Reflexões sobre a Lotus

Publicado: 31/12/2010 por Sirlan Pedrosa em Artigos, Formula1
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Lotus F1 owner Tony Fernandes

No início de 2010 ainda no saudoso F1Around houve uma grande discussão sobre a legitimidade da então nova Lotus alinhar no grid usando a marca consagrada de Colin Chapmam.

Na época analisando a proposta da equipe de Tony Fernandes e os apoios que havia angariado, principalmente da empresa malaia Proton através da Lotus Cars, me parecia totalmente legítimo que o nome Lotus voltasse à F1 na equipe liderada nas pistas por Mike Gascoyne.

Quase um ano depois o nome Lotus monopoliza uma briga e temos o absurdo de existir não apenas uma Lotus no grid, mas duas…Parece-me que apenas uma decisão judicial encerrará esse litígio.

Não é minha intenção aqui explicar as razões dessa briga. De tão noticiado que tem sido essa disputa, todos que acompanham com alguma atenção a F1 já sabem que existe de um lado a equipe de Tony Fernandes que correu esse ano, e que no ano que vem usará uma licença comprada a David Hunt referente ao nome da finada equipe de corridas, e do outro lado a Lotus Cars liderada por Dany Bahar, que acaba de fechar um acordo de patrocínio para nominar a equipe Renault, com objetivo expresso de comprar a equipe a curto/médio prazo.

Recentemente a família Chapmam, que apoiou Tony Fernandes para a temporada de 2010, emitiu um comunicado onde alinha a Lotus Classic com o projeto da Lotus Cars.

Independente da decisão dos tribunais resultante dessa briga, que dará o resplado legal a um dos lados, parece-me claro que é a Lotus Cars a real herdeira do que foi um dia o time Lotus de F1. O apoio da família Chapmam apenas chancela aquilo que a lógica e a razão não podem negar : O que sobrou ainda ativo do que Colin Chapmam construiu é a Lotus Cars e ninguém mais tem a legitimidade para usar essa marca na F1.

No início de 2010 Tony Fernandes se legitimava exatamente pelo apoio da Proton, e do ainda modesto mais visível envolvimento dos herdeiros de Colin Chapmam. Nunca me pareceu que adquirir a licença de propriedade de David Hunt fosse uma razão concreta do ponto de vista histórico, ainda seja do ponto de vista legal, para o uso da marca Lotus.

Então eu cerro fileiras na torcida pela Proton/Lotus Cars de Dany Bahar ?

Não ! Embora reconheça a legitimidade da Lotus Cars sob a visão histórica para usar o nome Lotus, não enxergo no projetos da empresa a alma e o legado de Colin Chapmam. Patrocinar ou comprar uma equipe que já foi um dia Tolemam e Benetton, e que nos últimos anos representava uma marca francesa, e usar a mística e a memória da marca Lotus nesse time que nada tem da essência da filosofia criada por Colin Chapmam, me parece uma heresia com a bela história que ele deixou.

Dany Bahar sempre deixou muito claro que a razão para a Lotus Cars ter uma equipe de F1 é o fortalecimento da marca para alavancagem da venda dos carros esporte da empresa. Nunca li uma linha sequer dele que mencione o compromisso do nome Lotus com as competições.

A idéia que norteia o projeto de Dany Bahar é tornar a Lotus uma Ferrari inglesa. Acontece que “esse grande estrategista de marketing” parece não entender que a Ferrari tem uma fábrica e vende carros de rua desejados porque é uma equipe de F1, e não que possui um time de corridas para ajudar a vender os carros esportivos que fabrica…Ron Denis mostra exatamente esse raciocínio no seu projeto para os Mclarens de rua.

Para Enzo Ferrari, Colin Chapmam e tantos outros o importante era disputar corridas. Fabricar carros era apenas um mal necessário para financiar a atividade principal que era correr…

Henry Ford também disputou corridas no início da era automobilística, mas sempre ficou muito claro que o fascínio dele era construir e popularizar os automóveis. A Ford é reconhecida como um fabricante de carros, como a empresa que criou a linha de montagem moderna. Por mais vitórias que carros e motores ostentando o oval azul tenham alcançado, jamais trouxeram a Ford a magia das pistas que é tão inata a marcas como Ferrari, Lotus ou McLaren. É uma questão de alma, não de marketing.

Por outro lado, Tony Fernandes tem demonstrado todo o espírito racing que é tão comum à marca Lotus, ao adotar uma filosofia de trabalho que tem muito mais sinergia com os valores que a marca representa. Ele quer construir uma história de sucesso e vitória com seus próprios esforços, e motiva a equipe a crescer para um dia se tornar vencedora, provendo os meios necessários e estabelecendo metas ousadas, mas factíveis.

Apesar de usar de maneira exemplar o marketing e as mídias sociais como ferramentas para chamar a atenção para seu projeto, Tony Fernandes sabiamente não deixa que a alma e a história da marca saiam do centro das atenções. A fábrica está localizada na mesma região da Inglaterra onde o time original tinha sua sede, o dirigente que mais aparece para a mídia é um engenheiro projetista (Mike Gascoyne), e sempre que pode ele faz questão exaltar o passado da equipe, além do uso das cores tradicionais e da presença de modelos antigos na sede do time.

Tony Fernandes parece entender muito mais o que significa o nome Lotus para a F1 e para os fãs, que Dany Bahar jamais um dia entenderá. As manifestações de apoio que ele recebe vindas de todo o mundo e as bandeiras da equipe vistas nos autódromos este ano ratificam de forma clara essa percepção.

Então chegamos à essência de toda essa discussão :

– David Hunt tem a licença legal para o nome Lotus na F1…

– Proton/Lotus Cars/Dany Bahar tem a legitimidade histórica para usar o nome Lotus na F1…

– Tony Fernandes tem a alma e a essência esportiva do que foi um dia a equipe criada por Colin Chapmam…

Eu torço pela Lotus verdadeira, a que é representada hoje por Tony Fernandes.

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comentários
  1. Complicado, complicado demais essa pengenga.

    Primeiro, Fernandes tem o direito legal sobre o nome Team Lotus, que nunca teve nada a ver com a irmã Lotus Car, esse era o desejo de Chapman quando montou as duas empresas.

    Então Fernandes é o dono do Team Lotus.

    A Proton não comprou um time de F1 e o nomeou, apenas está patrocinando a equipe Renault. Então não pode brigar pelo nome Team Lotus, já que é apenas um patrocinador, não uma equipe.

    A alma, não sei ao certo se em ambos os casos existe um Chapman, Williams ou Mclaren no coração dos citados.

    Fernandes está vendendo e barato as suas marcas, suas empresas, como faz o Mallya e Mateschitz, a custos que se fossem em escala global seriam 10 vezes maior do que o orçamento de sua equipe em 2011.

    A Proton deve ter visto que isso estava dando certo de alguma maneira e entrou forte no negócio, só que os passos seguido pelo Bahar são erráticos e talvez não dê certo na F1 como eles tanto querem, mas na Gp2 e Indy o projeto está firme e forte.

    Agora algo que não está sendo colocado no jogo.

    A Lotus Car está em situação financeira ruim, vem tendo prejuizos a anos e talvez essa investida seja o último suspiro da marca inglesa antes de falência total e a Proton tenha que vender a empresa para outra com mais dinheiro. São os negócios.

    Torço que Fernandes leve essa, mas não por alma, mas por merecimento.

    • Anselmo Coyote disse:

      Por quê vcs não refletem sobre o Coyote, essa figura sensacional que os assombra durante os dias e também nas noites de insônia, nos finais de semana de corrida e também nas “entressafras”. Com certeza trata-se de uma figura muito mais enigmática e polêmica do que esses “pordioseros” dos quais vcs ficam falando e para os quais ficam torcendo (coitadinhos, tão pobrezinhos… dá um dó).

      Por exemplo:

      O Coyote, assim como Elomar Figueira Melo, sua alma gêmea, gosta do sertão e de viver na companhia das tarântulas e das cabras, dos bodes e dos vaqueiros encourados, da professorinha formosa, do velho Jeremias e suas mil histórias de assombração em noites “violadas”, quando os parceiros se reúnem para contar suas venturas e desventuras em prosa, verso e música (letradas ou não).

      Por quê? Porquê essa figura de gosto estranhíssimo vem assombrar o Ultrapassagem, contribuindo com muita cornetação para que esse tão apreciado blog alcance em tão curto tempo a marca de 100 mil acessos, recebendo elogios, inclusive do Speeder76?

      “Com que roupa” esse maluco tem o topete de tripudiar sobre a “miséria” de um dono de equipe de F1 ou de uma marca famosa?

      Coyote é uma figura muito mais rica, estejam certos disso.

      Abs.

      PS… O que foi dito acima aplica-se a todos os que aqui apareceram e continuarão aparecendo em 2011. Sugiro que investiguem a fundo o colega Fernando Figueiredo, mineiro de Toflotoni; a presença de espírito e espetacular capacidade de síntese do Fernando-ric; o sotaque do Sirlan e de seu irmão Rodrigo Pedrosa e a ilusão de o Sport é campeão de 1987 da 1a divisão. Ih… tem gente demais. Sim. Gente, gente de verdade que podemos encontrar por aí e que de repente, numa dessas curvas vai nos ajudar a trocar um pneu furado.

      Abraços e Feliz 2011 pra todo mundo.

      • Vou contar, vou contar o que é o incrível e maravilhoso Coyote, cachaceiro, pescador e mentiroso da minas gerais.

        Pessoa que infelizmente não nos dá o prazer de escrever no ultrapassagem, não vira vitrine, mas em compensação é uma pedra na minha vidraça, aliás, na nossa vidraça, merecedor de todas a críticas, e das brigas com o Lívio, onde se saiu muito bem, colocou o jornalista no bolso, o manteve na rédea.

        Bem vindo a 2011 no nosso Ultrapassagem.

        Nosso…

        Já que muitos não sabem que você é um dos idealizadores desse espaço.

        Relapso, mas muito importante.

        Obs.

        Hehe, vai trabalhar pagando do bolso, vai trabalhar de caridade.

        Feliz 2011, meu amigo.

      • Vitor, o de Recife disse:

        KKKKKKKKKKKKKK… Coyote, você é uma figura muito sui generis para ser analisada em um simples post. Daria uma tese de trocentas páginas, com dúvidas se chegaríamos à alguma conclusão. Afinal, a cornetagem não segue padrões lógicos, senão… não seria cornetagem, uai!

        Grande abraço e um 2011 cheio de… cornetagem. Saudações rubronegras (pernambucanas, não a PENTACAMPEÃ, HAHAHAAHAHA!!)

    • Anselmo Coyote disse:

      Ih… 2011 chegou.. Já?!!!!!! Hehehehehe… Bom demais, uai. Então, jogaram o sapinho (nós) n’água…rsrsrs.

      Um Feliz 2011 para todos os amigos do blog. Os que já são e os que virão a ser (inclusive o Wilson…kkkkkkk). Alô Wilson… tá tudo zerado. Vamos começar tudo de novo… rsrsrsr! Muita paz pra vc tbém.

      Alô Remédios, Mari e todas as gatinhas do blog… aquele abraço.

      Fui (tomar mais uma curraleira…rsrsr).

      Abs.

      • Mari Espada disse:

        Este é meu primeiro comentário de 2011… apenas para desejar um excelente ano para os grandes amigos que encontrei por aqui… pessoas únicas, e que fazem deste blog um lugar muito especial.

        Querido Coyote, aquele abraço para você também!
        E saiba que eu não sou nem louca de tentar te analisar… pois isso seria uma viagem sem volta!!! =)

        Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!

      • Anselmo Coyote disse:

        Mari,

        “E saiba que eu não sou nem louca de tentar te analisar… pois isso seria uma viagem sem volta!!! =)”… ok, Dona Mariana.

        Como primeira sugestão do ano, leia Do amor e outros demônios, do incomparável Gabriel García Márquez.

        Abs.

  2. Vitor, o de Recife disse:

    Excelente, Sirlan! Acho que é por aí mesmo, o projeto da Proton tem sido muito confuso. Eles estão se metendo em tudo quanto é categoria para “legitimar” o lado esportivo, mas não sei se poderão ter sucesso em todas essas empreitadas.

    E o trabalho do Tony Fernandes realmente merece respeito. O cara quis fazer uma equipe de F1 e tem se empenhado nisso.

    Abraço e feliz 2011.

  3. Cosmo disse:

    Daqui a pouco volta a Copersucar F1 com carros made in China

  4. Mari Espada disse:

    “É uma questão de alma, não de marketing.”
    Linda frase, lindo texto.

    E concordo com você, Sirlan… por isso estou na torcida por Tony Fernandes e pela alma da Lotus!

    E adorei a citação da “minha” McLaren, que sempre teve a F1 como seu objetivo principal, mas que desde o McLaren F1 e agora o MP4-12C está vendendo carros para ajudar a financiar a equipe… e quem compra seus carros é justamente por admirar a equipe de F1… e não o contrário, como está tentando Dany Bahar para sustentar a Lotus.

    Beijos, e feliz 2011!
    Registro aqui meu último comentário neste ano… =P

  5. Desculpa Mari, acho que você vai precisar postar outro comentário, hehehe…

    Minha torcida é por Tony, fez uma boa estreia e parece estar comprometido com a F-1, coisa rara nos ultimos anos…

  6. Remédios, a bela disse:

    Meu adorável Coyote só posso lhe desejar um feliz 2011. E que possamos nos divertir bastante neste ano.
    A todos do blog desejo muita prosperidade para o ano de 2011.
    Abraços.

    • Anselmo Coyote disse:

      Remédios, A Bela (personagem mítica de Cién Años de Soledad, do inenarrável Gabriel García Márquez)…

      Ah… essas mulheres, eu e o Gabo… que coisa. Sempre nos cruzando, ainda que somente nos labirintos da minha mente atormentada… rsrs.

      Vamos sim, Remédios. Vamos nos divertir a valer em 2011!!!

      Um grande beijo.

  7. Allan Wiese disse:

    Voltando e de férias…

    Amanhã eu vou ler com mais atenção os outros comentários.
    Por hora fico com a opinião do Sirlan: Tony Fernandes é um cara com o espírito racing. Começou uma equipe do zero e não fez tão feio em 2010. E tem plenas condições de ir longe na F1. Minha torcida é que essa briga não manche essa bela hirtória que a Lotus tem na categoria.

  8. Laysson disse:

    Um feliz 2011 a todos, e longa vida ao blog. hehehehe
    Espero poder comentar mais, e quem sabe contribuir novamente. hehehe

    Essa questão da família Chapman não me cheira bem. Durante o passar do ano quando o projeto de Fernandes se mostrou promissor, deram uma boina do Colin para que comemorasse uma eventual futura vitória, convidaram pro encontro anual do Classic Team Lotus, deram declarações de apoio, principalmente durante a aquisição do nome pra 2011. E agora com esse Title Sponsor da Lotus Cars com a Renault que também não é mais Renault, vem dizer que acredita mais na Fábrica de carros, que sua estrutura é mais preparada. Sei não viu, ou é opinião comprada, ou é algum oportunismo de algo que virá.

    Pelo que ouvi, a Lotus Cars embora queira, não pode mais do que comprar um patrocínio de nome de equipe, visto que Tony tem poder de veto numa eventual mudança de nome registrado, que só é concedida por unanimidade. Sauber passou por isso durante o ano passado, quando preferiu manter o BMW e o layout mesmo usando motores Ferrari e sendo dono da equipe.

    E se a Lotus Cars se confirmar como potencial falida, sacramentará aquilo que a Renault quer: sair como equipe sem ficar com o estígma de ter saído pela porta dos fundos. Primeiro tendo sido vendida quase que totalmente para o grupo Geni, e passando o ônus da saída tanto para os luxemburgueses quanto aos malaios.

    Continuo na torcida pelo sucesso de Fernandes.

  9. Will disse:

    Com certeza a Lotus ‘malaia’ tem mais a ver com Chapman que uma Lotus ‘francesa’ (rs).

    Brincadeiras a parte, a torcida é para Tony Fernandes e seu time que tenta transformar uma nanica em média e a seguir em grande, mas o que farejo é que os tribunais devem dar o nome Lotus à Proton.

  10. Ffigueiredo disse:

    Sinhores donos da casa, peço licença.
    Pra puxá uma “prosa”* rasa aqui na vossa presença.
    Venho das banda do norte cum pirmissão da sentença, cumprindo minha sina forte já pur muitos cunhicida.
    Buscando a ilusão da vida, ou os cutelo da morte.
    E das duas a prifirida, é a que me mandar a sorte.

    Já que nunciei quem sou, dêxo o meu cunvite feito, pra qualquer dos “blogadô”* dus que se der por respeito.
    Que aqui por acaso teja, nesse função di aligria.
    Pra qui todos mi veja, “posto alto e todo dia”*.
    Com esse “teclado” de peleja, que quando não mata aleja, sou “blogadô”* de arrilia.
    ……
    E antes porém aviso, sô malvado num aliso, triste ou feliz é o “blogadô”* que eu apanhá pra dá o castigo. Apois quem “tecla”* cumigo, sai difunto ou sai dotô.

    * – Licença poética do Figueiredo aqui.

    Esse trechinho que escrevi aqui, é o “desafio do alto da catingueira” do grande Elomar Filgueira de Melo.

    Talvez seja a obra do cancioneiro popular do sertão que mais retrata essa figura que paira por esse estranho mundo da blogsfera com uma verdade pérfuro-cortante, que certamente precisa ser dita.
    Esse trecho da canção retrata o cantador que entra, com cordialidade pede licença, se apresenta, e desafia a todos os presentes a se tornarem cantadores melhores por meio de um desafio musical, de viola e verso.

    E esse paladino é vc Anselmo. Entra de mansinho, se apresenta sempre com argumentos bem fundamentados. Se ambienta, e depois entra em ação o seu alter-ego o Coyote. Com verdades de verdade que muitas vezes a nossa preguiça de pensar não nos deixa ver.
    Com uma alegria sarcástica tão prazerosa, que faria inveja a qualquer Arnaldo Jabor.

    Não sei se pelos fóruns da vida, em meio a processos e jurisprudência vc é o Dr. Anselmo
    ou o nosso Coyote.
    Talvez seja igual ao Superman, que ao contrário de todos os outros heróis, se disfarça de jornalista, fraco, humano, mas em sua essência é o superman.
    Na sua essência vc é o Coyote, Anselmo.
    Obrigado por partilhar isso conosco.
    Vc é um grande amigo virtual.
    Mas acima de tudo, amigo.

    Fernando Figueiredo

    • Mari Espada disse:

      Que lindo! Que lindoooo!!!!!!
      Assino embaixo as belas palavras proferidas pelo Fernando Figueiredo.

      PS. Agora quero ver o Coyote chorar de emoção, hein… eu choraria fácil, hehehe!

      Beijos!

    • Anselmo Coyote disse:

      Tropeiro (Elomar)

      Sinhô cantadô chegante
      Me adisculpa o tratamento
      Nessa hora nesse instante
      Mêrmo aqui nesse momento
      Tá um cantô sinificante
      Sem fama sem atrivimento
      Qui num é muito falante
      Nem de muito cunhicimento
      Mais prá titos e valintia
      Só trais ua viola na mão
      Falta o iluste cumpanhêro
      Marcá o lugá da prufia
      Se lá fora no terrêro
      Ô aqui mêrmo no salão.

      Fernando, seu fanfarrão. Você e a Maria combinaram a empreitada de me fazer chorar, eu tô sabendo.

      Abs.

  11. Anselmo Coyote disse:

    Mari.

  12. iDavid disse:

    Eu ficaria mto feliz se essa contenda terminasse assim:

    A Lotus Cars reconhecesse o belo trabalho realizado por Tony Fernandes e desse total apoio à Lotus team (financeiro, logistico e desenvolvimento).

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