Ferrari se fortalece enfraquecendo os rivais

Publicado: 14/01/2011 por Mari Espada em Formula1, Notícias
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Na tentativa de se fortalecer para essa próxima temporada, a Scuderia Ferrari não vê problemas em enfraquecer seus rivais recrutando funcionários de outras equipes.

Dessa forma, hoje foi anunciada a contratação de Neil Martin, ex-estrategista chefe da Red Bull. A Ferrari diz que quer cercar-se com melhores homens – pilotos, engenheiros e mecânicos – e essa nova contratação faz parte dessa busca por melhorias.

Por outro lado, alguns viram isso como um complô para desestabilizar a equipe rival e campeã mundial de 2010.

Mas Stefano Domenicali, líder da Scuderia de Maranello ,defende-se:

”Os engenheiros estão se movendo o tempo todo no pequeno mundo de F1, com um número limitado de equipes.

Não vejo nada de incomum no fato de que Neil Martin se juntou a nós, principalmente porque recebemos muitos pedidos de engenheiros que querem vir trabalhar connosco, em Maranello.

É algo muito bom, porque significa que continuamos a ser atraentes. Há neles um desejo de saber o que fazer para trabalhar com a Ferrari. O espírito que existe aqui é único, especial e excepcional.”

Seja como for, Neil Martin diz adeus ao uniforme azul escuro nessa temporada de 2011.

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comentários
  1. Vitor, o de Recife disse:

    Bem, também não acredito em complô. Profissionais que se destacam sempre serão assediados por outras equipes; e as grandes equipes tem um poder de $edução maior, mas não são só elas que fazem isso.

    Fazendo uma pequena lista para ilustrar o que comentei: Geoff Willis fez um grande trabalho na BAR-Honda; logo, foi contratado pela então aspirante à grande Red Bull. Por outro lado, a Lotus levou vários engenheiros da rival Force india. O que poderia ser um indíci de provocação, uma vez que as equipes estavam envolvidas em um processo de rooubo de propriedade intelectual, na verdade tem uma explicação mais simples: os profissionais em questão trabalharam com Mike Gascoyne enquanto este esteve lá na equipe de Mallya. Teve também aquele ex-engenheiro da Ferrari que foi para Toyota e terminou sendo acusado por roubar informações da equipe, antes de estourar o Stepneygate (não lembro o nome do sujeito).

    Se puxar mais a memória, suurgem mais casos semelhantes.

  2. Marcelo Brum disse:

    A Ferrari é, antes de mais nada, uma grande empresa. E normalmente as grandes empresas preferem assediar os talentos da concorrência ao invés formá-los. Também temos que levar em conta que a Ferrari não contratou Alonso a peso de ouro para ficar na fila. Portanto, toda essa reformulação por que está passando agora visa tornar o espanhol campeão o quanto antes.
    Ainda mais depois da choradeira ocorrida em Abu Dhabi.

    • Tomás Motta disse:

      “A Ferrari é, antes de mais nada, uma grande empresa.”

      A Red Bull é uma empresa também. De energéticos.

      • Ffigueiredo disse:

        Será que ninguém da Monster foi trabalhar na Red Bull???

        A Red Bull no mercado de energéticos é a maior. Mas na F1 é a Ferrari a maior.

      • Marcelo Brum disse:

        A Ferrari é o que a Red Bull deseja ser daqui a muito tempo. Se é que não se cansará de brincar antes disso. A Ferrari é a mais tradicional da F1 e ponto. Qualquer profissional de F1 sonharia em trabalhar lá.

    • Tomás Motta disse:

      Aqui vou passar o que escrevi outro dia:

      A ideia do post era outra, mas realizando uma pesquisa, talvez até um pouco detalhista, me vieram a mente os episódios de Istambul e Hockenheim 2010. Como nós já estamos cansados de saber, na Turquia ocorreu o acidente entre Webber e Vettel e em Hockenheim Massa deixou Alonso passar. Você deve estar se perguntando aonde está a semelhança em um “simples acidente de corrida” e uma suja ordem de equipe. Pois bem, tentarei explicar:

      No GP da Turquia o acidente que tirou a terceira vitória consecutiva de Webber e rendeu um banho de críticas a Vettel pelo seu modo de pilotar quadrado foi investigado caprichosamente por alguns blogs mundo afora e várias respostas viáveis e “científicas” foram encontradas.

      Webber estava no modo de poupar combustível no momento do acidente e diminuiu as revoluções do seu motor para que a quantidade de gasolina no seu tanque fosse suficiente para chegar sem problemas até o final.

      Vettel era mais rápido que o australiano já que por ter se encontrado atrás de Lewis antes da parada nos boxes havia economizado, mesmo que sem intenção, um pouco de combustível- e a sua única chance de investida seria na volta 40, onde ocorreu a batida. Na 41 também entraria no modo de conservar a realizar a ultrapassagem se tornaria muito mais difícil.

      O que se seguiu depois foi um Vettel desesperado a engolir Webber antes de uma curva pois aquela seria a sua última oportunidade- mas o Aussie não aliviou e não deixou espaço algum para a tomada da próxima curva, ocasionando a batida.

      O caso de Hockenheim pelo que foi escrito acima não tem quase nada de parecido com o de Istambul: Alonso era mais rápido que Massa e a Ferrari lhe mandou uma mensagem pelo rádio para que abrisse passagem para Fernando. O “quase” se refere a que Vettel e Alonso eram mais rápidos que seus respectivos companheiros.

      Aliados a isso, e já não é surpresa para ninguém, Red Bull e Ferrari nutrem um favoritismo quase incondicional pelas suas duas estrelas- Vettel, por um lado, e Alonso, em Maranello.

      Ambos são, agora, campeões e são em sua própria figura uma mina de ouro e propaganda, promissores e levam uma legião de fãs ao redor do mundo. Mesmo que a paixão por Seb seja recente, desde Monza/2008 já se disseminava pelo paddock que estava nele o novo Schumacher.

      Com uma vitória na Turquia, Webber estaria completamente esmagando Vettel- seria sua terceira seguida na temporada. A Red Bull, e isto não se trata de nenhuma teoria conspiratória, lhe convém que Vettel vença- e não Webber. No final das contas ela conseguiu fazer isso muito bem.

      Para os que não se lembram, após o GP da Turquia, Helmut Marko, dirigente da Red Bull, rendeu boas críticas a Mark Webber e Ciaron Pilbeam, o engenheiro de corridas do australiano.

      Ciaron era o responsável pela comunicação com Webber via rádio e ele, em suma, era quem teria que dizer para Mark deixar Vettel passar. Obviamente Pilbeam, grande amigo de Mark na intimidade, não fez isso e a ira da Red Bull transmitiu-se ao redor do mundo de uma forma voraz e realista.

      Mas… Não seria isso que Rob Smedley, engenheiro de pista de Felipe Massa foi encarregado de fazer em Hockenheim? “Fernando is faster than you, can you confirm you understood that message?” foi a mensagem que Rob deu a Felipe poucos minutos antes da ordem de equipe que crucificou a Ferrari na temporada de 2010 e provocou a ira de milhares de fãs de Felipe no Brasil e no mundo.

      Em suma, os casos são idênticos- Dois engenheiros sendo forçados a comunicarem aos seus pilotos, que se encontravam na liderança da prova, cederem passagem ao seus respectivos companheiros, que eram mais rápidos.

      A diferença foi que Pilbeam não acatou a ordem e Smedley sim. Apenas isso. Pois tanto quanto Red Bull e Ferrari moviam naqueles instantes interesses por Vettel e Alonso e precisavam da vitória de cada um deles. o espírito de trabalhar pela equipe, no caso da Ferrari, tentou mascarar o estrago, mas isso pouco adiantou.

      O que outros também não lembram é que o mesmo Max Mosley que atacou a Ferrari pela ordem de equipe e alegou que o título de Alonso estaria colocando a credibilidade da F1 em cheque, foi quem disse que Webber estava mais lento e, portanto, tinha que deixar o Vettel passar.

      O que eu me pergunto é o seguinte: Massa TAMBÉM estava mais lento do que Alonso. Logo, Mosley, ele teria que dar passagem para Alonso? São partes do quebra-cabeça que até hoje não encaixam- e não devem encaixar nunca.

      O propósito deste artigo é: Red Bull e Ferrari podem, sim, estar malcriando Vettel e Alonso. Pois a verdade é esta: Para que passar maus momentos vendo uma briga entre colegas de equipe na pista pela ponta da corrida se tudo pode ser arrumado por mensagens via rádio?

      E também que a corporativista Red Bull não tem nada de santa ou inocente. Apesar de nova em disputa por títulos, ela possui a mesma alma da Ferrari- apesar de que lavada, pois nem de longe uma marca de energéticos possui o prestígio construído por Enzo Ferrari em Maranello.

      As duas possuem dois pilotos-marketing e suas vitórias/títulos convém mais do que o triunfo dos segundos pilotos. A realidade pode ser dura mas está aí. Só não vê, infelizmente, quem não quer.

      De forma alguma, porém, isto se trata de uma defesa à Ferrari- Eu não torço por equipes. Também não me dou o direito de tirar o mérito de Vettel e Alonso- Ambos são pilotos sensacionais com muito talento, mas que estão sendo criados como reis sem precisar enfrentar o perigo de uma simples ultrapassagem em um companheiro de equipe.

      Enfim. Escrevi este texto pois penso que falta um pouco de opinião por parte da mídia especializada (apesar de eu não ser, ainda) quanto a temas delicados. É mais fácil dizer que o triunfo da Red Bull é a vitória do esporte do que se empenhar em ligar as peças e ver que ela não passa, no fundo, de uma Ferrari moderna que se move em uma única estrela e quer a sua vitória a todo custo. Pensem nisso.

      • Anselmo Coyote disse:

        Amigos,

        A alma do texto está aqui:

        “E também que a corporativista Red Bull não tem nada de santa ou inocente. Apesar de nova em disputa por títulos, ela possui a mesma alma da Ferrari- apesar de que lavada, pois nem de longe uma marca de energéticos possui o prestígio construído por Enzo Ferrari em Maranello.”

        E é confirmada aqui, quando dissimula que é possível engolir a palavra falada.

        “De forma alguma, porém, isto se trata de uma defesa à Ferrari-“.

        Tomás,

        Vc é um garoto brilhante, mas não superestime a ignorância alheia.

        Abs.

      • Anselmo Coyote disse:

        … complementando…

        O nobre infanto-blogueiro não quer que a Ferrari assuma sozinha a vergonha pelo que fez. Vai para o inferno mas leva quem estiver perto. Muito bem. Esse expediente precede em muito a F1.

        Abs.

      • Tomás Motta disse:

        El Coyote-

        Eu juro que tento entender o que você me responde mas não consigo entender se significa algo negativo ou positivo.

        “Tomás,

        Vc é um garoto brilhante, mas não superestime a ignorância alheia.”

        ???????

        “O nobre infanto-blogueiro não quer que a Ferrari assuma sozinha a vergonha pelo que fez. Vai para o inferno mas leva quem estiver perto. Muito bem. Esse expediente precede em muito a F1.”

        ?

        Abs.

      • Tomás Motta disse:

        Bom, agora eu acho que entendi a primeira parte.
        Eu não defendo a Ferrari, não tenho o porque de fazer isso e não defendo ninguém. Quem acha isso realmente não sabe como eu sou.

        O que me irrita é que muita gente desce a lenha na Ferrari enquanto a Red Bull claramente fez em Istambul o mesmo que a Ferrari executou em Hockenheim- mas “tudo deu errado” Pilbeam não acatou as ordens.

        Todos podem achar o que quiser, a Ferrari fez seus favorecimentos mas Red Bull também fez e no final vimos quem foi o campeão. Não é a toa o humor de Webber ao longo do ano.

        Cada um pensa o que quiser da santa Red Bull e do diabo da Ferrari, mas a mim ninguém me engana com a vitória do esporte.

        Abs.

      • Anselmo Coyote disse:

        Tomás,

        Eu ressaltei aqui mil vezes que a Red Bull deu um bico novo para o Vettel e um velho para o Webber além do episódio de mandar o Webber deixar o Vettel passar. Se deu mal em ambas as tentativas. É só vc procurar nos meus comentários que verá.

        Opinei também no sentido de que a Red Bull faria jogo de equipe se o Vettel estivesse na frente lá no finalzinho, quando quem estava em primeiro era o Webber. Não fez porque o Webber foi rebelde durante o campeonato.

        Eu falei isso porque isso aconteceu e na hora que aconteceu e jamais para desviar o foco de cima da Ferrari.

        Eu não tenho nada com Ferrari nem Red Bull. Eu torço para o Hamilton, o Schumacher e o Kobayashi. Mas adorei quando o Webber segurou a onda e deixou o Vettel se ferrar. Aquilo foi atitude de piloto – perdeu o campeonato mas não perdeu a dignidade.

        Existem pilotos que precisam de uma escada para subir e ganhar (estes são bons) e existem pilotos que ganham dos que precisam de escadas para subir. Estes precisam apenas de si próprios e de um carro (estes são excepcionais).

        Abs.

      • Anselmo Coyote disse:

        … complementando… (sabe como é – a cachaça aqui é tão boa que se morrer de beber vai direto pr’o céu).

        Tomás,

        Eu lhe prometo estudar português ou outro idioma, se você preferir, para aprender a me fazer claro para você. Pode ser? Tranquilo? (Isabela)…

        Abs.

      • Mari Espada disse:

        “Eu não tenho nada com Ferrari nem Red Bull. Eu torço para o Hamilton, o Schumacher e o Kobayashi.”

        Ahá, Coyote!!!
        Está na torcida do “meu Miltinho” também, né? =D
        Te peguei, finalmente admitiu!

        Beijos!

      • Daniel Lima disse:

        Mari…não se engane,eu sei pra quem o coyote torce de outros anos..ainda na epoca do F1 AROUND…quando ainda não tinhamos o prazer de sua companhia.

        É torcedor fervoroso do tomador de sorvete oficial da F1,homem de gelo…Kimi Raikkonen.

      • Anselmo Coyote disse:

        Daniel,

        É verdade, mas infelizmente o finlandês-voador está fora há muito tempo e desde então estou com o “Miltinho”.

        Abs.

  3. Ffigueiredo disse:

    Concordo plenamente Brum.

    A Ferrari é uma grande empresa. A maior da F1. É normal os melhores profissionais em algum momento quererem trabalhar lá. E é normal ela querer recrutar os melhores profissionais.
    Como eu disse outro dia, a Ferrari é a maior da F1. O problema é que ela acha que é maior que a própria F1. Aí é o grande erro dos caras.

    FF

    • Vitor, o de Recife disse:

      “Como eu disse outro dia, a Ferrari é a maior da F1. O problema é que ela acha que é maior que a própria F1. Aí é o grande erro dos caras.”

      Perfeito! Resumiu tudo.

    • Anselmo Coyote disse:

      Esse é o meu amigo Fernando. Definição perfeita.

    • Ffigueiredo disse:

      Coyote,

      Agora puxando um pouco a sardinha pro lado vermelho do meu coração….

      F1 não terra pra santos. E o pessoal da latinha também não é santo. Nem eles e nem ninguém.
      Digo mais, pro cara se dar bem nesse negócio deve haver um quê de “gente ruim”.
      Talvez por isso esses caras se vistam de heróis. Pra esconder um pouco esse lado vilão, que todos trazem.

      É claro que a Globo nunca falará isso.

      FF

  4. Ao que parece a mão de obra italiana (aquele processo de italianização da equipe) não supriu todas as lacunas da equipe e não lhe trouxe títulos, foi deixada de lado.

    Quanto a notícia, eu pelo menos não vejo motivo de brigas ou qualquer outra coisa, um profissional tem direito de ir para onde acha melhor, ao mesmo tempo que uma empresa pode contratar os melhores se tem condições para isso.

    Mas vejam que a dança das cadeiras do segundo escalão dos engenheiros da F1 está muito movimentada.

  5. Will disse:

    Normalíssimo, e se Red Bull, McLaren ou qualquer outra reclamar – é bem feito, quem manda não cobrirem as propostas?

    Eu trabalho em uma empresa pequena que vive sofrendo ‘subtrações de talento’ pela Alumar e pela Vale – é a vida…

  6. Allan Wiese disse:

    O nome disso é capitalismo…

    Mas o Fernando ali em cima foi esplêndido.

  7. Fala Montezemolo, desembucha trem…

    Depois que a Ferrari contratou Neil Martin, ex-engenheiro da equipe austríaca, Marko declarou que o time italiano estava tentando “roubar o espírito vencedor da Red Bull”. Além disso, afirmou que o campeão Sebastian Vettel seria “estúpido” se trocasse de escuderia para correr ao lado de Fernando Alonso.

    “Vejo pessoas que acabaram de ganhar um campeonato e não sabem se comportar como campeões”, alfinetou Montezemolo. “Quando eles tiverem 10% do que já vencemos, aí sim responderemos”, completou.

    Montezemolo também mandou um recado a Vettel, que tirou o título de Fernando Alonso na última corrida de 2010: “Não quero dizer qual é o melhor piloto do mundo, mas eu sei quem é”, comentou o presidente da Ferrari, em clara referência ao espanhol.

    Esse cara é uma figura…

  8. Tomás Motta disse:

    A Ferrari não está enfraquecendo os rivais, ela apenas contrata funcionários que decidem ir para a Ferrari- tanto que a Scuderia quis contratar Adrian Newey e este rejeitou.

    É uma questão de aceitar o negócio ou não.

  9. Fora do contexto, porém triste.

    A Williams está fazendo um road show na Venezuela usando o FW32 já sem os patrocínios que perdeu para essa temporada.

    http://s3.amazonaws.com/twitpic/photos/full/225026504.jpg?AWSAccessKeyId=0ZRYP5X5F6FSMBCCSE82&Expires=1295031844&Signature=JGV4N6cu5kGnVFKwA7xEc6ezxyQ%3D

    Uma pena, mas no bico já aparece a grana do Maldonado, uma singela logo da PDVSA.

    • Fernando Kesnault disse:

      Por qu^^e pena??? O patrocinio da PDVSA ´´e t~~ao bom qto. o do Santander, ou da Red Bull…ou ´´e discrimnaç~~ao contra o pa´´is vizinho…*ei….como faço para regularizar a quest~~ao de acentuaç~~ao do meu teclado????

  10. Anselmo Coyote disse:

    Quanto a contratar funcionários do concorrente, sinceramente, não vejo problema algum. A melhor forma de manter um funcionário é a empresa se manter vantajosa para ele e lhe dar perspectivas reais de realização profissional. O resto são particularidades que não ferem a regra geral.
    Abs.

    • Anselmo Coyote disse:

      Groo,

      O que é típico de pilantra?
      Contratar um funcionário insatisfeito com os salários e as perspectivas profissionais e do qual a empresa precisa (1) ou manter a empresa vantajosa para ele e lhe dar perspectivas reais de realização profissional (2)?

      Se se tratar de alguma particularidade (3) eu concordo contigo, conforme eu disse acima.

      Abs.

  11. Ron Groo disse:

    Típico modus operandi de gente pilantra.

    • Anselmo Coyote disse:

      Groo,

      O que é típico de pilantra?
      Contratar um funcionário insatisfeito com os salários e as perspectivas profissionais e do qual a empresa precisa (1) ou manter a empresa vantajosa para ele e lhe dar perspectivas reais de realização profissional (2)?

      Se se tratar de alguma particularidade (3) eu concordo contigo, conforme eu disse acima.

      Abs.

      • Ron Groo disse:

        Deixar o funcionário alheio insatisfeito oferecendo melhores salários. Isto é típico de gente pilantra.

      • Anselmo Coyote disse:

        Uai… quem sabe a solução não seja abolir salários então, hein? Assim ninguém ficaria insatisfeito.
        Abs.

  12. Cosmo disse:

    Não vejo problema nenhum, afinal tem que balancear de alguma forma, já que a Ferrari corre só com um piloto.

  13. Francisco bandeira disse:

    Também não vejo problema nenhum em fazer uma proposta profissional para Engenheiros,etc. O problema que vejo é fazer uma proposta astronômica, que ninguém mais tenha ousadia de cobrir. Vejam como exemplo, grandes Empresas que compram Empresas menores e fechá-las com o objetivo de eliminar alguém que é bem menor e mais competente, ou que tenha criatividade e imaginação pra se desenvolver em rodas as adversidades.
    Uma outra coisa que observo é o time vermelho sempre usa mais destes artifícios. Ter os melhores não significa ter o melhor produto, quando os profissionais envolvidos não estejam operando com liberdade de informação e imaginação.
    É o que penso sobre a Equipe Italiana.

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