação à competência da PF – em geral, as operações são muito bem estruturadas e executadas. O que não está no mesmo ritmo é a execução judicial, que faz das operações tempestades em copo d’água quase sem nenhuma eficácia.

    • Anselmo Coyote disse:

      Claudemir,

      Essa conta é tão ridícula quanto a revista. O contorcionismo do Wil para justificá-la eu nem ouso classificar o que é.

      “Com relação à competência da PF – em geral, as operações são muito bem estruturadas e executadas.”

      Não são mesmo. Os agentes da PF enfrentam muitas limitações, às vezes impostas pelos próprios investigados – quando estão investidos de poder e influência -, e pisando em ovos, driblando a si próprios.

      Por isso esses inquéritos são verdadeiros frankeinsteins, o que dificulta muito para o MP oferecer uma denúncia decente e cristalina, compreensível para ser instruída pelo Judiciário.

      As deliberações e decisões ministeriais e judiciais decorrentes dessa balbúrdia sofrem essas influências, refletindo toda essa carência de elementos probatórios.

      Considere-se ainda que no curso desses inquéritos e ações todos os recursos possíveis são usados à exaustão, atrasando em anos a prolação de uma simples decisão de 1a instância.

      Em seguida vem os recursos próprios de quem não concorda com a sentença e novos atrasos que fazem o processo se arrastar ainda mais.

      Depois de esgotados todos vem a execução judicial que é praticamente outro processo e que visa a materialização da decisão final. A esta altura decorreram anos e normalmente os réus, já se sabendo condenados, desviaram os recursos, usaram inúmeros laranjas para esconder ou dilapidar o patrimônio mal-adquirido, fugiram para outros países etc.

      Sem contar que hoje, por decisão do STF, o Judiciário sequer pode prender um depositário infiel – aquela pessoa que teve um bem penhorado e, ficando como seu depositário até o leilão, o vendeu, doou ou simplesmente desapareceu com ele. Acreditem: o Juiz não pode prender esse sujeito até que apresente o bem ou pague o seu valor.

      Mas, porquê essas ações demoram tanto? Ora, além de reler o que escrevi, deve-se considerar, exemplificativamente:

      Na Alemanha existe 1 Juiz para cada 2.800 habitantes – No Brasil existe 1 Juiz para cada 33.000 habitantes.

      Simples demais. Uma cidade brasileira que tem 1 Juiz, se fosse alemã, teria 11 Juízes. Obviamente teria o mesmo acréscimo de promotores de justiça, delegacias etc.

      A Suprema Corte dos EUA julga menos de 90 ações por ano – O nosso órgão equivalente, o Supremo Tribunal Federal, pasmem, julga mais de 200 mil ações por ano.

      Porém, infelizmente, a população brasileira é bombardeada diuturnamente por um falso jornalismo que está a serviço de interesses escusos, subtraindo-lhe toda a sua potência de ter uma experiência cognoscível, reduzindo-a a seres não-críticos. Essa nossa bela imprensa jamais disse (ou dirá) à população o que eu disse acima. Por quê? Ora, a resposta é óbvia, mas novamente não será dada pelos jornalistas e os defensores dessa imprensa.

      Por tudo isso é que lemos pérolas como essa do Wil, que reproduz exatamente as matérias que são publicadas diariamente. Vejam:

      “O que não está no mesmo ritmo é a execução judicial, que faz das operações tempestades em copo d’água quase sem nenhuma eficácia.”

      O que disse o Will? Parece ter dito alguma coisa, mas não disse porra nenhuma. É típica de uma imprensa que não foi ouvir o outro lado para saber o porquê desse estado de coisas. Ouve o galo cantar e aponta o dedo podre.

      Vocês me perguntam: Por quê? Eu respondo: Ora… essa é a pergunta que o brasileiro deveria fazer à imprensa:

      – Por quê a execução judicial não segue o ritmo etc? Digamos ao autor da frase:
      De onde você tirou isso? Isso caiu do céu ou tem um motivo? Volte lá e traga a notícia completa e não essa manchetezinha sensacionalista de merda para causar espécie e vender jornais que amanhã estará limpando as mãos sujas de graxa de um mecânico qualquer em uma espelunca qualquer em qualquer ponta de rua.

      Fica parecendo que são os juízes os responsáveis pela demora, quando sabemos que o Juiz é legalmente obrigado a cumprir os prazos que estão na lei e que quem faz a lei são deputados (o Tiririca, inclusive, legítimo representante dos paulistas – 1.200.000 votos) e senadores, jamais os juízes.

      Afinal, quem escreve esse tipo de coisa não o faz se intitulando “jornalista investigativo”? Então faça jus ao auto-título e investigue realmente.

      Mas, querem saber? Não é só.
      Além de muita má-fé, os jornalistas são, em regra, analfabetos e incompetentes mesmo. Coitados (de nós, óbvio).

      Abs.

      PS. Tenho muita bala na agulha, mas se tiver que continuar a discutir essa questão toda, que seja em um nível bem mais elevado.

      • Fernando M. disse:

        Coyote, acho que você foi bem ao ponto na questão do jornalismo, a imprensa e a Veja. Alguns dos pontos que você citou são exatamente os motivos pelos quais eu acredito que deva ser criado o CFJ (Conselho Federal de Jornalismo), que, ao contrário do que nossa imprensa maniqueísta tenta fazer acreditar, não será criado para CENSURAR previamente uma notícia, mas para regulamentar essa notícia.
        Justamente para impedir que as “Vejas” da vida inventem notícia. Que peguem um pingo e transformem em um oceano de mentira, com sofismas que deixariam Platão envergonhado. E a lógica é a tal ponto pervertida que se faz crer que não é a revista, o jornal, ou seja lá o que for que está errado, mas na verdade a nossa própria concepção do problema, justificando com erros simples de digitação. Mas “pera lá”, a revista “mais importante” do país, de maior circulação e tiragem cometeu um erro tão bobo como esse ou…?
        Então se coloca uma pessoa sem mostrar o rosto, com a voz modificada, tudo sob o artifício de preservar a identidade da testemunha e isso se transforma em verdade absoluta? E quem é essa pessoa? É de fato testemunha de alguma coisa ou simplesmente alguém pago para criar o escândalo?

        Não sendo inocente de achar que o CFJ serviria apenas para punir o mau jornalismo depois de cometido e ainda servir de profilaxia para evitar que notícias sejam inventadas ou mal elaboradas – fugindo da regra 0 do jornalismo: saber os dois lados da moeda, mas ainda assim acho que de alguma forma tem que haver um cuidado maior da imprensa livre.
        Se funcionar (e esse é o problema) de acordo com o texto da criação do CFJ, será perfeito, porque não impedirá ninguém de publicar notícias, mas exigirá que isso seja feito de forma elucidativa e não apenas por interesses escusos. O mau jornalismo e jornalista serão punidos, tal qual acontece em todas as profissões que tem um orgão regulamentador: engenharias, arquitetura, medicina, farmácia, odontologia etc etc etc etc etc….

        E pra finalizar, a grande questão não é apenas meter o pau na imprensa e achar que somos completamente manipulados, mas aprender a ler a notícia por vários meios, saber quem está falando e como está sendo falado isso. Esse é o fator principal de eu achar a revista Veja o lixo da imprensa brasileira.
        Pra mim a Veja é assim: onde há fumaça, há fogo. E isso é a única coisa aproveitável na situação, mas a informação mais próxima da realidade não estará ali dentro, muito pelo contrário…

  3. Sirlan Pedrosa disse:

    Claudemir,

    Eu li a reportagem ontem, e pelo o que eu vi o Piquet não fez nada errado.

    Primeiro que R$ 2,7 milhões no negócio de Piquet não significa nada, é muito pouco visto que a Autotrac deve faturar mais de R$ 600 milhões/ano.

    Outro ponto é que Piquet não nega a operação, e os advogados contatados pela revista chamam a operação de “atípica” não de “ilegal”.

    Acho que seria muita falta de inteligência de Piquet, um homem público e que usa também de sua imagem para alavancar seus negócios, usar de artifícios ilegais para ganhar “merreca”.

    Mas o nome Piquet sem dúvida “ajudou a Veja” a chamar a atenção para a reportagem, numa prática no mínimo questionável da revista.

    Um abraço,

    Sirlan Pedrosa

    • Will disse:

      Sirlan, não acho que o Piquet esteja envolvido na parte de ‘lavagem de dinheiro’. Acho que ele utilizou a FCA para ‘fazer transferência de valores para o exterior’ – um aforismo para ‘evasão de divisas’.

      2,7 mi é pouco para a Autotrac, mas em impostos poderia significar quanto para a Receita?

      E, realmente, a Veja utiliza uma estratégia bem baixa para vender revistas.

      ps.:Alex, os trocadilhos realmente são uma m….!!!

  4. Will disse:

    “Em 2004, ao completar dez anos de operação, a companhia também ultrapassou a marca de R$ 300 milhões em faturamento anual. Em 2008, R$ 400 milhões foi o faturamento aproximado da Autotrac.” – Revista Época.

    Sirlan, acredito que o faturamento de 2010 possa ser até maior que esses R$ 600 mi!

  5. Anselmo Coyote disse:

    Só mais uma coisinha, Will.

    “…é a execução judicial, que faz das operações tempestades em copo d’água quase sem nenhuma eficácia.”

    Errado. A fase de execução judicial é a última e acontece anos (às vezes 5, 10 ou 15) depois da primeira notícia.

    Nenhum de nós já viu um Juiz na mídia fazendo tempestade em copo d’água. Vemos de tudo na mídia, menos juízes.

    Por exemplo:
    No caso Nardoni, fomos bombardeados com matérias, imagens e declarações inflamadas de delegados, promotores, advogados, testemunhas e populares na mídia, todos em busca de seus 15 minutos de fama.

    Porém, ninguém, absolutamente ninguém mesmo viu o Juiz (ou Juíza) do caso e sequer sabemos o seu nome. O mesmo diga-se no caso do Bruno, goleiro (ou ex-goleiro?) do hexacampeão brasileiro de futebol, o Flamengo, também conhecido por “O Mais Querido”. Quem é o juiz do caso do Bruno? Qual é o seu nome? Ele é branco ou preto? Novo ou velho? Quem já o viu? Ninguém!

    Outra coisa: a “tempestade em copo d’água” é feita pela mídia, geralmente na fase policial, quando o assunto é atual. Nestas ocasiões os jornalistas inflamados “exigem” Justiça, nos bombardeiam 24 horas por dia, fazem mesas reddondas, ovais etc. Quando passa para a fase judicial a notícia já está esgotada, já estamos de sacos cheios, e o assunto simplesmente desaparece e morre, junto com toda aquela “fome e sede de Justiça” que inspiraram e inflamaram as dezenas de manchetes “extraordinárias” diárias.

    Abs.

    • Will disse:

      Coyote,

      Concordo com muita coisa que você escreveu e até faço o mea culpa sobre o termo “execução judicial” – sou farmacêutico e vamos mudar o termo para “depois que essa porra toda sai da PF”. O que quero dizer é que quando chega da mão do Juiz – pode até estar ‘cagado’, mas sai das mãos deles ‘cagado e esquecido’.

      Podemos justificar – ou tentar justificar – a morosidade da justiça pela falta de juizes – como você bem tentou. Discordo! A OMS também trabalha apresentando diversas proporções ideais entre população – profissionais da saúde. Mas no fim das contas isso não se traduz em eficácia de sistemas de saúde, por exemplo.

      Atacar a PF ao dizer que as operações são mal estruturadas e assoprar falando que “…enfrentam muitas limitações, às vezes impostas pelos próprios investigados…” é dizer e desdizer. Afinal qual o objetivo da Polícia Federal ou então como ela deveria trabalhar?

      Anselmo, como anda a justiça em cidades brasileiras com uma relação Juiz: Habitante maior que 1:33.000? Mais ágil???

      • Anselmo Coyote disse:

        “Anselmo, como anda a justiça em cidades brasileiras com uma relação Juiz: Habitante maior que 1:33.000? Mais ágil???”

        Will,

        A Justiça anda como andaria você, se tivesse que produzir um antídoto para essa nova superbactéria para toda a população brasileira e distribuí-lo em todo o território nacional em seu carro, cidade por cidade em, digamos, 30 dias, 60 dias ou mesmo 01 ano. Você não desistiria. Faria o que pudesse, mas jamais conseguiria. E seria bombardeado todos os dias como irresponsável, lento e incompetente por uma imprensa irresponsável, ávida por sensacionalismo para vender jornais e mais ainda o produto de seus patrocinadores.

        Eu não prego qualquer restrição extra à imprensa – habemus legem.

        O que eu gostaria é que as pessoas estudassem mais e melhor e desenvolvessem o senso crítico e lógico.

        Gostaria que certas coisas ditas absurdamente, frágeis como um castelo de cartas, vulneráveis a uma mera operação matemática básica, não fossem absorvidas como verdades absolutas e sim rebatidas veementemente.

        Gostaria que o povo tivesse conhecimento e cultura o suficiente para discutir em alto nível essa diarréia que lhe é despejada diariamente sobre sua cabeça.

        Eu lhe pergunto:

        Qual o profissional tem o prazer em fazer um serviço mal feito e “queimar” seu filme perante a sociedade e ainda ficar orgulhoso de si próprio e perante a sua família? Claro que só pode ser um doente ou aquele que pode manipular essa notícia filtrando-a ou mesmo impedindo que ela chegue ao grande público. Seria uma exceção à regra – jamais uma categoria inteira como a imprensa prega sobre os juízes.

        Quanto à PF trabalhar sob pressão, não se esqueça: eles não tem vitaliciedade, inamovibilidade nem irredutibilidade de vencimentos.

        São vulneráveis e estão sujeitos aos humores de seus chefes-políticos. Um delegado que está em um caso pode perfeitamente, numa canetada, ser afastado e transferido, por exemplo, de São Paulo, para o Alto do Rio Içana, no extremo norte do Amazonas, fronteira com a Venezuela, onde deverá se apresentar para o trabalho no dia seguinte, (des)amarrotado.

        Você sabe do que eu estou falando. O cargo de diretor da PF não é um cargo de carreira e sim político.

        Todos aqui lembram quando o FHC quis nomear para esse cargo um ex-torturador. E aqui eu pretendo fazer justiça à imprensa. Exceto na imprensa de S. Paulo (Folha, Estadão.. etc), que foi tímida, a grita foi geral e a coisa ganhou contornos internacionais. Por fim, contrariado, o pavão FHC teve que recuar. Então, o que eu quero dizer é que a um ex-torturador seria atribuída a tarefa de ditar os rumos de todas as investigações da PF. Repito: este absurdo não aconteceu graças à imprensa que trabalhou corretamente.

        O que quero dizer é que quando chega da mão do Juiz – pode até estar ‘cagado’, mas sai das mãos deles ‘cagado e esquecido’.

        Sim. É verdade. Por quê?

        Cagado – claro; Juiz não é justiceiro. Ele é legalmente proibido (redundância) de investigar, de corrigir uma investigação, de caçar bandidos a laço – isso é função da polícia.

        Esquecido – óbvio; a imprensa não se interessa mais pelo caso; não acompanha porque é monótono, moroso e está esgotado como notícia – não vende jornais.

        E mais: o normal, habitual, correto e corriqueiro não é notícia; você e seu trabalho não são notícia se tudo está correndo bem. Ao contrário, a imprensa é como os abutres – alimenta-se da podridão.

        Se um jornalista num canil tiver a perna mordida por um cachorro isso não será notícia. Por isso, sem notícia, ele é capaz de morder a perna do cachorro e isso será notícia.

        Abs.

      • Vitor, o de Recife disse:

        Ando meio atarefado nesses últimos dias. Para ter uma idéia, tem um post que estou tetando terminar já faz alguns dias… isso algo que eu faria em uma hora.

        Esse blablablá todo é só para dizer que valeu a pena “perder” alguns minutos para ler este seu relato, Coyote. Verdade nua e crua e que jamais seria divulgada por aqueles em quem esperamos ver a mesma verdade…

        Abraços.

  6. Claudio Cardoso disse:

    Anselmo ->

    Foi muito proveitoso seu Post, digo ate mais, ao menos para mim foi elucidativo e esclarecedor, pois como tu mencionou bem so ouvimos que a justiça é lenta.

    Porem por que ?

    Essa é a resposta que nao estamos habituados a ler e ouvir, e vc ao menos para mim esclareceu de forma didatica e precisa com dados e estatisticas.

    Valeu…

    • Anselmo Coyote disse:

      Ainda bem, Cláudio.

      Pelo menos você entendeu que há muitas causas para a Justiça brasileira ser esse fiasco que é em termos de resultados. Sim. Os resultados não são satisfatórios mesmo. Mas, eles seriam muito piores ou sequer teríamos esses resultados se os juízes não trabalhassem arduamente e se fossem meros lenientes como prega a imprensa.

      Abs.

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